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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Descartando corretamente

Você sabia que existe uma maneira correta de se desfazer de móveis, entulhos, óleo de cozinha, equipamentos eletrônicos e outros tipos de materiais? Estamos falando do descarte inteligente. Com ele, evitamos que esses materiais sejam descartados incorretamente, reduzindo, assim, o impacto ambiental.

Essa e outras atitudes simples fazem parte da construção de uma sociedade melhor. Quando optamos por descartar o nosso lixo da maneira mais correta possível, estamos transformando positivamente o meio em que vivemos.



Descarte inteligente na Vina

Na busca pela coerência entre teoria e prática sustentável, a Vina vem tomando alguns cuidados na sua rotina. Um deles é o descarte correto de diversos tipos de materiais, aliado a campanhas educativas internas na empresa. 


Lixo eletrônico 


Desde 2012, a Vina realiza o descarte correto do seu lixo eletrônico, que geralmente é composto por itens de informática, cabos elétricos, placas eletrônicas, celulares e computadores. Existem empresas especializadas nesse tipo de serviço. Elas recolhem o lixo estocado, reformam o que pode ser reutilizado ou encaminham os materiais para sua destinação correta. A Vina utiliza os serviços de duas empresas: 

Realizam a coleta em domicílio e/ou empresas sob um prévio agendamento:
coleta@emile.net.br ou (31) 3044-5280

Também realizam a coleta das sucatas, dependendo do volume.
(31) 3063-0688 e (31) 8324-3996
contato@bhrecicla.com.br

Confira mais informações sobre o descarte de lixo eletrônico



Óleo lubrificante 



Os óleos lubrificantes utilizados nas máquinas da Vina também são reciclados, periodicamente, pela empresa Lwart Lubrificantes, que faz o recolhimento e o tratamento desse material. Segundo a Resolução Conama nº362/2005, “todo o óleo lubrificante usado ou contaminado, deverá ser recolhido, coletado e ter destinação final, de modo que não afete negativamente o meio ambiente e propicie a máxima recuperação de suas propriedades”. 

Para mais informações sobre o processo de coleta, clique aqui. 



Sucata metálica e baterias automotivas


A Vina também se preocupa com a destinação correta das sucatas metálicas geradas na empresa e das baterias automotivas utilizadas nas máquinas. Normalmente, esse tipo de sucata é repassada para empresas e/ou pessoas que se responsabilizam pela reciclagem ou reutilização adequadas desses materiais. 

Algumas sucatas e resíduos também são reutilizadas na Vina. Artistas da sucata reutilizam e transformam materiais diversos em peças utilitárias e de decoração. Em breve, faremos uma postagem especial sobre esse assunto.

 
Clique nas imagens para ampliar. 



"Adote seu copo!"

Com o objetivo de sensibilizar a equipe da Vina para o valor de pequenas ações individuais, que podem fazer a diferença para a empresa e para a sociedade, o Departamento Socioambiental lançou (em novembro de 2013) a campanha “Adote o seu copo”. A proposta é reduzir os copos descartáveis utilizados na empresa com uma ideia muito simples: cada um anota o próprio nome no copo para utilizá-lo durante o dia inteiro e só descartá-lo na hora de ir embora. Assim, para incentivar a participação de todos, foi afixado um cartaz junto de cada bebedouro com uma caneta para escrever os nomes.


A campanha já deu bons resultados! Com a colaboração de todos, a Vina conseguiu diminuir significativamente seu gasto em copos descartáveis.

Veja a diferença, considerando que cada tubo de copo contém 100 copos: 
  • Consumo médio por mês antes da campanha: 73 tubos 
  • Consumo médio por mês após a campanha: 43 tubos


Use os dois lados do papel! 

Clique na imagem para ampliar.

O Departamento Socioambiental também propôs a redução no consumo de outros materiais, como folhas de papel e papel toalha, que já começaram a ser poupados. Em 2012, a Vina gastou uma média de 252.000 folhas de papel A4. Utilizando os dois lados do papel e reduzindo a quantidade de impressão, seria possível economizar, com base nesses números, mais de 126.000 folhas de papel, quantidade equivalente a 11 árvores.





quinta-feira, 23 de maio de 2013

Páginas Revueltas Páginas Infinitas

Nem lixo, nem sucata: 
todo material é matéria-prima para a arte.

A artista e arte-educadora Lucia Kubitscheck, desde 1997, ano em que frequentou o Center for Book Arts, de Nova York (EUA), vem descobrindo novos caminhos e novos materiais para expressar suas ideias originais, seu talento e seu compromisso em favor do meio ambiente.

