terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Bate o sino...

Neste NATAL queremos que a nossa emoção se multiplique em rede
e transborde com a música de um Brasil sempre 
alegre, integrado, otimista e verdadeiro.

Vamos ser felizes juntos!


Vídeo INdicado por Sônia Dias!



Feliz 2012 para todo mundo!



"O importante é que nós, as pessoas, sejamos livres - 
e plenamente conscientes de que somos parte da natureza." 

(Eduardo Galeano)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Desembrulhe com carinho!


Embrulho >>> desembrulho >>> reaproveito >>> reciclo

 Desembrulhe com o mesmo carinho com que você recebe o presente!
O que fazer com tanto papel de presente no dia seguinte ao Natal? 
Jogar no lixo? De jeito nenhum!

O Vinavina começou a campanha Desembrulhe com carinho em 2010 e foi um sucesso!
Clique aqui para ver os resultados.

No Natal de 2011, esperamos contar com a sua colaboração.
Que essa atitude gere ações tão interessantes quanto as de 2010.
 Desembrulhe seu presente com o mesmo cuidado e carinho com que você o recebe. 
Sabe por quê?


Esse material (papéis, caixas e fitas) gera trabalho e renda e pode ser transformado em outros novos e lindos objetos, que serão novos presentes...
Você pode descartar aquelas embalagens coloridas na coleta seletiva ou pode doar para grupos de inclusão produtiva.

A sua atitude e a nossa campanha podem gerar ações tão interessantes quanto as que aconteceram em 2010.


Participe dessa rede!
O Departamento Socioambiental da Vina está aberto para receber as embalagens que você guardar! 
Entre em contato com a gente:

Tel.: 3221-2448 / 9591-5516
E-mail: vinasocial@gmail.com
ou deixe seu comentário aqui no blog!



Não deixe de conferir na sessão Alto Falante algumas dicas para o fim do ano!
Após as datas festivas, é muito comum ouvirmos pedidos para a doação de sangue – justamente porque, nesses períodos, o número de doadores diminui gradualmente enquanto aumenta a quantidade de ocorrências que precisam de transfusões sanguíneas.


Internauta sobre acidente e 
faz campanha de doação pela web

Para saber mais sobre a internauta Carol Rocha e sobre a campanha a favor da doação de sangue que ela criou após sofrer um acidente, clique nos links abaixo.



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Consuma sem consumir o mundo!


Neste Natal, que tal utilizar alternativas criativas e ecológicas para inovar na decoração da casa, nos comes e bebes natalinos e nos presentes? Você também pode inovar nas embalagens, reutilizando e reaproveitando os materiais que seriam descartados. Não há regras: pode ser um papel bonito que está guardado em casa, uma garrafa pet, uma latinha de achocolatado, um tecido sem utilidade ou o que mais sua imaginação mandar.


Ao optar por reutilizar algo que seria jogado fora, você evita a geração de lixo, economiza dinheiro e oferece um presente especial, que vai além do objeto.

Pensando nisso, o vinavina lista, abaixo, algumas sugestões não só de embalagens, mas de receitas, presentes e lojas para tornar seu Natal mais especial. 

Sinta-se livre para se inspirar e criar algo novo!



Decoração de Natal com pet
Um tutorial explicativo de como fazer uma estrela com o fundo da garrafa pet. 
Original, bonito e super fácil de fazer!


Árvore de Natal feita com pet
Além de ser original, barata e simples de fazer, é uma ótima oportunidade para reutilizar as garrafas pet.


Enfeites ecológicos
Vários projetos que você pode fazer com os materiais que já tem em casa e divertidos para fazer com as crianças. 


Guirlanda feita de botões
Super criativas! O artesanato é fácil e de custo baixo. Veja o molde e o passo-a-passo com as imagens. 


Embalagens alternativas
Seu amigo secreto é jornalista ou simplesmente adora ler notícias? O que acha de embalar o presente dele em folhas de jornal ou quadrinhos antigos? E aqueles retalhos bonitos jogados no fundo do armário? Podem servir para o presente de uma amiga que adora aquela estampa.

Dicas de presentes para o natal e amigo secreto 
Que tal presentear familiares, amigos e pessoas queridas com produtos que trazem consigo valores sociais e de respeito à natureza?


Camisetas ecológicas
Utilizando materiais e processos mais justos e sustentáveis, o Coletivo Verde trabalha para que, a cada dia, as peças encantem as pessoas e criem o menor impacto possível na natureza.


Receitas para a ceia
Em vez de pratos gordurosos e doces repletos de açúcar, aproveite que é verão e abuse de refeições mais leves e refrescantes, bastante apropriadas para a época. Veja, abaixo, dicas para preparar uma ceia mais natural e receitas de entrada, salada e prato principal.


Ceia de Natal mais saudável
Basta ter equilíbrio para não precisar abrir mão dos pratos típicos de Natal e Ano Novo. Tente sempre adaptar e mudar alguns ingredientes e formas de preparo para não perder o saboroso cardápio das festas.



