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sábado, 11 de abril de 2015

Água >> para economizar sempre!




Nas últimas semanas, falamos sobre a importância da água na nossa rotina, sobre as formas do consumo (direto e indireto) e sobre as atitudes práticas e diárias que podemos tomar para ajudar na economia! 

Pensando nisso, para finalizar esse ciclo de postagens, disponibilizamos aqui algumas placas educativas que você pode imprimir e utilizar onde quiser, no trabalho, em casa, na academia, para estimular mais pessoas a economizarem também. Ações inteligentes viram modelos permanentes!





Essas placas, inicialmente, foram instaladas em diversos pontos da Nova Sede da Vina, buscando alertar e instruir a nossa equipe interna e os visitantes sobre práticas simples e importantes de corresponsabilidade. As questões abordadas estão inseridas na rotina da empresa, como o consumo consciente de água e energia e outros cuidados gerais que envolvem os aspectos da sustentabilidade. 


Vamos economizar, 
para não faltar!




terça-feira, 24 de março de 2015

Alto falante >> vamos economizar!!


O dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. Nossas ações de conservação devem ir muito além dessa data, pois todo dia é dia de economizar. Avalie as suas atitudes para promover o cuidado pleno com a água. A vida, a nossa existência, a construção de um mundo sustentável só serão possíveis com cooperação e corresponsabilidade!




No Alto Falante você sempre vai encontrar boas notícias e informações atualizadas que poderão motivá-lo a ter uma nova atitude em relação às pessoas, em favor da natureza e na preservação do nosso planeta. Cabe a você nos ajudar a replicar, reproduzir, compartilhar, pulverizar do jeito que achar melhor. O importante é que a boa notícia se espalhe e que mobilize outras pessoas.


Divulgar é bom. 
Participar é melhor ainda.




Cisterna Já
Iniciativa independente que pretende promover o reaproveitamento da água da chuva. O grupo Cisterna Já é composto por pessoas ligadas à permacultura e desde agosto de 2014 vem buscando soluções para a questão. 
Clique aqui para saber mais.


Não chove, não lavo
Trata-se de uma campanha bem-humorada de conscientização e mobilização para a economia de água. Lavar um carro consome, em média, 500 litros de água. Ao mostrar que é possível poupar água, deixando de lavar o carro em períodos de escassez, a TNC - The Nature Conservancy espera lembrar às pessoas da importância de economizar água também em outras ações cotidianas.



Mudança de hábitos
Inovações tecnológicas e políticas públicas podem ser ferramentas efetivas para a transição para uma sociedade mais sustentável. Mas é importante lembrar que é preciso também inovar nos padrões de produção e de consumo para que seja possível alcançar o bem-estar desejado pela sociedade, com um uso muito menor de recursos naturais, como a água. A crise hídrica no Brasil é gravíssima. Necessitamos, ao mesmo tempo, de uma produção mais responsável e de um consumo mais consciente, como mostra essa reportagem que cita bons exemplos de economia em escolas paulistanas.


Água pede água 
Campanha de mobilização da sociedade para o consumo consciente de água. Diante da crise hídrica que vivemos no País, a situação exige uma ação coletiva, integrada e de larga escala, com a participação de vários atores sociais. Na oferta de informações à população, a campanha busca “desautomatizar” o consumo de água, por meio do engajamento de todos, como cidadãos, em uma nova postura de uso consciente desse recurso imprescindível e de forma permanente. Saiba mais e participe: http://www.aguapedeagua.org.br



Na Vina 
Para incentivar a nossa equipe a se mobilizar contra o desperdício, dentro e fora da empresa, o Departamento Socioambiental da Vina vem realizando uma campanha interna, feita com uma série de placas educativas, alertando e orientando sobre o uso consciente da água.

Além dessa iniciativa, o projeto inicial da Nova Sede já contava com alguns diferenciais em favor da economia de água e de energia. Para ajudar na luminosidade dos ambientes, todas as paredes foram pintadas de cores claras, diminuindo, assim, a quantidade de lâmpadas acesas. 

Os banheiros foram equipados com torneiras automáticas (que se desligam sozinhas e evitam o desperdício), chuveiros com arejadores, que podem resultar em uma economia de até 50% do gasto comum, e os vasos sanitários possuem caixa acoplada e descargas econômicas, separadas para cada necessidade. 

 



Dia Mundial da Água:
Grito pelos rios e montanhas de Minas 

No Dia Mundial da Água, com o intuito de refletir sobre o modo como a sociedade civil e as instituições têm se posicionado diante desse recurso fundamental para a vida no planeta, uma série de entidades se reuniu para organizar o evento Dia Mundial da Água: Um grito pelos rios e montanhas de Minas. Entre outros, são parceiros dessa empreitada: Projeto Manuelzão, Comitê de Bacia Hidrográfica Velhas, Coletivo Santo Antônio, Movimento Gandarela, Primo - Primatas da Montanha, PISEAGRAMA, Copasa, SESC MG, Fundação de Parques Municipais, Universidade do Estado de Minas Gerais. 