Em novembro de 2011, o vinavina entrevistou a artista, que já trabalhou em diversas produções em parceria com o Departamento Socioambiental, como na campanha "Desembrulhe com Carinho" e na criação do objeto de decoração Open House.

Lúcia, no Departamento Socioambiental da Vina, com sua obra: Open House.

As obras criadas por Lúcia se baseiam, principalmente, na ressignificação dos objetos: uma vertente da reutilização, direcionada para o campo promissor e transformador das artes.

Na sua recente exposição, "Páginas Revueltas Páginas Infinitas", Lucia utilizou velhas gavetas tipográficas descartadas pelo Museu Vivo da Memória Gráfica de Belo Horizonte (MG). Ao ver esse material indo para o lixo, Lucia conta: "Quando soube que não seria dado outro fim às gavetas que não o lixo, eu cheguei a ficar "doente" e decidi levá-las comigo. Tinha medo que "outro aventureiro" o fizesse".

Lúcia e uma parte da sua nova obra. 

O resultado dessa experiência está exposto, até o dia 14 de junho, no Espaço Cultural da V & M do Brasil. São 14 objetos e uma instalação que mesclam técnicas de encadernação contemporânea e estruturas alternativas ao livro tradicional, cartonagem, colagem e acoplagem. 


"No meu ateliê, eu coleciono um pouco de tudo que penso haver funcionalidade para os meus trabalhos. (...) Meu desejo é provocar a reflexão sobre a funcionalidade das coisas e sobre as possibilidades criativas". 


Exposição: "Páginas Revueltas Páginas Infinitas" 
Data: 16 de maio a 07 de junho  
Local: Espaço Cultural V & M do BRASIL (avenida Olinto Meireles, 65, Barreiro) 
Horário: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. 
Visitas gratuitas pré-agendadas: Robson Soares - (31) 3328-2840 ou
(31) 9967-2840


Mais fotos aqui: 
(clique para ampliá-las)








sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Desembrulhe com carinho!




Embrulho >>> desembrulho >>> reaproveito >>> reciclo

Desembrulhe com o mesmo carinho com que você recebe o presente!

O que fazer com tanto papel de presente no dia seguinte ao Natal? 
Jogar no lixo? De jeito nenhum! Sabe por quê?

Esse material (papéis, caixas e fitas) gera trabalho e renda e pode ser transformado em outros novos e lindos objetos, que serão novos presentes... 
Você pode descartar aquelas embalagens coloridas na coleta seletiva ou pode doar para grupos de inclusão produtiva. 


Participe dessa rede!
O Departamento Socioambiental da Vina está aberto para receber as embalagens que você guardar! 
Entre em contato com a gente:

Tel.: 3221-2448 / 9591-5516
E-mail: vinasocial@gmail.com
ou deixe seu comentário aqui no blog!




2013: 
sorte, verdade e alegria!


Presépio vivo montado para a festa da UMEI Águas Claras, em Belo Horizonte (MG). Para saber mais sobre esse trabalho conjunto, clique aqui.


Feliz Natal! Feliz Ano Novo!


Para você, para sua família e para o mundo todo!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Na Lata


O Na Lata publica, mensalmente, neste blog, uma entrevista ou um texto interessante - sempre inéditos - que aborda o universo das boas ideias, das melhores práticas e das pequenas e grandes soluções para as questões atuais que envolvem a relação da sociedade com o meio ambiente. Repensar, reinventar e reaproveitar novas ideias e diferentes materiais será sempre a nossa proposta.

Nem lixo, nem sucata: 
todo material é matéria-prima para a arte.

O nosso mundo contemporâneo vive hoje uma realidade que, a cada minuto, nos pede soluções urgentes que, marcadas pela ética, pelo respeito ao outro e ao planeta, possam apontar novos caminhos que nos conduzam a uma vida mais equilibrada, pacífica, sustentável e, consequentemente, mais bonita e feliz. Dentre as posturas socioambientais que vêm ganhando importância e mais adesão na direção de uma vida melhor para todos, está a reutilização de materiais. Companheira de outros importantes R’s (repensar, reaproveitar, reciclar e recusar), a reutilização de materiais vem demonstrando que as suas mais variadas possibilidades ainda podem ser melhor aproveitadas e incorporadas como boa prática coletiva e como atitude individual. A nossa entrevista de novembro buscou uma vertente da reutilização que aponta para um caminho tão promissor quanto transformador: o campo das artes. Afinal, a arte é o canal ideal para a expressão da beleza, da sensibilidade, da harmonia e da transformação de realidades. 
Vamos conhecer um pouco da história de vida da artista e arte-educadora Lucia Kubitscheck. Desde 1997, quando frequentou o Center for Book Arts, de Nova York (EUA), ela vem descobrindo novos caminhos e novos materiais para expressar suas idéias originais, seu talento e seu compromisso em favor do meio ambiente. 

