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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Semana do Meio Ambiente

O meio ambiente - suas questões e as atuais ameaças à sua preservação - é, talvez, o assunto de maior relevância para nós do Vi na Vina. Por isso, fizemos uma seleção de textos, videos e afins para aprofundar a nossa reflexão neste mês, em que se comemora o Dia do Meio Ambiente, sobre nossos hábitos de consumo e de desperdício.

Para começar, reproduzimos aqui uma excelente reflexão da jornalista Eleonora Santa Rosa que foi publicada em 13/5/2016 no site domtotal.com. Confira abaixo:

Desperdiçamos nossos fracassos e até nossos êxitos.
Por Eleonora Santa Rosa*

Quantas chances são jogadas fora, postas de lado, diariamente?

Tema que há muito me invade na sua mais ampla abordagem.

Interessa-me a dimensão que extravasa o âmbito pessoal, embora, de toda forma, este seja um bom ponto de partida para tudo o mais.

Fico pensando em relação ao que assistimos hoje, quantas chances perdidas, quantas oportunidades relegadas, quantas vidas desperdiçadas, quantos amores descartados, quantas causas abandonadas, mote de um inventário sem fim.

Quantas chances jogadas fora, postas de lado, diariamente?

Quanto saber, experiência, conhecimento, deliberadamente perdidos e/ou deletados, por inveja, ciúme, poder, usura, fraqueza, perseguição, incompreensão, opressão.

Desperdiçamos muito, cada dia mais, desbragadamente, sem parar.

Dentro e fora de casa.

No território público.

Desperdiçamos tudo: alimento, sobras, saúde, amor, saber, crenças, recursos naturais, conquistas sociais, felicidade, dinheiro, tempo, amizades, esperanças, como se houvesse, sempre, à disposição, uma infinidade de novas possibilidades e chances, uma espécie de ciranda esquizofrênica, imatura, perversa, alimentadora de passivos sem fim.

Passivos, inclusive, assistimos à vigência da obsolescência programada, do descarte premeditado, das relações interditadas, do alastramento do refugo humano (mestre Bauman já bem apontava), do consumo estéreo e histérico.

Desperdiçamos nossos fracassos e até nossos êxitos, êxodo da dimensão humana da vida, corrupção dos valores básicos.

Desperdício, dispersão, destruição, dissipação, perda, raiz semântica que se enraíza por todos os troncos e galhos da vida brasileira, não só aqui, por suposto, mas arrasadoramente e furiosamente aqui!

Ressignificar, recuperar, restaurar, recompor, reabilitar, rever, retomar, recolocar, reaver.

Desarmar/desamar o desperdício e nutrir o seu oposto, SOS.


* Eleonora Santa Rosa – Jornalista, editora e empreendedora cultural, é considerada uma importante especialista na área de Projetos, Planejamento, Captação de Recursos, e Gestão Cultural, com larga experiência na formatação, negociação e implementação de iniciativas culturais de envergadura e repercussão. Ocupou vários cargos públicos ao longo de sua trajetória profissional, tendo sido Secretária de Cultura do Estado de Minas Gerais. É fundadora e diretora do Santa Rosa Bureau Cultural, no qual desenvolve ações referenciais nacionais no campo da Cultura.



Para ver, anotar e refletir:

Uma produção da BBC, fazendo uma linda reflexão sobre o tempo e a natureza. Imperdível!


Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os diaFeira de produtos orgânicos em BH




CURTA A NATUREZA!




quarta-feira, 11 de março de 2015

Água >> consumo indireto

Na semana passada, apresentamos aqui no blog diversas maneiras de economizar e contabilizar o uso da água em nossas residências. Esse tipo de consumo é o nosso consumo direto. É a água que utilizamos para realizar as nossas tarefas diárias. 

E o que gastamos com o consumo indireto? 
Como se caracteriza esse consumo? 





O que é o consumo indireto? 

A água é indispensável para a nossa saúde e para as nossas tarefas dentro de casa, como citamos no post passado. Porém, essa é uma pequena parte do que realmente utilizamos. Existem outros personagens que também consumem uma expressiva quantidade de água e que são indispensáveis para a nossa sobrevivência: limpeza das ruas, bombeiros, agricultura, etc. É o que chamamos de necessidade indireta de água.