Essa iniciativa conjunta se caracteriza por três eixos: colaboração, diversidade e voluntariado. O evento foi realizado no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no dia 22 de março de 2015. A programação contou com uma série de atividades culturais, lúdicas e de educação ambiental, todas com entrada gratuita. Confira as fotos abaixo (retiradas da página do evento no Facebook):






Você sabe de que rio vem 
a água que você bebe?

quarta-feira, 11 de março de 2015

Água >> consumo indireto

Na semana passada, apresentamos aqui no blog diversas maneiras de economizar e contabilizar o uso da água em nossas residências. Esse tipo de consumo é o nosso consumo direto. É a água que utilizamos para realizar as nossas tarefas diárias. 

E o que gastamos com o consumo indireto? 
Como se caracteriza esse consumo? 





O que é o consumo indireto? 

A água é indispensável para a nossa saúde e para as nossas tarefas dentro de casa, como citamos no post passado. Porém, essa é uma pequena parte do que realmente utilizamos. Existem outros personagens que também consumem uma expressiva quantidade de água e que são indispensáveis para a nossa sobrevivência: limpeza das ruas, bombeiros, agricultura, etc. É o que chamamos de necessidade indireta de água.

Por exemplo: a água que utilizamos para lavar os alimentos que compramos é contabilizada como consumo direto. Já a água utilizada na produção e no cultivo desses alimentos, é contabilizada como consumo indireto. 

E como contribuir para a economia de água nos setores industriais e agropecuários? O consumidor consciente deve sempre levar em consideração o conceito de água virtual, que é a quantidade de água envolvida em toda a cadeia de produção de algum produto. Assim, no ato do consumo, o indivíduo está consumindo também a água que foi usada como matéria-prima, na fabricação, no resfriamento das máquinas na indústria, na alimentação (no caso de animais), etc. Nesse caso, refletir sobre os próprios hábitos de consumo é uma maneira de evitar o consumo exagerado ou desnecessário de vários produtos e, com isso, diminuir o gasto de água. 



Quanto gastamos com o consumo indireto? 

Apesar da parcela importante do consumo residencial, são os setores industrial e agropecuário os maiores consumidores de água. Somente a agricultura, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), utiliza 69% da água potável existente no mundo. 

Já a indústria é responsável pelo uso de 22% da água potável. Conforme Ivanildo Hespanhol, professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da USP e diretor do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (Cirra), a solução para as empresas seria o reuso. Ele cita dados da Fiesp que indicam que as empresas têm conseguido redução da captação em 40%. “As indústrias têm investido e gerado 40% a 80% de economia na conta”, afirma ele. (Fonte)

Para ficar mais claro, a gente mostra um gráfico feito especialmente para demonstrar quantos litros de água são necessários para produzir uma variedade de itens, desde uma fatia de pão até um automóvel. 




















































Apesar de muitas empresas já estarem investindo em tecnologia para reduzir o consumo de água na fabricação ou cultivo de seus produtos, o consumidor também pode contribuir para a aceleração desse processo, uma vez que é ele quem determina as práticas das empresas. Assim, quando um indivíduo escolhe um produto tendo como critério a conduta social ou ambiental dessa empresa, ele a estimula a continuar mantendo seu comportamento e incentiva outras empresas a adotarem essas mesmas práticas. 


O que mais podemos fazer? 

Além de ficarmos atentos às práticas sustentáveis das empresas e dos produtos que consumimos, também podemos economizar água reduzindo o consumo de alguns itens da lista acima. Por exemplo: 

- Deixar o carro na garagem mais vezes na semana e escolher outros meios de transporte é uma grande atitude a favor da economia de água! Menos gasolina e poluição, mais saúde e disposição! 

- Reutilizar embalagens plásticas, reciclar e separar o lixo para a coleta seletiva também é um grande passo para reduzir o seu consumo indireto de água. Comprar alimentos que não venham em embalagens, dizer não às caixinhas, potinhos e bandejinhas desnecessários, dispensar as sacolas plásticas e, que tal, fazer a sua própria ecobag reutilizando uma camiseta velha? Clique aqui e aprenda!


- Reduzir o consumo de alimentos de origem animal. Você já ouviu falar da campanha "Segunda Sem Carne"? Segunda-feira é mundialmente conhecido como o dia para mudanças, dia para tomarmos decisões, começarmos transformações e novidades. A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a informar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal tem sobre os animais, a sociedade, a saúde humana e o planeta, convidando-as a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores. Conheça mais aqui.










terça-feira, 3 de março de 2015

Água >> consumo residencial


Evitar o desperdício de água deve ser uma preocupação constante nas atividades do dia a dia. Para muitos de nós, é difícil calcular e perceber a grande quantidade de água que utilizamos na nossa rotina. Escovar os dentes, tomar banho, acionar a descarga, lavar a louça, lavar as roupas e se hidratar estão entre as tarefas diárias que praticamos involuntariamente, sem pensar ou contabilizar a dimensão desse consumo.