"Para ganhar um ano novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo." 
(Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Na Lata


O Na Lata publica, mensalmente, neste blog, uma entrevista ou um texto interessante - sempre inéditos - que aborda o universo das boas ideias, das melhores práticas e das pequenas e grandes soluções para as questões atuais que envolvem a relação da sociedade com o meio ambiente. Repensar, reinventar e reaproveitar novas ideias e diferentes materiais será sempre a nossa proposta.

Nem lixo, nem sucata: 
todo material é matéria-prima para a arte.

O nosso mundo contemporâneo vive hoje uma realidade que, a cada minuto, nos pede soluções urgentes que, marcadas pela ética, pelo respeito ao outro e ao planeta, possam apontar novos caminhos que nos conduzam a uma vida mais equilibrada, pacífica, sustentável e, consequentemente, mais bonita e feliz. Dentre as posturas socioambientais que vêm ganhando importância e mais adesão na direção de uma vida melhor para todos, está a reutilização de materiais. Companheira de outros importantes R’s (repensar, reaproveitar, reciclar e recusar), a reutilização de materiais vem demonstrando que as suas mais variadas possibilidades ainda podem ser melhor aproveitadas e incorporadas como boa prática coletiva e como atitude individual. A nossa entrevista de novembro buscou uma vertente da reutilização que aponta para um caminho tão promissor quanto transformador: o campo das artes. Afinal, a arte é o canal ideal para a expressão da beleza, da sensibilidade, da harmonia e da transformação de realidades. 
Vamos conhecer um pouco da história de vida da artista e arte-educadora Lucia Kubitscheck. Desde 1997, quando frequentou o Center for Book Arts, de Nova York (EUA), ela vem descobrindo novos caminhos e novos materiais para expressar suas idéias originais, seu talento e seu compromisso em favor do meio ambiente. 

Lúcia, no Departamento Socioambiental da Vina, com sua obra: Open House.

Para quem nunca havia pensado em ser artista e que, já formada em Economia, viveu no Brasil, na Nicarágua, em Portugal, na Holanda e na Alemanha, trabalhando com planejamento e reforma agrária, a sua opção pela arte é surpreendente. Depois de viver em tantos lugares, porque você foi para Nova York e como foi que descobriu a book art?
Lúcia Kubitscheck:  Realmente, eu nunca havia pensado em ser artista. Mas quando decidi ir para Nova York eu já estava vivendo um processo de transformação pessoal. Queria, de fato, mudar minha vida. Comecei criando álbuns para fotos com papel reciclado, pré-papel feito com cascas de árvores e palha de coqueiro, e decorados com folhas e flores, que eu coletava no Prospect Park. Era uma produção bem artesanal, com uma estética rústica, vendida por mim para amigos e para algumas lojas de objetos e cheguei, inclusive, a vender designs para uma revista feminina. Por indicação de uma amiga, cheguei ao Center for Book Arts (Centro de Artes do Livro), em 1997, e lá pude conhecer de perto as possibilidades estéticas do livro como objeto de arte. Frequentei oficinas e desenvolvi a utilização de diversas técnicas tradicionais e contemporâneas ligadas à encadernação, à cartonagem, à colagem, entre outras tantas. Me encantei e direcionei o meu trabalho para a exploração da estética do livro contemporâneo: o formato, a variedade de papéis, o livro-objeto e o desenvolvimento de novos objetos a partir daí. Desde então, meu material básico de criação é o papel.

Como você define o seu trabalho atual com a arte?
Lúcia Kubitscheck: Conceitualmente, o meu trabalho pode ser definido como universal. Ele é multicultural e incorpora elementos do feminino, da religiosidade brasileira e da busca constante por uma estética inovadora. Nas minhas criações, além da aplicação de várias técnicas, eu também utilizo suportes diversos – como bolsas, malas e caixas -, que recebem a nova função de acomodar e exibir as obras. As técnicas de cartonagem, encadernação, colagem, assemblagem, pintura, acoplagem, dobraduras de papel, assim com o a combinação de diferentes tipos de materiais, enfatizando colecionáveis, aparas de papel e a reutilização de peças e objetos, são marcas da minha criação.

Desde os álbuns criados em Nova York, a reutilização de materiais está presente no seu trabalho. Como você trabalha a incorporação desse conceito na sua atuação profissional?
Lúcia Kubitscheck: A reutilização está presente tanto em meu trabalho artístico quanto no meu trabalho social. Diante da proposta ampla dos cinco R’s, eu escolhi a reutilização como foco porque o descarte de materiais com possibilidades incríveis de reutilização – que é diferente da reciclagem - é imenso. Meu olhar para esses materiais é, hoje, o olhar de uma artista consciente do valor que eles têm. E justamente por isso, eu não aceito que eles sejam simplesmente jogados fora. Além dos objetos de arte, eu desenvolvo projetos originais na produção de cartonagem própria para escritórios – pastas, papeleiras, porta-papel, porta-lápis, porta-cartões, marcadores de livros – e vários tipos de álbuns.