Por exemplo: a água que utilizamos para lavar os alimentos que compramos é contabilizada como consumo direto. Já a água utilizada na produção e no cultivo desses alimentos, é contabilizada como consumo indireto. 

E como contribuir para a economia de água nos setores industriais e agropecuários? O consumidor consciente deve sempre levar em consideração o conceito de água virtual, que é a quantidade de água envolvida em toda a cadeia de produção de algum produto. Assim, no ato do consumo, o indivíduo está consumindo também a água que foi usada como matéria-prima, na fabricação, no resfriamento das máquinas na indústria, na alimentação (no caso de animais), etc. Nesse caso, refletir sobre os próprios hábitos de consumo é uma maneira de evitar o consumo exagerado ou desnecessário de vários produtos e, com isso, diminuir o gasto de água. 



Quanto gastamos com o consumo indireto? 

Apesar da parcela importante do consumo residencial, são os setores industrial e agropecuário os maiores consumidores de água. Somente a agricultura, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), utiliza 69% da água potável existente no mundo. 

Já a indústria é responsável pelo uso de 22% da água potável. Conforme Ivanildo Hespanhol, professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da USP e diretor do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (Cirra), a solução para as empresas seria o reuso. Ele cita dados da Fiesp que indicam que as empresas têm conseguido redução da captação em 40%. “As indústrias têm investido e gerado 40% a 80% de economia na conta”, afirma ele. (Fonte)

Para ficar mais claro, a gente mostra um gráfico feito especialmente para demonstrar quantos litros de água são necessários para produzir uma variedade de itens, desde uma fatia de pão até um automóvel. 




















































Apesar de muitas empresas já estarem investindo em tecnologia para reduzir o consumo de água na fabricação ou cultivo de seus produtos, o consumidor também pode contribuir para a aceleração desse processo, uma vez que é ele quem determina as práticas das empresas. Assim, quando um indivíduo escolhe um produto tendo como critério a conduta social ou ambiental dessa empresa, ele a estimula a continuar mantendo seu comportamento e incentiva outras empresas a adotarem essas mesmas práticas. 


O que mais podemos fazer? 

Além de ficarmos atentos às práticas sustentáveis das empresas e dos produtos que consumimos, também podemos economizar água reduzindo o consumo de alguns itens da lista acima. Por exemplo: 

- Deixar o carro na garagem mais vezes na semana e escolher outros meios de transporte é uma grande atitude a favor da economia de água! Menos gasolina e poluição, mais saúde e disposição! 

- Reutilizar embalagens plásticas, reciclar e separar o lixo para a coleta seletiva também é um grande passo para reduzir o seu consumo indireto de água. Comprar alimentos que não venham em embalagens, dizer não às caixinhas, potinhos e bandejinhas desnecessários, dispensar as sacolas plásticas e, que tal, fazer a sua própria ecobag reutilizando uma camiseta velha? Clique aqui e aprenda!


- Reduzir o consumo de alimentos de origem animal. Você já ouviu falar da campanha "Segunda Sem Carne"? Segunda-feira é mundialmente conhecido como o dia para mudanças, dia para tomarmos decisões, começarmos transformações e novidades. A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a informar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal tem sobre os animais, a sociedade, a saúde humana e o planeta, convidando-as a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores. Conheça mais aqui.










terça-feira, 3 de março de 2015

Água >> consumo residencial


Evitar o desperdício de água deve ser uma preocupação constante nas atividades do dia a dia. Para muitos de nós, é difícil calcular e perceber a grande quantidade de água que utilizamos na nossa rotina. Escovar os dentes, tomar banho, acionar a descarga, lavar a louça, lavar as roupas e se hidratar estão entre as tarefas diárias que praticamos involuntariamente, sem pensar ou contabilizar a dimensão desse consumo.

Você consegue calcular, por exemplo, quantos litros de água são gastos num banho de 15 minutos? Sabe dizer qual tarefa diária consome mais água na sua residência? E aquela torneira pingando, será que o desperdício é significativo?



Em que consumimos? 

O consumo de água residencial não se restringe só ao ato de beber, mas também no cozimento de alimentos, na higiene pessoal e da casa, entre outros. O consumo residencial está, por exemplo, no feijão e na carne que a pessoa cozinha, na alface que a pessoa lava, nas roupas que vão para máquina de lavar toda semana, nas plantas do jardim que precisam ser regadas, e em quase todas outras atividades domésticas realizadas diariamente.