Você consegue calcular, por exemplo, quantos litros de água são gastos num banho de 15 minutos? Sabe dizer qual tarefa diária consome mais água na sua residência? E aquela torneira pingando, será que o desperdício é significativo?



Em que consumimos? 

O consumo de água residencial não se restringe só ao ato de beber, mas também no cozimento de alimentos, na higiene pessoal e da casa, entre outros. O consumo residencial está, por exemplo, no feijão e na carne que a pessoa cozinha, na alface que a pessoa lava, nas roupas que vão para máquina de lavar toda semana, nas plantas do jardim que precisam ser regadas, e em quase todas outras atividades domésticas realizadas diariamente.

Um estudo do perfil do consumo nos lares brasileiros apontou o percentual de utilização em cada tarefa diária que pode nos ajudar a compreender o nosso uso da água e, assim, a pensar na melhor forma de economizar. O item mais utilizado é o chuveiro, que apresentou 13,9% do consumo total da residência pesquisada, seguido da torneira de pia, com 12,0%; a máquina de lavar, 10,9%; o tanquinho, 9,2%; a torneira de tanque com saída para máquina de lavar, 8,3%; a caixa acoplada, 5,5%; a torneira de tanque, 5,4%; e a torneira de lavatório, com 4,2%. Outros usos completam 30,6% desse consumo

De acordo com dados mundiais, o gasto médio de água tratada e encanada é em torno de 5,4 m³ (metros cúbicos) por pessoa/mês. Por exemplo, uma residência com quatro moradores terá seu consumo estimado em 22m³.



O que isso significa? 

O nosso consumo estimado é de 5,4 m³ de água por mês, o que corresponde a 5.400 litros. Se dividirmos esse valor por 30 (dias), chegamos ao consumo diário por pessoa de 180 litros. Mas como aplicar esses valores nas nossas atividades diárias? 

Para termos uma noção, se escovamos os dentes com a torneira aberta, por 5 minutos, gastamos 12 litros de água. Com a torneira fechada, durante o mesmo tempo, gastamos apenas meio litro. No caso do banho, 15 minutos consomem 135 litros de água. Tomando um banho de 5 minutos, esse consumo cai para 45 litros. Já uma torneira pingando pode desperdiçar cerca de 46 litros por dia.

A partir dessa matemática básica é possível ter um conhecimento mais profundo sobre o nosso consumo e, consequentemente, descobrir em que e como é possível economizar! A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que cada pessoa use, em média, 40 litros de água/dia, e estamos gastando uma média de 180 litros! Muito mais que o recomendado. 


É preciso economizar. Mas como?

Apesar da abundância de riquezas naturais do Brasil, nossa pátria amada não está a salvo. Na região semiárida do Nordeste, por exemplo, cerca de 4 milhões de pessoas já dependem da ajuda do governo e de caminhões-pipa para o abastecimento básico.



Confira algumas dicas do uso consciente e inteligente da água para colocar em prática hoje mesmo no seu lar: 

Conserte, se precisar 
Uma torneira pingando uma gota d’água a cada dez segundos é capaz de encher uma máquina de lavar roupas por dia. No seu bolso, isso pode representar – pasme! – um gasto de cerca de R$ 1.200 ao ano. Portanto, trate de consertar o que for preciso para resolver o problema. Instalar um arejador nas saídas de água também é uma boa opção: ele faz gastar menos e aumenta a pressão. Procure o acessório em lojas especializadas. 

Mande o óleo para o lugar certo 
Informe-se com a prefeitura da sua cidade sobre os locais que fazem coleta de óleo de cozinha usado. Quando despejado no ralo, cada litro pode contaminar até 25 mil litros de água. O site www.ecoleo.org.br indica “ecopontos” espalhados por todo o País e, aqui no vinavina, nós também já fizemos uma postagem especial sobre o assunto. 

Economize no banho (no seu e no do seu cão) 
Você já sabe que tomar banho rápido, em até cinco minutos, faz uma boa diferença na conta de água e de luz. Mas o banho do seu cachorrinho também precisa entrar nessa economia! “Higienizá-lo a cada 15 dias é o suficiente. Mais do que isso, o cão pode até desenvolver doenças de pele, já que em casa não conseguimos secá-lo corretamente”, alerta a veterinária Cláudia Pregnolato (SP). 

Pare de reclamar da chuva 
E aproveite toda essa água gratuita. Ela pode ser usada para lavar chão, tapete, carro, regar as plantas... Se você mora em casa, pode até instalar uma cisterna para a captação do líquido. Conheça o Movimento Cisterna Já

Nó na mangueira! Resgate a vassoura!
Lavar a calçada com mangueira? Nem pensar! O acessório gasta mais de 500 litros de água em meia hora. Recorra à vassoura e, se necessário, utilize um balde para jogar a água no chão. 