 Obra: "My Love is For You"

Você também é arte-educadora e vem desenvolvendo trabalhos com grupos e instituições nas quais a reutilização de materiais e a recuperação de técnicas gráficas tradicionais são o ponto de partida para a criação coletiva de projetos artísticos, culturais e socioambientais. Como tem sido o seu trabalho com a arte-educação?
Lúcia Kubitscheck: Depois que eu voltei para o Brasil, e para Belo Horizonte, minha cidade, eu senti a necessidade de aprimorar os meus conhecimentos para consolidar o meu trabalho e ampliar a minha atuação social. Fiz uma pós-graduação em Arte e Educação, na UEMG, sempre com o foco no meu processo de criação.  A partir daí, participei e ministrei inúmeras oficinas de artes gráficas e de encadernação. No período de 2008 a 2010, trabalhei com a ONG Memória Gráfica – Typographia, Escola de Gravura, instituição voltada para a formação artística e gráfica de adolescentes entre 14 e 21 anos em situação de risco social e em conflito com a lei, sediada no Bairro Horto, em Belo Horizonte (MG). Lá desenvolvi projetos gráficos e fui coordenadora da equipe de professores na proposta interdisciplinar do projeto da Memória Gráfica: gravura, alfabetização visual, construção de textos e tipografia. Hoje, a Memória Gráfica está instalada também no Centro Cultural da UFMG, onde mantém o projeto Museu Vivo que, além de expor as antigas máquinas tipográficas recuperadas e abrigar artistas gráficos, continua a oferecer oficinas e cursos voltados para as artes gráficas (encadernação, encadernação antiga, marmorização, tipografia, entre outros). Nessas novas instalações eu já ministrei a oficina Estruturas Contemporâneas de Encadernação, que deve ser oferecida novamente no primeiro semestre de 2012.


Saiu recentemente na mídia que coleta seletiva de Belo Horizonte só atende a 14% da população e que, atualmente, só consegue recuperar 2,65% do total anual de 284 mil toneladas de materiais recicláveis disponíveis. Como é que você se sente em relação a essa realidade?
Lúcia Kubitscheck: Eu me sinto totalmente impotente diante dessa situação absurda. Primeiro, isso é uma questão política séria. Mesmo com algumas iniciativas acanhadas da SLU e a atuação corajosa de cooperativas e associações de catadores, não existe uma campanha pública efetiva que trabalhe as questões do desperdício, da poluição do ar e das águas. Não sei se você se lembra, pois foi há muito tempo, mas a do “Sugismundo” foi a última campanha pública de fato em favor da limpeza urbana. A Prefeitura de Belo Horizonte não está fazendo a parte dela: a coleta seletiva é irrisória, não existem espaços adequados e suficientes para a coleta e devida separação dos materiais recicláveis. Além do descaso com uma questão séria e urgente, a postura da PBH é pouco inteligente. Acham mais simples (e mais barato...) esgotar a capacidade de um aterro sanitário, com sérias consequências ambientais, do que investir em programas educativos e em infraestrutura para a coleta e a separação de recicláveis em parceria com as associações e cooperativas existentes. Na verdade, eu acredito que solução está na atitude individual em direção ao coletivo. O processo tem que ser de construção de uma consciência comunitária, cada um fazendo a sua parte e exigindo que o poder público faça a parte dele.

Material de divulgação do Departamento Sociomabiental produzidos pela Lúcia, em 2010.

E como foi o seu encontro com o projeto socioambiental da Vina?
Lúcia Kubitscheck: O primeiro contato com o projeto da Vina partiu de um convite que me foi feito pela Cláudia, coordenadora do Departamento Socioambiental, para criar um objeto de arte para integrar o acervo da sua sala especial – toda montada com mobiliário e utilitários criados a partir do reaproveitamento de materiais. Criei um objeto de arte muito curioso, que chamei de “Open house” e que representa simbolicamente um centro cultural. Depois disso, o Departamento Socioambiental lançou, no final de 2010, a campanha “Desembrulhe com carinho” que convidava as pessoas a desembrulhar os presentes de Natal com cuidado e a separar as embalagens para a Vina. As embalagens (incluindo fitas, cordinhas, sacos, sacolas) seriam recolhidas, separadas, selecionadas e transformadas em objetos utilitários para os escritórios e em brindes para as ações institucionais da empresa. Novamente fui convidada a desenvolver um projeto para a Vina e, dessa vez, com o material coletado na campanha. Trabalhando o design gráfico com o conceito socioambiental, eliminando logomarcas, selecionando palavras positivas e combinando materiais, desenvolvi porta-cartões, marcadores de livros e capas para documentos e relatórios do Depto. Socioambiental. Além disso, com esses materiais, desenvolvi também uma linha de utilitários de escritório para a sala da Profa. Tereza Aguilar, na Escola de Engenharia da UFMG. A campanha foi rica no seu propósito educativo e reforçou a atitude de responsabilidade socioambiental da Vina. Tanto que a campanha “Desembrulhe com carinho” será repetida este ano.
E tem mais: estou coordenando, agora em novembro, a oficina de produção do brinde 2011 da Vina – um jogo de Tangram - que será oferecido aos clientes e amigos da empresa. Seguindo uma tradição do Depto. Socioambiental de trabalhar sempre com inclusão e com o reaproveitamento de materiais, a oficina está sendo realizada com integrantes do Clube de Mães Harmonia, ligado ao Lions Clube Santa Tereza. Estamos produzindo as embalagens (criadas por mim) com retalhos de banners, recortes de bandejinhas de isopor e papelão pintado. Além da produção do brinde, estamos trabalhando conceitos estéticos e o desenvolvimento criativo de um produto, desde a concepção, a montagem, até a avaliação dos custos de produção. O resultado tem sido surpreendente.