Um estudo do perfil do consumo nos lares brasileiros apontou o percentual de utilização em cada tarefa diária que pode nos ajudar a compreender o nosso uso da água e, assim, a pensar na melhor forma de economizar. O item mais utilizado é o chuveiro, que apresentou 13,9% do consumo total da residência pesquisada, seguido da torneira de pia, com 12,0%; a máquina de lavar, 10,9%; o tanquinho, 9,2%; a torneira de tanque com saída para máquina de lavar, 8,3%; a caixa acoplada, 5,5%; a torneira de tanque, 5,4%; e a torneira de lavatório, com 4,2%. Outros usos completam 30,6% desse consumo

De acordo com dados mundiais, o gasto médio de água tratada e encanada é em torno de 5,4 m³ (metros cúbicos) por pessoa/mês. Por exemplo, uma residência com quatro moradores terá seu consumo estimado em 22m³.



O que isso significa? 

O nosso consumo estimado é de 5,4 m³ de água por mês, o que corresponde a 5.400 litros. Se dividirmos esse valor por 30 (dias), chegamos ao consumo diário por pessoa de 180 litros. Mas como aplicar esses valores nas nossas atividades diárias? 

Para termos uma noção, se escovamos os dentes com a torneira aberta, por 5 minutos, gastamos 12 litros de água. Com a torneira fechada, durante o mesmo tempo, gastamos apenas meio litro. No caso do banho, 15 minutos consomem 135 litros de água. Tomando um banho de 5 minutos, esse consumo cai para 45 litros. Já uma torneira pingando pode desperdiçar cerca de 46 litros por dia.

A partir dessa matemática básica é possível ter um conhecimento mais profundo sobre o nosso consumo e, consequentemente, descobrir em que e como é possível economizar! A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que cada pessoa use, em média, 40 litros de água/dia, e estamos gastando uma média de 180 litros! Muito mais que o recomendado. 


É preciso economizar. Mas como?

Apesar da abundância de riquezas naturais do Brasil, nossa pátria amada não está a salvo. Na região semiárida do Nordeste, por exemplo, cerca de 4 milhões de pessoas já dependem da ajuda do governo e de caminhões-pipa para o abastecimento básico.



Confira algumas dicas do uso consciente e inteligente da água para colocar em prática hoje mesmo no seu lar: 

Conserte, se precisar 
Uma torneira pingando uma gota d’água a cada dez segundos é capaz de encher uma máquina de lavar roupas por dia. No seu bolso, isso pode representar – pasme! – um gasto de cerca de R$ 1.200 ao ano. Portanto, trate de consertar o que for preciso para resolver o problema. Instalar um arejador nas saídas de água também é uma boa opção: ele faz gastar menos e aumenta a pressão. Procure o acessório em lojas especializadas. 

Mande o óleo para o lugar certo 
Informe-se com a prefeitura da sua cidade sobre os locais que fazem coleta de óleo de cozinha usado. Quando despejado no ralo, cada litro pode contaminar até 25 mil litros de água. O site www.ecoleo.org.br indica “ecopontos” espalhados por todo o País e, aqui no vinavina, nós também já fizemos uma postagem especial sobre o assunto. 

Economize no banho (no seu e no do seu cão) 
Você já sabe que tomar banho rápido, em até cinco minutos, faz uma boa diferença na conta de água e de luz. Mas o banho do seu cachorrinho também precisa entrar nessa economia! “Higienizá-lo a cada 15 dias é o suficiente. Mais do que isso, o cão pode até desenvolver doenças de pele, já que em casa não conseguimos secá-lo corretamente”, alerta a veterinária Cláudia Pregnolato (SP). 

Pare de reclamar da chuva 
E aproveite toda essa água gratuita. Ela pode ser usada para lavar chão, tapete, carro, regar as plantas... Se você mora em casa, pode até instalar uma cisterna para a captação do líquido. Conheça o Movimento Cisterna Já

Nó na mangueira! Resgate a vassoura!
Lavar a calçada com mangueira? Nem pensar! O acessório gasta mais de 500 litros de água em meia hora. Recorra à vassoura e, se necessário, utilize um balde para jogar a água no chão. 