Lave louça à moda antiga 
Deixar a torneira aberta desperdiça de 12 a 20 litros de água por minuto. Por isso, encha a pia de água e ensaboe todos os utensílios. Só depois enxágue-os de uma vez. Se você tem lava-louças, nunca use a máquina sem que ela esteja com a capacidade totalmente preenchida. As mais modernas já têm a função “eco”, que consome menos energia e água. 

Reutilize sempre que possível 
Assim como a água da chuva, a que é usada para lavar roupas é excelente para limpar o chão e o vaso sanitário – e já vem com sabão! Quando usar a máquina, direcione o cano de despejo para um balde e reutilize a água na higiene da casa. 

Eduque desde cedo 
As crianças estão mais por dentro da causa ambiental do que muitos adultos. E é saudável incentivar esse engajamento! O Akatu criou o site www.edukatu.org.br para que os pequenos aprendam boas práticas brincando. A plataforma também funciona como rede social, tornando possível criar grupos de alunos e professores. 

Fique atento aos gastos indiretos 
São necessários 15 mil litros de água para que apenas 1 kg de carne bovina chegue à sua mesa. O mesmo volume é gasto para produzir uma calça jeans, por exemplo. Na nossa próxima postagem você vai entender isso melhor. Mas, desde já, sabemos que cortar todo e qualquer gasto supérfluo é a melhor solução para economizar água e dinheiro e reduzir a poluição. 

Mobilize os vizinhos 
Se você mora em apartamento e a conta é dividida entre os condôminos, sugira métodos de economia nas reuniões do prédio. Para motivar o pessoal, o resultado pode ser fixado nos murais e compartilhado com todos. Se ainda assim o síndico notar que a conta está muito acima do normal, solicite a visita da companhia de água para descobrir o que está acontecendo. Outra dica é verificar a possibilidade de instalação de registros individuais. Assim, a conta vem separada para cada apartamento e fica mais fácil controlar os gastos. 

(Artigo publicado originalmente na revista MÁXIMA de Março de 2014.
Créditos: Instituto Akatu >> www.akatu.org.br.)





terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Está faltando água. A culpa é de quem?

Já pensou viver sem água? É impossível, já que ela compõe 70% da matéria que forma o corpo humano e nada é mais essencial à nossa sobrevivência. 


Em todo o planeta há pouco mais de 38 milhões de quilômetros quadrados de água. Porém, 97,6% dessa quantidade estão concentrados nos oceanos, restando somente 2,4% de água doce, que é própria para o consumo. Se você achou pouco, saiba que desses 2,4%, apenas 0,31% não estão concentrados nos polos, na forma de gelo. Ou seja, de toda a água presente na superfície da Terra, menos de 0,02% está ao nosso alcance, disponível em rios e lagos! 

O Brasil tem o privilégio de deter quase 20% de toda a água doce da Terra. Mesmo assim, e talvez por toda essa "abundância", a nossa irresponsabilidade e o desperdício coletivo (por parte das pessoas e dos governos) resultaram na maior crise de água que o Brasil já viveu. 

Esta é a primeira postagem de uma série especial que o vinavina preparou sobre o consumo da água, em todas as suas esferas - residencial, comercial, industrial e na agricultura. Em vez de apontarmos os culpados (o desperdício nas residências, a falta de chuva, o desmatamento, a poluição...), que tal tiramos um tempo para refletir sobre as nossas atitudes em relação ao uso consciente da água?




Pesca-texto é um espaço para as boas novas, para as boas palavras de liberdade e esperança, para as reflexões leves e também para as que sejam mobilizadoras. Ainda que pareça que o vento virou e que “o mar não está pra peixe”, vamos seguir olhando para o horizonte e acreditando que é possível transformar e melhorar o mundo – muito e sempre.


Texto bom pescado é texto compartilhado!



A QUEM PERTENCE A ÁGUA?
Sérgio Antunes
Clique aqui para ler.


USOS DA ÁGUA: uma questão de prioridade
Giuliano Savioli Deliberador
Clique aqui para ler.


ÁGUA NO BRASIL: abundância, desperdício e escassez
Aldo da C. Rebouças
Clique aqui para ler.


O BRASIL CONTA GOTAS
Cadu Caldas
Clique aqui para ler.


PROJETO DE VALORIZAÇÃO DAS NASCENTES URBANAS 
Objetivo de envolver e sensibilizar as comunidades das bacias hidrográficas dos Ribeirões Arrudas e Onça na proteção de nascentes, visando propor ações de conservação ou recuperação. 





quinta-feira, 6 de novembro de 2014

O Brasil pede água

A crise de água em São Paulo alertou todo o Brasil para a importante questão da preservação dos nossos recursos naturais, que já vem sendo discutida há algum tempo, mas que ainda precisa ser levada a sério por muitos brasileiros. 