Como já estamos, por incrível que pareça, no final do ano, você pode nos contar sobre os seus planos para 2012?
Lúcia Kubitscheck: Meus planos para o novo ano incluem um maior investimento no meu trabalho com arte-educação, com a criação e a realização de novas oficinas e, especialmente, vou me dedicar a preparar uma nova exposição. Não sei ainda o local, mas posso adiantar que a base desse novo trabalho serão gavetas de tipografia, que encontrei já em processo de decomposição. Elas serão recuperadas e serão o suporte para uma coleção de miniaturas criadas com papéis e materiais muito especiais. Não quero deixar de mencionar também que estou trabalhando na criação de uma linha exclusiva de utilitários para cafeteria.
Aproveito a entrevista para desejar que todos desembrulhem com carinho os presentes de Natal e que façam, para 2012, um bom propósito: reaproveitar muito e, assim, diminuir o lixo na cidade, no País e no planeta. 

Lúcia Kubitschek e algumas integrantes do Clube de Mães Harmonia

Entrevista realizada
em 22.11.2011 por Élida Murta.

Lúcia Kubitschek é artista plástica, arte-educadora, mora em Belo Horizonte (MG) 
e, além de ministrar oficinas particulares e coletivas de artes gráficas, 
tem dedicado parte do seu tempo a aprender técnicas de pintura.

EXPOSIÇÕES
2011 – 9o. Salão de Arte Contemporânea de Marília (SP), Brasil.
2010 – “Ego’s Dialogue”, “My Love is for You” e “New Millenium” –
Exposição Entre Amigos, Juçara Costta Epaço de Arte, BH, Brasil
2006 – “Open House” - Exposição permanente na VINA Equipamentos, Brasil
2004 – “Capela da Nonna” - Uma viagem de 450 anos a São Paulo - SESC SP/Brasil
2004 - “A Bagagem Mineira” - Biblioteca Pública, BH, Brasil
2002 - “Canteiro de Obras” – Sala JK, arquiteta Izabela Vecci, Casa Cor, BH, Brasil
2000 – “Na Han” and “My love is for you” - Galeria Celma Albuquerque, BH, Brasil
1998 - Na Han” - Book Works - CBA NYC USA 

               
 Algumas dicas de Lúcia

> Projeto EcoBolsa Brasil
Cuidar do Livro - Pedro Malansk
Projeto Social incentiva jovens carentes
> Projeto Memória Gráfica e parceria com o Centro Cultural UFMG
> Resgate da vida: Memória Gráfica
> Museu Vivo Memória Gráfica



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Consuma sem consumir o mundo!

O consumo consciente extrapola o atendimento das necessidades individuais e leva em consideração seus reflexos na sociedade, na economia e no meio ambiente.

Pensando nisso, o vinavina selecionou alguns vídeos que tratam deste tema. 
Assista, reflita, se inspire!


Consciente Coletivo

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.


Faça a sua parte...

Tome uma atitude!


  
Pense de novo
 







"Para alcançar conhecimento, adicione coisas todo dia. 
Para alcançar sabedoria, elimine coisas todo dia."
(Lao-Tsé, século VII a.C.)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Consuma sem consumir o mundo!

O mês de novembro acaba de começar e já estamos cercados por decorações natalinas e pelas propagandas de Natal. Papai Noel já chegou nos shoppings e o festival de luzinhas coloridas – muuuuitas luzinhas – em breve vai cobrir a cidade (e outras cidade mundo afora...)

Bem, como no ano passado, queremos aqui falar da importância do consumo consciente durante as festas de final de ano.