Lave louça à moda antiga 
Deixar a torneira aberta desperdiça de 12 a 20 litros de água por minuto. Por isso, encha a pia de água e ensaboe todos os utensílios. Só depois enxágue-os de uma vez. Se você tem lava-louças, nunca use a máquina sem que ela esteja com a capacidade totalmente preenchida. As mais modernas já têm a função “eco”, que consome menos energia e água. 

Reutilize sempre que possível 
Assim como a água da chuva, a que é usada para lavar roupas é excelente para limpar o chão e o vaso sanitário – e já vem com sabão! Quando usar a máquina, direcione o cano de despejo para um balde e reutilize a água na higiene da casa. 

Eduque desde cedo 
As crianças estão mais por dentro da causa ambiental do que muitos adultos. E é saudável incentivar esse engajamento! O Akatu criou o site www.edukatu.org.br para que os pequenos aprendam boas práticas brincando. A plataforma também funciona como rede social, tornando possível criar grupos de alunos e professores. 

Fique atento aos gastos indiretos 
São necessários 15 mil litros de água para que apenas 1 kg de carne bovina chegue à sua mesa. O mesmo volume é gasto para produzir uma calça jeans, por exemplo. Na nossa próxima postagem você vai entender isso melhor. Mas, desde já, sabemos que cortar todo e qualquer gasto supérfluo é a melhor solução para economizar água e dinheiro e reduzir a poluição. 

Mobilize os vizinhos 
Se você mora em apartamento e a conta é dividida entre os condôminos, sugira métodos de economia nas reuniões do prédio. Para motivar o pessoal, o resultado pode ser fixado nos murais e compartilhado com todos. Se ainda assim o síndico notar que a conta está muito acima do normal, solicite a visita da companhia de água para descobrir o que está acontecendo. Outra dica é verificar a possibilidade de instalação de registros individuais. Assim, a conta vem separada para cada apartamento e fica mais fácil controlar os gastos. 

(Artigo publicado originalmente na revista MÁXIMA de Março de 2014.
Créditos: Instituto Akatu >> www.akatu.org.br.)





terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Está faltando água. A culpa é de quem?

Já pensou viver sem água? É impossível, já que ela compõe 70% da matéria que forma o corpo humano e nada é mais essencial à nossa sobrevivência. 


Em todo o planeta há pouco mais de 38 milhões de quilômetros quadrados de água. Porém, 97,6% dessa quantidade estão concentrados nos oceanos, restando somente 2,4% de água doce, que é própria para o consumo. Se você achou pouco, saiba que desses 2,4%, apenas 0,31% não estão concentrados nos polos, na forma de gelo. Ou seja, de toda a água presente na superfície da Terra, menos de 0,02% está ao nosso alcance, disponível em rios e lagos! 

O Brasil tem o privilégio de deter quase 20% de toda a água doce da Terra. Mesmo assim, e talvez por toda essa "abundância", a nossa irresponsabilidade e o desperdício coletivo (por parte das pessoas e dos governos) resultaram na maior crise de água que o Brasil já viveu. 

Esta é a primeira postagem de uma série especial que o vinavina preparou sobre o consumo da água, em todas as suas esferas - residencial, comercial, industrial e na agricultura. Em vez de apontarmos os culpados (o desperdício nas residências, a falta de chuva, o desmatamento, a poluição...), que tal tiramos um tempo para refletir sobre as nossas atitudes em relação ao uso consciente da água?




Pesca-texto é um espaço para as boas novas, para as boas palavras de liberdade e esperança, para as reflexões leves e também para as que sejam mobilizadoras. Ainda que pareça que o vento virou e que “o mar não está pra peixe”, vamos seguir olhando para o horizonte e acreditando que é possível transformar e melhorar o mundo – muito e sempre.


Texto bom pescado é texto compartilhado!



A QUEM PERTENCE A ÁGUA?
Sérgio Antunes
Clique aqui para ler.


USOS DA ÁGUA: uma questão de prioridade
Giuliano Savioli Deliberador
Clique aqui para ler.


ÁGUA NO BRASIL: abundância, desperdício e escassez
Aldo da C. Rebouças
Clique aqui para ler.


O BRASIL CONTA GOTAS
Cadu Caldas
Clique aqui para ler.