As chuvas abundantes da estação ainda não vieram e o desperdício continua alto. Por isso, São Paulo e várias cidades vizinhas, que formam a maior região metropolitana do País, entram na mais grave crise de falta d’água da história.

Reservatório do Sistema Cantareira em Bragança Paulista / Foto: Luis Moura

Entenda a crise em SP 

A crise em São Paulo é, em parte, consequência da falta de água nas cabeceiras de rios que abastecem o Sistema Cantareira. Trata-se de um conjunto de represas responsável por abastecer 9 milhões de habitantes na Grande São Paulo. Todo esse sistema depende das chuvas do verão. Em anos normais, nos meses secos e frios, de junho a agosto, a precipitação é de menos de 150 milímetros. Isso é, normalmente, compensado no primeiro trimestre, que soma cerca de 600 milímetros. Desde o ano passado, as chuvas não vêm no volume esperado. “A maioria dos meses de 2013 já havia registrado níveis de pluviosidade abaixo da média dos últimos 30 anos”, diz o meteorologista Marcelo Shneider, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). “A situação ficou pior a partir de outubro e novembro. Foi um clima anômalo em todo o Sudeste, não apenas na Cantareira.” Nos três primeiros meses de 2014, em vez dos esperados 600 milímetros, caíram menos de 300 milímetros.

O governo estadual põe a culpa na falta de chuva, mas ela não explica a história sozinha. A estiagem deste ano apenas tornou evidente quanto o sistema é frágil e quão escassa a água é, mesmo num país tropical. O governo de São Paulo deve concluir as obras para captar água do volume morto do Sistema Cantareira, que abastece metade da capital paulista. Mesmo com as obras, a situação é crítica. 

Fonte: Revista Época 


Como São Paulo chegou a essa situação? Para entender melhor as proporções dessa crise, veja aqui a entrevista com o presidente do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, realizada pelo Blog do Planeta, da revista Época. Braga é professor da USP e profundo conhecedor do tema – ele trabalhou na Secretaria de Recursos Hídricos de São Paulo e na Agência Nacional das Águas (ANA). Questionado sobre a possibilidade de racionamento, Braga explica que o rodízio – termo usado pelos técnicos para o ato de desligar a água de setores da cidade por algum tempo – não é uma medida apropriada, pelo risco de contaminação. E defende a redução do consumo por meio de multa. "Isso é racionar usando um instrumento econômico".


Nascente do Rio São Francisco seca em MG

A nascente do Rio São Francisco, que está localizada dentro do Parque Nacional da Serra da Canastra, no sudoeste de Minas Gerais, está seca. Segundo o chefe do Parque, diretor Luiz Arthur Castanheira, o evento é inédito e o motivo para isso foi a sucessão de secas que atingem a região há pelo menos três anos. 


"A falta de chuvas é um fenômeno natural que ocorre sempre, diminuindo a quantidade de água no rio. Mas a seca está muito forte este ano. É a primeira vez que as nascentes altas do São Francisco estão secas. O pessoal do parque aqui disse que nunca viu nada igual a isso", afirmou.

Segundo o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, a bacia do rio corta seis Estados -Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Goiás - e uma pequena parte do Distrito Federal, chegando a 504 municípios. O Rio é a única alternativa de água para milhares de pessoas que vivem no semiárido desses estados. E agora? Como ficam nossas nascentes? Como ficam todas essas pessoas que dependem das águas do Rio São Francisco?


O que podemos fazer para economizar água? 


Em tempos de crise de água, toda economia é bem-vinda. É importante saber o quanto é gasto em tarefas diárias para conseguir reduzir o consumo. A Sabesp disponibiliza um simulador de consumo no qual o cidadão pode calcular o consumo de água em diferentes equipamentos da residência. Clique aqui e calcule os seus gastos.

Além de todas as atitudes já conhecidas que podemos adotar diariamente para economizar água, como reduzir o tempo nos banhos e não utilizar mangueira para lavar as calçadas, há outras opções mais criativas para evitar o desperdício. Confira aqui. 


Mais algumas dicas:

- Cheque vazamentos em canos e não deixe torneiras pingando. Um gotejamento simples, pode gastar cerca de 45 litros de água por dia.
- Deixe pratos e talheres de molho antes de lavá-los.
- Aproveite a água da chuva para aguar as plantas e o jardim. As plantas absorvem mais água em horários quentes, então molhe-as de manhã cedo ou no fim do dia.
- Feche a torneira quando estiver escovando os dentes ou fazendo a barba. Só abra quando for usar. Uma torneira aberta por 5 minutos desperdiça 80 litros de água.
- Em vez da mangueira, use vassoura e balde para lavar pátios e quintais. Uma mangueira aberta por 30 minutos libera cerca de 560 litros de água.
- Reaproveite a água da sua máquina de lavar para lavar a calçada.
- Saber ler o hidrômetro é muito simples e pode ajudar a detectar problemas como vazamentos, percebidos pelo consumo fora do normal.
- Não tome banhos demorados, 5 minutos são suficientes. Uma ducha durante 15 minutos consome 135 litros de água.
- Antes de lavar pratos e panelas, limpe os restos de comida com uma escova ou esponja e jogue no lixo.