Lúcia, no Departamento Socioambiental da Vina, com sua obra: Open House.

Para quem nunca havia pensado em ser artista e que, já formada em Economia, viveu no Brasil, na Nicarágua, em Portugal, na Holanda e na Alemanha, trabalhando com planejamento e reforma agrária, a sua opção pela arte é surpreendente. Depois de viver em tantos lugares, porque você foi para Nova York e como foi que descobriu a book art?
Lúcia Kubitscheck:  Realmente, eu nunca havia pensado em ser artista. Mas quando decidi ir para Nova York eu já estava vivendo um processo de transformação pessoal. Queria, de fato, mudar minha vida. Comecei criando álbuns para fotos com papel reciclado, pré-papel feito com cascas de árvores e palha de coqueiro, e decorados com folhas e flores, que eu coletava no Prospect Park. Era uma produção bem artesanal, com uma estética rústica, vendida por mim para amigos e para algumas lojas de objetos e cheguei, inclusive, a vender designs para uma revista feminina. Por indicação de uma amiga, cheguei ao Center for Book Arts (Centro de Artes do Livro), em 1997, e lá pude conhecer de perto as possibilidades estéticas do livro como objeto de arte. Frequentei oficinas e desenvolvi a utilização de diversas técnicas tradicionais e contemporâneas ligadas à encadernação, à cartonagem, à colagem, entre outras tantas. Me encantei e direcionei o meu trabalho para a exploração da estética do livro contemporâneo: o formato, a variedade de papéis, o livro-objeto e o desenvolvimento de novos objetos a partir daí. Desde então, meu material básico de criação é o papel.

Como você define o seu trabalho atual com a arte?
Lúcia Kubitscheck: Conceitualmente, o meu trabalho pode ser definido como universal. Ele é multicultural e incorpora elementos do feminino, da religiosidade brasileira e da busca constante por uma estética inovadora. Nas minhas criações, além da aplicação de várias técnicas, eu também utilizo suportes diversos – como bolsas, malas e caixas -, que recebem a nova função de acomodar e exibir as obras. As técnicas de cartonagem, encadernação, colagem, assemblagem, pintura, acoplagem, dobraduras de papel, assim com o a combinação de diferentes tipos de materiais, enfatizando colecionáveis, aparas de papel e a reutilização de peças e objetos, são marcas da minha criação.

Desde os álbuns criados em Nova York, a reutilização de materiais está presente no seu trabalho. Como você trabalha a incorporação desse conceito na sua atuação profissional?
Lúcia Kubitscheck: A reutilização está presente tanto em meu trabalho artístico quanto no meu trabalho social. Diante da proposta ampla dos cinco R’s, eu escolhi a reutilização como foco porque o descarte de materiais com possibilidades incríveis de reutilização – que é diferente da reciclagem - é imenso. Meu olhar para esses materiais é, hoje, o olhar de uma artista consciente do valor que eles têm. E justamente por isso, eu não aceito que eles sejam simplesmente jogados fora. Além dos objetos de arte, eu desenvolvo projetos originais na produção de cartonagem própria para escritórios – pastas, papeleiras, porta-papel, porta-lápis, porta-cartões, marcadores de livros – e vários tipos de álbuns.

 Obra: "My Love is For You"

Você também é arte-educadora e vem desenvolvendo trabalhos com grupos e instituições nas quais a reutilização de materiais e a recuperação de técnicas gráficas tradicionais são o ponto de partida para a criação coletiva de projetos artísticos, culturais e socioambientais. Como tem sido o seu trabalho com a arte-educação?
Lúcia Kubitscheck: Depois que eu voltei para o Brasil, e para Belo Horizonte, minha cidade, eu senti a necessidade de aprimorar os meus conhecimentos para consolidar o meu trabalho e ampliar a minha atuação social. Fiz uma pós-graduação em Arte e Educação, na UEMG, sempre com o foco no meu processo de criação.  A partir daí, participei e ministrei inúmeras oficinas de artes gráficas e de encadernação. No período de 2008 a 2010, trabalhei com a ONG Memória Gráfica – Typographia, Escola de Gravura, instituição voltada para a formação artística e gráfica de adolescentes entre 14 e 21 anos em situação de risco social e em conflito com a lei, sediada no Bairro Horto, em Belo Horizonte (MG). Lá desenvolvi projetos gráficos e fui coordenadora da equipe de professores na proposta interdisciplinar do projeto da Memória Gráfica: gravura, alfabetização visual, construção de textos e tipografia. Hoje, a Memória Gráfica está instalada também no Centro Cultural da UFMG, onde mantém o projeto Museu Vivo que, além de expor as antigas máquinas tipográficas recuperadas e abrigar artistas gráficos, continua a oferecer oficinas e cursos voltados para as artes gráficas (encadernação, encadernação antiga, marmorização, tipografia, entre outros). Nessas novas instalações eu já ministrei a oficina Estruturas Contemporâneas de Encadernação, que deve ser oferecida novamente no primeiro semestre de 2012.