Aproveite este mês de novembro para economizar suas energias e preparar o seu corpo, a sua saúde e o seu coração. Procure relaxar antes de ficar exausto(a) diante de tantos convites, tantas festas, tantos apelos para comprar, tantos presentes para dar e receber. Pense, com calma, sobre a forma como você deseja celebrar a vida, a saúde da sua família e dos amigos, o renascimento da esperança, a possibilidade de uma pausa para a paz no mundo conturbado em que vivemos... Bons motivos não faltam, não é?

Assim, queremos contribuir para que o seu final de ano seja muito alegre e que você consiga realizar tudo o que planejou, e que possa celebrar o Natal e o Ano Novo sem esquecer de praticar os 12 passos do consumo consciente. De acordo com o Instituto Akatu, sob o lema "Consuma sem consumir o mundo em que você vive", existem 12 princípios básicos para o consumo consciente que, aplicados à nossa realidade, podem trazer sustentabilidade à população.



Os 12 passos

  • Planeje suas compras: não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.
  • Avalie os impactos de seu consumo: leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo.
  • Reutilize produtos e embalagens: verifique o que você pode consertar, transformar e reutilizar, evitando assim gastos desnecessários.
  • Consuma apenas o necessário: reflita sobre suas reais necessidades e evite desperdícios.
  • Separe seu lixo: a reciclagem colabora com a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e é uma aliada na geração de empregos.
  • Use crédito conscientemente: pense se o que você vai comprar a crédito não pode esperar até que tenha o valor à vista. Caso contrário, esteja certo de que poderá pagar as prestações.
  • Não compre produtos piratas ou contrabandeados: compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência.
  • Divulgue o consumo consciente: sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente.
  • Reflita sobre seus valores: avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo.
  • Cobre dos políticos: exija de autoridades propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática do consumo consciente.
  • Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas: além de olhar preço e qualidade, valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente.
  • Contribua para a melhoria de produtos e serviços: tenha uma postura ativa e participe. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos/serviços. 

Até o fim do ano vamos postar também boas dicas de presentes e de receitas, além de uma ótima entrevista no Na Lata.
Acompanhe, participe, comente e contribua com suas sugestões e experiências. 


É tempo de alegria! Vamos compartilhar!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Na Lata

O Na Lata publica, mensalmente, neste blog, uma entrevista ou um texto interessante - sempre inéditos - que aborda o universo das boas ideias, das melhores práticas e das pequenas e grandes soluções para as questões atuais que envolvem a relação da sociedade com o meio ambiente. Repensar e reinventar, junto com vocês, será sempre a nossa proposta. 


Toda criança tem o poder para reinaugurar e transformar o mundo 

Toda criança é uma esperança de renovação do futuro. Pensamos em nossos filhos e, diante da forma como estamos tratando o planeta hoje, é inevitável que pensemos em como será o futuro que eles terão para, já adultos, oferecerem também aos seus filhos. 

A degradação do planeta, visível e já sentida nas alterações climáticas e nos desastres naturais que estamos vivenciando, é conseqüência da ação destruidora do homem. Nossos avanços tecnológicos precisam, mais do que nunca, considerar as necessidades do equilíbrio ambiental e colaborar para encontrar soluções urgentes que promovam e garantam, daqui pra frente, a sustentabilidade do planeta e o bem estar geral. 

Para Adelsin – educador, aprendiz de crianças, brincante, reciclador de brinquedos e de idéias em favor da criança e da natureza – “Esse quadro reflete a ruptura do ser humano com os movimentos da natureza. A consequência dessa atitude é o quadro preocupante da saúde planetária. O aquecimento global é o indicador mais claro e triste do “esfriamento humano”. Mas, para a nossa sorte, as crianças e algumas pessoas espalhadas pelos “grandes sertões” não perderam o seu movimento natural e nem a sua força criadora”. 

Observador permanente, Adelsin tem no universo das crianças o seu foco principal de pesquisa e de atuação. Autor de várias publicações voltadas para o educador e o aluno – como a série “Cuidar bem”, desenvolvida para a Fundação Nestlé e posteriormente publicada pela Editora Peirópolis – ele se dedica, atualmente, a um projeto de educação ambiental voltado para as populações ribeirinhas de quatro localidades, situadas na região do Baixo Tocantins e na Ilha de Marajó, no estado do Pará. 

Para encerrar o mês de outubro, em que este blog procurou homenagear as crianças e os professores, vamos conversar com o Adelsin e saber o que ele pensa, a partir da própria experiência, sobre a importante relação entre criança, meio ambiente e a nossa esperança por um futuro sempre melhor.