Cisterna Já!


Essa é uma iniciativa independente, que surgiu em São Paulo e pretende promover o reaproveitamento da água da chuva. O grupo é composto por pessoas ligadas à permacultura e desde de agosto vem buscando soluções para a questão. Confira o site oficial do projeto e aprenda, em simples passos e gastando muito pouco, a fazer um cisterna para sua própria casa. 



E lembre-se: 






quarta-feira, 10 de abril de 2013

Revitalização da Lagoa da Pampulha

Há 60 anos, o Brasil sediava a Copa do Mundo e Belo Horizonte (MG) era uma das cidades-sede. Turistas que a visitaram para assistir aos jogos aproveitaram para conhecer o “concreto em curvas” às margens de uma lagoa. Encantaram-se. 

A Copa de 2014, que novamente será sediada no país, se aproxima. Mas, dessa vez, a exuberância da Pampulha não é a mesma.



A história da lagoa 

A construção da Pampulha, apesar de não ter sido ideia original de Juscelino Kubitschek, e sim do prefeito anterior, Otacílio Negrão de Lima, ultrapassou o projeto inicial ao adquirir maior suntuosidade: um complexo arquitetônico, criado por Oscar Niemeyer. Além de sua beleza paisagística, ela é valorizada pelo famoso conjunto de edificações que representam marcos na arquitetura brasileira. 

Projetada em área rural, a partir de 1936, para servir como reservatório de abastecimento para Belo Horizonte, a represa ainda possui a função de amortecer ondas de cheia ou reduzir a vazão dos cerca de 40 cursos d’água que compõem a sua bacia hidrográfica. 

A lagoa da Pampulha, na época da sua inauguração (década de 40), era utilizada pelos moradores da região para prática de esportes náuticos, pesca e turismo, sendo frequentada por banhistas, desportistas e famílias até os anos 1980, quando começou a ser poluída pelos córregos e fábricas do entorno.

Lagoa da Pampulha na década de 50

Nas últimas décadas, o fenômeno de assoreamento da lagoa e da eutrofização de suas águas acelerou-se, chegando ao lamentável quadro de perda de 50% do seu volume de preservação e de 40% da área do espelho d’água. Além da deterioração da qualidade de suas águas, que apresentam elevados teores de matéria orgânica e baixas concentrações de oxigênio dissolvido. 

Ao longo desses anos, a ocupação desordenada e os escassos investimentos em saneamento básico trouxeram sérias consequências socioambientais para a Bacia da Pampulha.

Lagoa da Pampulha em 2010

O processo de revitalização 

Em 1998, foram realizadas cinco operações de limpeza na Lagoa da Pampulha. Entre as mais de 200 toneladas de lixo retiradas do local, foram encontrados objetos como pneus velhos, garrafas, animais mortos (vacas, cavalos e cachorros), sofás, colchões e armários, carcaça de veículos e ainda dois revólveres. 

Já no ano de 2004, cerca de 2000 toneladas de lixo foram retiradas.

Em 2010, Belo Horizonte sofreu com mais de 2 meses de seca, que reduziram drasticamente o volume de água da bacia. Assim, formou-se uma crosta de poluição na bordas de um dos principais cartões-postais da capital, impregnando as obras de Oscar Niemeyer de um mau-cheiro capaz de deixar qualquer turista bem longe. A mancha verde-musgo (foto acima) se alastrou por vários quilômetros, com mais de 10 centímetros de espessura em alguns pontos. No mesmo ano, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente iniciou um estudo para avaliar alternativas a serem usadas para tentar despoluir a lagoa.

Em março de 2013, o processo de revitalização finalmente começou. A previsão é que, até o final do ano, parte da Lagoa da Pampulha esteja completamente limpa. 

Sonda instalada para monitorar a qualidade da água da lagoa.

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, publicou, no início de março, o edital de licitação do empreendimento “Dragagem para Desassoreamento da Lagoa da Pampulha”. A intervenção complementa as ações de saneamento integrado, em implementação pela PBH e pela Copasa, no âmbito do programa Pampulha Viva, que integra o Programa de Recuperação e Desenvolvimento Ambiental da Bacia Hidrográfica da Pampulha (Propam). 

O termo dragagem define a escavação ou remoção de solo ou rochas do fundo de rios e lagos através de equipamento. A dragagem para desassoreamento da Lagoa da Pampulha consistirá na retirada de materiais orgânicos e inorgânicos sedimentados, carreados ao longo dos anos pelos afluentes da bacia hidrográfica da Pampulha. A previsão é retirar um total de 800 mil metros cúbicos de sedimentos até o inicio da Copa do Mundo de 2014.