PROJETO DE VALORIZAÇÃO DAS NASCENTES URBANAS 
Objetivo de envolver e sensibilizar as comunidades das bacias hidrográficas dos Ribeirões Arrudas e Onça na proteção de nascentes, visando propor ações de conservação ou recuperação. 





segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Volta às aulas sem desperdício!


A volta às aulas sempre exige muita paciência na hora da compra do material escolar. Listas quilométricas, que incluem novos livros, cadernos, mochilas e acessórios como estojo, lápis, caneta, borracha, régua, entre outros itens, assustam os pais e desconsideram a sustentabilidade.

Na tentativa de minimizar os gastos e o desperdício, a reutilização do material escolar pode ser uma boa alternativa para os pais e para as escolas. Nem todo livro fica ultrapassado de um ano para o outro, nem todos os cadernos são totalmente preenchidos e a maioria dos acessórios podem e devem ser reaproveitados.

A renovação desnecessária de todo o material escolar incentiva o consumismo entre as crianças e os adolescentes, o que seria diferente se a primeira opção fosse a reutilização. Além de diminuir o impacto sobre o meio ambiente, os estudantes aprenderiam a economizar e dariam novo valor aos seus objetos e acessórios de uso escolar.



É importante que os jovens aprendam, primeiramente, a conservar os materiais escolares. Apresentamos abaixo sugestões que podem ajudar a economizar e que, ao mesmo tempo, agradam os filhos que querem dar um aspecto novo ao que foi utilizado durante todo o ano que passou. A ideia é conservar, reaproveitar e, por último, comprar.

Conservar 
Procure conservar os materiais organizados (lápis nos estojos, livros encapados, colas e tintas tampadas). É mais fácil mantê-los em bom estado quando tudo está arrumado. Encapar os cadernos, as agendas e os livros vai ajudar a mantê-los conservados por mais tempo. Uma dica é utilizar folhas ou adesivos plásticos.

Se possível, lave as mochilas e as lancheiras com frequência. Além de ficarem sempre em bom estado, também manterão limpos os produtos e materiais que estarão dentro delas.



Reaproveitar

Para dar um novo aspecto aos lápis que descascaram ao longo do ano, vale encapá-los com papeis e/ou adesivos. Outra dica específica para o estojo é utilizar outros materiais como tecido, tintas, colas e produtos de pintura para personalizá-lo com desenhos feitos a mão.

Também é possível aproveitar os cadernos que foram usados pela metade. Basta arrancar as folhas já utilizadas e juntar tudo numa mesma encadernação, utilizando uma espiral. A melhor parte será customizar a capa, usando recorte de revistas ou adesivos, e aproveitar o momento para integração entre pais e filhos.

Uma boa dica é buscar nas escolas modos alternativos para a troca de livros. Fazer contato com os pais das outras séries evita a compra desnecessária dos livros didáticos. Esse simples ato vai contribuir para a conscientização dos alunos e para a redução dos problemas de esgotamento dos recursos não renováveis.

Conversar é sempre uma boa maneira de conscientizar a todos sobre a importância social e ambiental de reutilizar de forma criativa os produtos.


Comprar quando necessário

Ao escolher os materiais escolares, busque, sempre que possível, os de maior vida útil. Atualmente, existem muitos produtos que podem ser reutilizados com a troca de refil. Além de custarem mais barato, contribuem para economizar a matéria-prima que seria utilizada para fabricar uma nova embalagem.

Pesquise os preços antes de efetuar a compra de materiais novos para economizar nos gastos e, antes de comprar os livros, leve a lista até um sebo, que normalmente vende produtos seminovos com descontos significativos.



Faça você mesmo! 
Estojo de garrafa PET

Gostou da nossa sugestão e quer fazer em casa? Uma ótima ideia para economizar na compra dos estojos é fazer você mesmo um estojo de garrafa PET. É fácil, prático e econômico. Você pode fazer de qualquer tamanho e cor que quiser. Veja o vídeo para aprender! 



Para mais ideias de reutilização e reaproveitamento do material escolar, clique aquiAlém dessas dicas, aproveite e confira neste site várias outras informações bacanas sobre a volta às aulas. 



Reutilizar com criatividade:
o vinavina apoia!


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Descarte de maneira correta!

Onde jogar fora o celular estragado, as baterias e pilhas antigas e o óleo de cozinha que já foi utilizado? O que fazer com os móveis que não queremos mais, com a geladeira velha e com aquele colchão que não tem mais uso? 