Adelsin


As crianças são o nosso futuro e a nossa esperança. Quais são, pra você, as possibilidades de mudança no mundo atual?
Adelsin:  Vivemos um momento delicado na história da humanidade. Hoje sabemos que se não forem revistas algumas práticas a nossa continuidade no planeta estará seriamente ameaçada. Por isso, nos mais diferentes lugares da terra, pessoas sensíveis à necessidade de buscar formas de uma convivência harmoniosa com a natureza têm inaugurado novas possibilidades que poderão nos ajudar a seguir adiante. Essas novas possibilidades apontam para práticas sustentáveis em áreas distintas como agricultura, arquitetura, saúde, energia e educação. Essas mudanças de atitude buscam um retorno a uma consciência de unidade planetária. Elas se inspiram em experiências ancestrais desenvolvidas durante milhares de anos de interação natural com o ambiente. Eu acredito que ainda está em tempo de construirmos uma sociedade sustentável, mas ela só acontecerá quando formos capazes de, ao mesmo tempo, respeitar os saberes positivos do passado e decifrar as mensagens do mundo novo reveladas pelas crianças.


Mas o desenvolvimento tecnológico não poderia também contribuir para criar novos comportamentos em favor do nosso meio ambiente?
Adelsin: Como parte do movimento universal, cada ser vivo tem uma natureza de movimentos que precisa ser cumprida para que o seu processo evolutivo tenha continuidade. O ser humano, ao contrário de outras espécies, desenvolveu mecanismos de sobrevivência e de progresso tecnológico tão surpreendentes que criou uma ilusão coletiva de evolução acelerada. Mas, no entanto, o avanço tecnológico não foi desenvolvido em sintonia com os movimentos naturais planetários e, tão pouco, com o devido respeito à mãe Terra. As consequências do desrespeito ao meio ambiente já começam a ser sentidas em todos os continentes através de alterações climáticas, contaminação do solo e das águas e, principalmente, pela desarmonia entre os seres humanos.
A nossa esperança é que a capacidade criadora do ser humano é surpreendente. Quando a ciência estiver realmente a serviço da vida certamente teremos a tecnologia adequada à evolução harmoniosa da humanidade.


Como você vê a infância no contexto atual das grandes cidades?
Adelsin: Eu fico muito preocupado com a imobilidade da infância urbana e os prejuízos que uma vida sem movimento e sem contato com a natureza pode trazer para o ser humano em crescimento. É muito difícil para uma criança desenvolver um sentimento de amor pelo meio ambiente quando o ambiente em que ele vive é árido e contido. É muito difícil vislumbrar um desenvolvimento saudável de relações sociais construídas somente em redes virtuais. É preocupante, também, a construção dos conceitos de respeito e de liberdade numa sociedade de consumo exacerbado, de desigualdades sociais, com grades, cercas elétricas, condomínios fechados e medo. A minha esperança está justamente no fato de que as crianças são surpreendentes e ainda florescem apesar das adversidades. As crianças urbanas brincam nas brechinhas que encontram nas escadas dos prédios, na saída das escolas, embaixo das mesas, nos parques e em alguns projetos socioambientais que se tornaram os novos quintais urbanos.

Qual a relação entre a infância e a formação de uma consciência de preservação ambiental?
Adelsin: Acredito que cada criança que nasce é um passo adiante na evolução da espécie humana. O ser humano criança traz em sua herança genética não somente as características físicas de seus ancestrais, mas toda a experiência acumulada em milhares de anos de convivência com a natureza. Essa experiência evolutiva é manifestada naturalmente nos movimentos da infância, nos brinquedos e brincadeiras que as crianças querem e precisam brincar. Por esse motivo, existe uma cultura universal das crianças com gestos que se repetem, desde o começo dos tempos, em qualquer local do planeta. Quando existe tempo, liberdade e ambiente propício, a cultura das crianças se enriquece e aponta para o futuro. A convivência com os ambientes naturais na infância será de grande importância para o reconhecimento e o desenvolvimento de uma relação íntima com a natureza. Na infância, a criança ainda não tem muito clara a dimensão do futuro, mas a convivência com a natureza irá favorecer o desenvolvimento de uma consciência natural de cuidado com o meio ambiente que a acompanhará nas etapas posteriores da vida. Cabe a nós, adultos, ajudá-las a desenvolver um sentimento de carinho com o ambiente e reaprender, com elas, o caminho da evolução.


Quais seriam as transformações necessárias para que as crianças pudessem ter respeitado o seu direito à infância na sociedade contemporânea?
Adelsin: É preciso primeiro que haja um reconhecimento amplo das necessidades da infância que vão muito além das já previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Para que essas mudanças acontecessem de fato seria preciso que houvesse transformações sensíveis na realidade social, política e cultural do País. Seria necessário um novo olhar para a arquitetura das escolas e das moradias. Não deveria ser mais aceitável imaginar casas sem quintal, escolas sem áreas verdes e espaço/tempo para a livre convivência das crianças e dos jovens. Seria necessária também uma atenção maior para com a programação das TVs e com a publicidade voltada para as crianças.
Enquanto isso não é realidade, cada pai ou mãe, ou tio ou avó, pode dar um presente inesquecível para as crianças de sua família. Um passeio no parque, na praça ou na roça; uma história fantástica, acontecida ou inventada; um brinquedo construído como no seu tempo de criança. Esse encontro entre gerações diferentes de meninos e meninas pode ser o início de uma grande transformação, que poderá curar o planeta e salvar a humanidade da extinção.