O que se pretende é que o material seja dragado, succionado e transportado através de tubulações para um local próximo, no entorno da lagoa, onde deverá ser desidratado mecanicamente, facilitando o transporte para algum local mais distante, licenciado pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente.



Restauração da orla da lagoa

Em março, também foram iniciadas as obras de restauração dos Jardins de Burle Marx, localizados na orla da Lagoa da Pampulha. Serão recuperados os jardins do Museu de Arte da Pampulha, da Casa do Baile, da Igreja São Francisco de Assis, da Casa Kubitschek e da Praça Dalva Simão, todos tombados pelo Patrimônio Cultural nas esferas federal, estadual e municipal. Quem está à frente do projeto é o arquiteto urbanista e paisagista Ricardo Lanna, um dos mais importantes estudiosos de Roberto Burle Marx no país.

A restauração dos jardins de Burle Marx prevê o resgate dos projetos paisagísticos originais, contratados pela Prefeitura na década de 1940, em conjunto com os projetos arquitetônicos da Lagoa da Pampulha. Segundo Ricardo Lanna, a ideia é recuperar o desenho original, deixando os jardins em reciprocidade visual com o projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer. Será feito também um trabalho de recuperação da flora original. 

Para Burle Marx, um jardim "é uma obra viva, que resulta
da combinação de diferentes formas e cores,
como na pintura ou nos sons musicais". 

Foi feito um levantamento das espécies existentes e constatou-se que algumas delas, integrantes do projeto original, se perderam com o tempo. A intenção é fazer o plantio das mesmas espécies ou de similares àquelas que são, na atualidade, protegidas por lei por estarem em risco de extinção. Outra ação importante será a retirada de algumas árvores em mau estado fitossanitário. O projeto ainda prevê a revitalização dos sistemas de iluminação e irrigação dos jardins.

Patrimônio da Humanidade

Em dezembro de 2012, a Fundação Municipal de Cultura retomou a candidatura do Conjunto Arquitetônico da Pampulha ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade, formalizado na Unesco desde 1996. Uma comissão de notáveis, composta por representantes do poder público e da sociedade civil, terá a responsabilidade de transformar o projeto “Pampulha Patrimônio da Humanidade” em realidade.

O título de Patrimônio Cultural da Humanidade é concedido pela Unesco a monumentos, edifícios, trechos urbanos e até ambientes naturais de importância paisagística que tenham valor histórico, estético, arqueológico, científico, etnológico ou antropológico. 




Vamos ajudar a cuidar 
do que é nosso!

quinta-feira, 21 de março de 2013



21 de março – Dia Internacional da Floresta 
22 de março – Dia Internacional da Água


A floresta precisa da água para sobreviver. 
Sem água, a vida seca e morre. 

O planeta Terra vive, hoje, em permanente ameaça de esgotamento de seus recursos naturais. A ação devastadora do homem sobre a Terra vem provocando alterações climáticas, a extinção de sua cobertura verde e o esgotamento gradativo do seu recurso mais essencial à vida: a água, em especial a água doce. De sua parte, o Planeta reage em catástrofes, mostrando toda a sua força. Da parte do homem, a irresponsabilidade permanece e a devastação avança. Nesse cenário, o Brasil – ainda rico em recursos naturais – vivencia as consequências da sobreposição dos interesses econômicos sobre os interesses sociais e ambientais. O Código Florestal Brasileiro, recentemente revisto e aprovado pelo Congresso, não favorece (nem de longe) as matas e florestas brasileiras e irá, em médio prazo, comprometer a sobrevivência de nosso rios e de toda a nossa rica biodiversidade.

Embora o processo de conscientização e defesa do meio ambiente, em todo o mundo, ainda seja lento e frágil diante da ação sempre agressiva dos interesses econômicos, uma reação positiva da sociedade já está em curso. Iniciativas individuais, ações coletivas, mobilizações mundiais (facilitadas pelas redes sociais) vêm ganhando forças e vêm demonstrando que nem todos aceitam passivamente e, menos ainda, concordam com a exploração inconsequente dos recurso naturais, que só visa o lucro imediato e compromete o futuro próximo da vida em toda a Terra. O quadro geral é triste e pede medidas urgentes.

Como parte da natureza, o ser humano traz em si ainda um forte instinto de sobrevivência. É essa energia que move um número cada vez maior de pessoas a reagir, a brigar, a sensibilizar, a ocupar espaços, a defender, com todo e qualquer recurso, o equilíbrio ambiental e a verdadeira sustentabilidade.

Queremos, aqui neste blog, reafirmar o nosso desejo e a nossa posição em favor da natureza e do equilíbrio ambiental sustentável. Nossa contribuição vai no sentido de divulgar e apoiar ações positivas locais, nacionais e mundiais que defendem o ser humano, a natureza e o Planeta.