Saiu recentemente na mídia que coleta seletiva de Belo Horizonte só atende a 14% da população e que, atualmente, só consegue recuperar 2,65% do total anual de 284 mil toneladas de materiais recicláveis disponíveis. Como é que você se sente em relação a essa realidade?
Lúcia Kubitscheck: Eu me sinto totalmente impotente diante dessa situação absurda. Primeiro, isso é uma questão política séria. Mesmo com algumas iniciativas acanhadas da SLU e a atuação corajosa de cooperativas e associações de catadores, não existe uma campanha pública efetiva que trabalhe as questões do desperdício, da poluição do ar e das águas. Não sei se você se lembra, pois foi há muito tempo, mas a do “Sugismundo” foi a última campanha pública de fato em favor da limpeza urbana. A Prefeitura de Belo Horizonte não está fazendo a parte dela: a coleta seletiva é irrisória, não existem espaços adequados e suficientes para a coleta e devida separação dos materiais recicláveis. Além do descaso com uma questão séria e urgente, a postura da PBH é pouco inteligente. Acham mais simples (e mais barato...) esgotar a capacidade de um aterro sanitário, com sérias consequências ambientais, do que investir em programas educativos e em infraestrutura para a coleta e a separação de recicláveis em parceria com as associações e cooperativas existentes. Na verdade, eu acredito que solução está na atitude individual em direção ao coletivo. O processo tem que ser de construção de uma consciência comunitária, cada um fazendo a sua parte e exigindo que o poder público faça a parte dele.

Material de divulgação do Departamento Sociomabiental produzidos pela Lúcia, em 2010.

E como foi o seu encontro com o projeto socioambiental da Vina?
Lúcia Kubitscheck: O primeiro contato com o projeto da Vina partiu de um convite que me foi feito pela Cláudia, coordenadora do Departamento Socioambiental, para criar um objeto de arte para integrar o acervo da sua sala especial – toda montada com mobiliário e utilitários criados a partir do reaproveitamento de materiais. Criei um objeto de arte muito curioso, que chamei de “Open house” e que representa simbolicamente um centro cultural. Depois disso, o Departamento Socioambiental lançou, no final de 2010, a campanha “Desembrulhe com carinho” que convidava as pessoas a desembrulhar os presentes de Natal com cuidado e a separar as embalagens para a Vina. As embalagens (incluindo fitas, cordinhas, sacos, sacolas) seriam recolhidas, separadas, selecionadas e transformadas em objetos utilitários para os escritórios e em brindes para as ações institucionais da empresa. Novamente fui convidada a desenvolver um projeto para a Vina e, dessa vez, com o material coletado na campanha. Trabalhando o design gráfico com o conceito socioambiental, eliminando logomarcas, selecionando palavras positivas e combinando materiais, desenvolvi porta-cartões, marcadores de livros e capas para documentos e relatórios do Depto. Socioambiental. Além disso, com esses materiais, desenvolvi também uma linha de utilitários de escritório para a sala da Profa. Tereza Aguilar, na Escola de Engenharia da UFMG. A campanha foi rica no seu propósito educativo e reforçou a atitude de responsabilidade socioambiental da Vina. Tanto que a campanha “Desembrulhe com carinho” será repetida este ano.
E tem mais: estou coordenando, agora em novembro, a oficina de produção do brinde 2011 da Vina – um jogo de Tangram - que será oferecido aos clientes e amigos da empresa. Seguindo uma tradição do Depto. Socioambiental de trabalhar sempre com inclusão e com o reaproveitamento de materiais, a oficina está sendo realizada com integrantes do Clube de Mães Harmonia, ligado ao Lions Clube Santa Tereza. Estamos produzindo as embalagens (criadas por mim) com retalhos de banners, recortes de bandejinhas de isopor e papelão pintado. Além da produção do brinde, estamos trabalhando conceitos estéticos e o desenvolvimento criativo de um produto, desde a concepção, a montagem, até a avaliação dos custos de produção. O resultado tem sido surpreendente.