De onde vem a sua crença de que essa transformação é possível?
Adelsin: De anos de convivência com as crianças do Brasil e da observação das dimensões maiores dos movimentos da sua cultura própria. Um olhar atento para o imenso repertório dos brinquedos universais das crianças com suas variantes regionais revela sinais essenciais do que há de mais elevado na experiência humana individual e coletiva. Já fomos todos sabedores desses segredos, mas a nossa (de)formação social, escolar e cultural, acontecida dentro de uma sociedade monetária e competitiva nos fez esquecer de como é bom viver sem pressa e sem “ego-objetivos”. A sorte é que, a cada dia, nasce uma criança nova em alguma família que é brindada com a chance de começar outra vez. Ninguém fica indiferente e nem mesmo convencional diante de uma criança recém nascida. A criança pequena tem o poder de reinaugurar o novo em cada um que se aproxima do berço. E como ela ainda não fala a nossa língua, cada um de nós procura falar a língua universal do ser humano ainda novo e é aí que o novo pode se restabelecer no velho ser. Como já disse, eu acredito que a criança é o último passo da evolução humana e é ela quem pode nos levar adiante.

Ravi e Adelsin
Como você tem desenvolvido o seu trabalho no sentido de contribuir para essa transformação?
Adelsin: Desde que conheci a pesquisadora e educadora Lydia Hortélio, nos anos 1980, me vi contagiado pela luta pelo direito das crianças à infância e à convivência com a natureza. Desde então, tenho aprendido e partilhado experiências vividas pelas crianças do Brasil em territórios de convivência em liberdade. Para difundir a imensa riqueza da cultura das crianças e desanuviar o olhar dos adultos, venho realizando encontros para brincar e conversar sobre a infância, nos mais diferentes lugares do País. Esses encontros têm formatos diferentes como: oficinas de brinquedos, cursos de “educação ambiental”, palestras, etc. Para realizar esses encontros, atuo como ‘agente infiltrado’ da infância dentro de ONGs, de secretarias do poder público e de institutos de empresas multinacionais. Tenho produzido, aos poucos, publicações com brinquedos do inesgotável repertório das crianças. Espero que, nos próximos anos, eu tenha mais tempo para me dedicar à produção de materiais que possam sensibilizar um número maior de pessoas e, assim, ajudar os meninos e as meninas do Brasil a viverem a sua infância como ela merece ser vivida. É a minha pequena contribuição para continuarmos no planeta.

Você poderia nos dar boas sugestões de livros, videos e sites sobre os temas da nossa entrevista?
Adelsin: O livro que conheço que trata da natureza do lugar e da natureza humana em integração e profundidade é o “Grande Sertão Veredas” de Guimarães Rosa. São necessárias algumas lidas para se enveredar naquele sertão.

Um vídeo que acho muito especial e que mostra a criança e a natureza de forma sensível é o Capitão Menino, de Renata Meirelles e David Reeks. (projetobira@hotmail.com).
Quanto aos sites, eu gosto de visitar os de tecnologia alternativa e de bioconstrução. Vale a pena conhecer os sítios dos Institutos de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – IPEC e da Mata Atlântica - IPEMA
Mas bom mesmo é aproveitar que está chegando o tempo da jabuticaba e ir visitar o sítio do amigo, da tia ou do avô, junto com as crianças, no próximo final de semana.     



Adelsin (Adelson Fernandes Murta Filho) é formado em Artes Plásticas pela UFMG e desenvolve pesquisas e oficinas voltadas para o universo da criança desde 1988. Sócio da Nhambu Ação Cultural, é consultor sobre cultura infantil e educação ambiental, e tem desenvolvido e realizado projetos para ONGs, instituições públicas e privadas nessas áreas, em todo o Brasil. Já publicou os livros Barangandão Arco-íris - 36 brinquedos inventados por meninos (Editora Peirópolis) e os livros Guisadinho, Cuidar bem das Águas, Cuidar bem do Ambiente e Cuidar bem das Crianças, desenvolvidos para a Fundação Nestlé Brasil.




"Ainda está em tempo de construirmos uma sociedade sustentável, mas ela só acontecerá quando formos capazes de, ao mesmo tempo, respeitar os saberes positivos do passado e decifrar as mensagens do mundo novo reveladas pelas crianças."

(Adelsin)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Vamos brincar?

Brincando e jogando, a criança socializa e consegue expressar suas fantasias, seus desejos e suas experiências reais de um modo simbólico, em que a imaginação e a criatividade fluem de forma lúdica. 
Por isso, o vinavina preparou um post só com brincadeiras populares, que o mundo moderno vem esquecendo, e com outras dicas para a diversão da meninada! 