Celebrando as nossas florestas naturais e urbanas, celebrando a água como elemento essencial à vida, oferecemos a seguir informações úteis e links sobre ações e pessoas corajosas e comprometidas em defender o meio ambiente e em promover a vida como ela deve ser: saudável, abundante e feliz!


21 de março – Dia Internacional da Floresta



Quanto vale uma árvore?
Cada árvore na cidade funciona como um ecossistema, formando habitat rico no seu entorno. Nela, moram sabiás, almas-de-gato, bem-te-vis, entre outros pássaros importantes para o combate a insetos. Além disso, os espécimes são componentes essenciais do ponto de vista climático e da qualidade do ar. Por meio da fotossíntese, ajudam na renovação do oxigênio e as folhas contribuem para reter a sujeira que fica em suspensão na atmosfera.



A rua mais bonita do mundo!

Um túnel verde, formado pelas copas de mais de 100 árvores da espécie tipuana, é a principal atração da Rua Gonçalo de Carvalho, na zona sul de Porto Alegre (RS), que ganhou o apelido de mais bonita do mundo.
Agora, os quase 500 metros totalmente arborizados são o mais novo ponto turístico. Quem visita a cidade faz questão de conhecer a rua, mas muitos não sabem que a luta para que a via fosse preservada foi grande.
Leia mais aqui.




Mexeu com uma árvore, mexeu com todas.
Fica Fícus!

Cansados da política de urbanismo que privilegia apenas o concreto e o asfalto, cidadãos de BH (MG) iniciaram o Movimento Fica Fícus, em favor de uma cidade mais verde, mais agradável e mais humana.
O movimento defende, principalmente, os 53 Fícus da Av. Bernardo Monteiro, que são árvores centenárias e patrimônio paisagístico e cultural da cidade.

Folheto Fica Fícus
www.ficaficus.concatena.org






22 de março – Dia Internacional da Água


“Nenhum outro elemento da natureza parece ter um papel tão determinante para a existência de vida como a água. Existem formas de vida que conseguem viver na ausência de oxigênio (ex.: bactérias, leveduras) mas nenhum organismo consegue viver na ausência de água”.



Carta Europeia da Água
(proclamada em Estrasburgo, em 6 de Maio de 1968)


I. Não há vida sem água. A água é um bem precioso, indispensável a todas as atividades humanas.

II. Os recursos de águas doces não são inesgotáveis. É indispensável preservá-los, administrá-los e, se possível, aumentá-los.

III. Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do homem e dos outros seres vivos que dependem dela.

IV. A qualidade da água deve ser mantida a níveis adaptados à utilização para que está prevista e deve, designadamente, satisfazer as exigências da saúde pública.

V. Quando a água, depois de utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações ulteriores que dela se farão, quer públicas quer privadas.

VI. A manutenção de uma cobertura vegetal adequada, de referência florestal é essencial para a conservação dos recursos hídricos.

VII. Os recursos aquíferos devem ser inventariados.




Clique aqui para visitar o site oficial

A campanha tem como foco cinco objetivos:
1. Consciencializar sobre a importância, os benefícios e os desafios da cooperação em questões relacionadas coma a água;
2. Gerar conhecimento e construir capacidades em prol da cooperação pela água;
3. Provocar ações concretas e inovadoras em prol da cooperação pela água;
4. Fomentar parcerias, diálogo e cooperação pela água como prioridades máximas, mesmo após 2013;
5. Fortalecer a cooperação internacional pela água para abrir caminho para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável defendidos por toda a comunidade que trata sobre água e atendendo às necessidades de todas as sociedades.


Falta de água pode afetar 55% das cidades até 2015 

Em 2015, 55% das cidades brasileiras poderão ter seu acesso à água comprometido. Dessas, 84% necessitam de investimentos para adequação de seus sistemas produtores e 16% precisam de novos mananciais. São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal estão incluídas nessa percentagem.
Falta de água de qualidade mata uma criança a cada 15 segundos no mundo. 



André Trigueiro fala, para a CBN, sobre a desigualdade na gestão do abastecimento da água no Brasil.
Clique aqui para ouvir.

O Velho Chico: na levada da serra; nas malhas do sertão e na pancada do mar. Estes são os três temas que titulam o e-book lançado pelo UNESCO-HidroEX. O livro eletrônico conta a história do rio São Francisco.
Clique aqui para acessar.



Outdoor gera água potável usando ar
Projeto da Universidade de Engenharia e Tecnologia (UTEC) ajuda a melhorar a vida de comunidades carentes.

O painel reflete a proposta educativa de desenvolver o talento dos alunos, para que eles possam se transformar em profissionais de alto nível, capazes de aplicar a ciência, a tecnologia e a inovação em benefício do desenvolvimento sustentável.




A cooperação de todos é extremamente importante para a conservação dos recursos naturais.


Vamos cuidar do que é nosso!