Como já estamos, por incrível que pareça, no final do ano, você pode nos contar sobre os seus planos para 2012?
Lúcia Kubitscheck: Meus planos para o novo ano incluem um maior investimento no meu trabalho com arte-educação, com a criação e a realização de novas oficinas e, especialmente, vou me dedicar a preparar uma nova exposição. Não sei ainda o local, mas posso adiantar que a base desse novo trabalho serão gavetas de tipografia, que encontrei já em processo de decomposição. Elas serão recuperadas e serão o suporte para uma coleção de miniaturas criadas com papéis e materiais muito especiais. Não quero deixar de mencionar também que estou trabalhando na criação de uma linha exclusiva de utilitários para cafeteria.
Aproveito a entrevista para desejar que todos desembrulhem com carinho os presentes de Natal e que façam, para 2012, um bom propósito: reaproveitar muito e, assim, diminuir o lixo na cidade, no País e no planeta. 

Lúcia Kubitschek e algumas integrantes do Clube de Mães Harmonia

Entrevista realizada
em 22.11.2011 por Élida Murta.

Lúcia Kubitschek é artista plástica, arte-educadora, mora em Belo Horizonte (MG) 
e, além de ministrar oficinas particulares e coletivas de artes gráficas, 
tem dedicado parte do seu tempo a aprender técnicas de pintura.

EXPOSIÇÕES
2011 – 9o. Salão de Arte Contemporânea de Marília (SP), Brasil.
2010 – “Ego’s Dialogue”, “My Love is for You” e “New Millenium” –
Exposição Entre Amigos, Juçara Costta Epaço de Arte, BH, Brasil
2006 – “Open House” - Exposição permanente na VINA Equipamentos, Brasil
2004 – “Capela da Nonna” - Uma viagem de 450 anos a São Paulo - SESC SP/Brasil
2004 - “A Bagagem Mineira” - Biblioteca Pública, BH, Brasil
2002 - “Canteiro de Obras” – Sala JK, arquiteta Izabela Vecci, Casa Cor, BH, Brasil
2000 – “Na Han” and “My love is for you” - Galeria Celma Albuquerque, BH, Brasil
1998 - Na Han” - Book Works - CBA NYC USA 

               
 Algumas dicas de Lúcia

> Projeto EcoBolsa Brasil
Cuidar do Livro - Pedro Malansk
Projeto Social incentiva jovens carentes
> Projeto Memória Gráfica e parceria com o Centro Cultural UFMG
> Resgate da vida: Memória Gráfica
> Museu Vivo Memória Gráfica



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Departamento Socioambiental



O escritório do Departamento Socioambiental da Vina começou a ser projetado em 2006. Durante a fase de implementação do projeto convencional, chegou-se a conclusão de que, por uma questão de coerência, o escritório deveria ser executado de maneira diferente, de acordo com a filosofia a que esse departamento se propõe.

A partir daí, todo o ambiente foi criado com móveis e acessórios reutilizados, reciclados e com inclusão social, respeitando ao máximo os conceitos da sustentabilidade.

O desafio era montar um escritório que fosse, ao mesmo tempo, funcional e confortável, de qualidade e bom gosto e que despertasse reflexão.

Ações Vina 
Segue abaixo o caderno Ações Vina, atualizado em maio de 2011.
Para melhor visualização, clique abaixo em "view in fullscreen" e passe as páginas na seta localizada à direita.




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Não deixe de assistir o vídeo abaixo, sobre o SWU (Starts With You / "Começa com você") Music and Arts Festival, realizado em outubro de 2010.
Ao longo dos três dias de duração do evento, além de shows inéditos no Brasil, aconteceu também o Fórum Sustentável, palco onde especialistas, pensadores, políticos, empresários e representantes de entidades não governamentais discutiram com o público alguns dos principais temas da sustentabilidade no século 21. 



O festival fo realizado durante os dias 9, 10 e 11 de outubro de 2010 na Fazenda Maeda, localizada no município de Itu, a 70 quilômetros de São Paulo. Numa arena de 200 mil metros quadrados, participaram do evento mais de 150 mil pessoas. 

Para saber mais sobre o evento em 2011, clique aqui.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mínimas que são o Máximo!

Efigênia Ramos Rolim, brasileira, 75 anos, vive nas ruas de Curitiba, Paraná. Artista defensora do meio ambiente, ela canta, dança, escreve poesias, conclama quem a ouve a mudar a forma de olhar o mundo.

Pequenas ações que fazem a diferença!