Jogo do Telefone sem Fio
Idade: a partir de 4 anos
Participantes: cinco ou mais 
Estimula: atenção; imaginação


Organize os jogadores sentados um ao lado do outro, em fila.
O primeiro jogador diz uma frase/mensagem no ouvido do colega seguinte. Cada participante, após receber a mensagem, fala o mais baixo possível no ouvido do colega seguinte até que o ultimo falará em voz alta o que recebeu. A mensagem muitas vezes chega completamente diferente!!

Jogo do Passa Anel
Idade: a partir de 3 anos
Participantes: três ou mais
Estimula: atenção; coordenação motora; imaginação 


Escolha quem vai ser o passador de anel. O passador põe o anel (ou outra coisa pequena) entre suas mãos, que estão encostadas uma na outra. Os outros jogadores ficam um ao lado do outro, com as palmas das mãos encostadas como as do passador de anel. O passador passa as suas mãos no meio das mãos de cada um dos jogadores, deixando cair o anel na mão de um deles sem que ninguém perceba. Quando tiver passado por todos os jogadores, o passador pergunta a um deles: "Quem ficou com a anel?".
Se acertar, é o novo passador. Se não, paga a prenda que os jogadores mandarem.
O passador repete a pergunta até alguém acertar. Quem acerta é o novo passador.


Batatinha frita um, dois, três!
Esta frase dará o tempo de todo mundo se mexer pra alcançar o paredão! 
Batatinha frita um, dois, três; é um jogo de agilidade e habilidade...


Uma criança fica de costas para um paredão e as outras crianças ficam na outra extremidade, enfileiradas. Melhor que seja uma distância considerável entre o paredão e as crianças, para que haja um grau de dificuldade maior na brincadeira. 

A criança que está no paredão, conta, de olhos fechados e virada para a parede: "Batatinha frita um, dois, três!"  Enquanto isso, as outras crianças enfileiradas vão caminhando conforme o ritmo ditado pela criança na parede (pode ser rápido, devagar, pausado...). A criança da parede, quando terminar a frase, deve virar para o grupo todo que vai imediatamente ficar paralisado feito estátua enquanto a criança observa se alguém irá se mexer. Quem se mexer, volta para o início e deve começar tudo de novo.


Rouba Bandeira
Jogadores: quatro ou mais (o número precisa ser par, para que a divisão dos times seja exata).
Material necessário: duas bandeiras (ou objetos que representem bandeiras) e um giz para marcar o chão, caso não seja uma quadra.


As crianças são divididas em dois times. Cada um fica com um lado da quadra. Na linha de fundo de cada espaço é fincada a bandeira do time. O objetivo é roubar a bandeira adversária e proteger a sua, atravessando o campo adversário correndo.
Quando um ou mais jogador tenta atravessar o campo inimigo, precisa cuidar para não ser pego por nenhum de seus adversários, senão fica “preso” no fundo do campo e não pode mais ajudar seu time. Os jogadores presos no campo adversário só podem ser libertados pelo toque de um de seus companheiros de time.
Enquanto parte do time se dedica à conquista da bandeira do outro, o resto fica incumbido de proteger a sua própria bandeira, evitando que os adversários cheguem até ela, e de vigiar os presos, para que seus colegas não os libertem.
O jogo acaba quando um dos times conseguir trazer para seu campo a bandeira do outro.

Bolinha de Gude
Existem várias maneiras de jogar. Pode ser com o objetivo de conquistar as bolas do adversário ou simplesmente testar a precisão dos movimentos. As jogadas podem ser de feitas de perto, de longe, de uma vez só ou aos “petelecos”. 


O chão de terra é o local ideal para jogar, já que algumas modalidades pedem pequenos buracos no caminho. Dá para jogar em terrenos asfaltados e pisos, marcando a arena com um giz, mas isso implica em fazer adaptações nas fases que envolvem buracos, como substituí-los por círculos.

Cada jogador traz de casa sua coleção de bolinhas, que pode crescer ou diminuir, dependendo de seu desempenho em jogo e das regras acordadas no início. Existem bolas de tamanhos e cores diferentes, algumas de uma cor só e outras com detalhes internos chamados de “olho de gato”. Todas elas servem para esse jogo.


Dicas de livros 


Ana Carolina Neves
Editora FTD
Imagine um submarino que flutua como uma água viva. É dentro dele que uma menina desvenda as maravilhas submersas nos rios e nas lagoas do Pantanal. 

Global Editora
Versos de Cora Coralina falam da lenda oriental da princesa Lui. 

Editora Moderna
Ana Maria Machado reconta essa história de emoção e aventura no mar. 

Cinema Infantil


Cinema em muitas línguas: Nono Festival Internacional de Cinema Infantil.
Irá acontecer em dez cidades do Brasil. 
Em Belo Horizonte, acontecerá na semana de 21 a 30 de outubro, no Pátio Savassi. 

Confira programação no site: www.fici.com.br




"Nós não paramos de brincar porque envelhecemos. Envelhecemos porque paramos de brincar."
(Oliver Holmes)