Seguem abaixo algumas dicas e informações para orientar o descarte de qualquer tipo de lixo ou resíduo, de forma prática e correta! Se você preferir, também pode reutilizar e reaproveitar vários desses materiais... é só usar a criatividade!



O lixo eletrônico                                  Pilhas e baterias 

      


Pneus                                                   Óleo de cozinha

      

(entulho, móveis, lâmpadas, remédios)


Por falar em descarte inteligente...

Participe da nossa campanha:
DESEMBRULHE COM CARINHO
com o mesmo carinho com que você dá e recebe presentes!
O que fazer com tanto papel de presente no dia seguinte ao Natal?
Jogar no lixo? De jeito nenhum!

Embrulho >>> desembrulho >>> reaproveito >>> reciclo


O Vinavina começou a campanha Desembrulhe com carinho em 2010 e foi um sucesso!
Neste Natal, contamos com a sua colaboração para que essa campanha continue gerando bons frutos. 
 Desembrulhe seu presente com o mesmo cuidado e carinho com que você o recebe.
Sabe por quê?

Esse material (papéis, caixas e fitas) pode gerar trabalho e renda ao ser transformado em outros novos e lindos objetos, que serão novos presentes... Você pode descartar aquelas embalagens coloridas na coleta seletiva ou pode doar para grupos de inclusão produtiva.

Participe dessa rede!
O Departamento Socioambiental da Vina está aberto para receber as embalagens que você guardar! 
Entre em contato com a gente:

Tel.: 3221-2448 / 9591-5516
E-mail: vinasocial@gmail.com
ou deixe seu comentário aqui no blog!



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A história dos Catadores


De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares, e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõem seus resíduos em lixões.

Hoje estima-se que 1 em cada 1000 brasileiros é catador. E 3 em cada 10 catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem, mesmo que tivessem uma alternativa. 


O Catador tira do lixo o seu sustento. Seja coletando materiais recicláveis pelas ruas e lixões, na coleta seletiva, ou através de parcerias. 


Pioneiros da Coleta Seletiva

A prática da reutilização é antiga no País e em Belo Horizonte (MG). Anterior à popularização da reciclagem, só passou a fazer parte das ações de recuperação ambiental do planeta na década de 90. Os catadores de papel, que já nos anos 50 eram vistos pela capital mineira, recolhendo ‘lixo de valor’, são, portanto, os precursores da coleta seletiva na cidade. 


Os catadores, até o fim da década de 80, trabalhavam exclusivamente para os donos dos depósitos que, ainda hoje, são intermediários de grande parte da venda do material reciclável às indústrias. É a partir de 1993 que o poder público dá um salto qualitativo, ao reconhecer, publicamente, a importância do trabalho do catador, tanto como agente ambiental, como, também, pela economia que esses trabalhadores geram para a prefeitura, que deixa de coletar, transportar e dar destinação final ao material coletado por esse setor informal.

Nessa ocasião, com relação à parceria com a ASMARE, a prefeitura apoiava o seu funcionamento, não só pela doação dos recicláveis, mas, principalmente, pelo repasse de recursos para pagamento de despesas administrativas, fretes, vales-transporte e fornecimento de uniformes aos catadores.


Movimento Nacional dos Catadores de 
Materiais Recicláveis 


O Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) é um movimento social que há cerca de 12 anos vem organizando os catadores e catadoras de materiais recicláveis pelo Brasil afora. Busca a valorização da categoria de catador, que é um trabalhador como outro qualquer e tem sua importância.

O principal objetivo é garantir o protagonismo popular da classe, que é oprimida pelas estruturas do sistema social. O MNCR acredita na prática da ação direta popular, que é a participação efetiva do trabalhador em tudo que envolve sua vida, algo que rompe com a indiferença do povo e abre caminho para a transformação da sociedade.


Tração Humana

Na maioria das vezes os catadores e catadoras passam despercebidos nos lixões, nos galpões e nas ruas. Catam, transportam e vendem o lixo. Catam como? Como transportam? E como comercializam? Qual a diferença da situação atual e a de 20 anos atrás? 


Hoje os catadores possuem uma organização, um movimento nacional, lideranças que dialogam diretamente com o Governo, mas continuam em sua grande maioria como antes, sem as condições mínimas adequadas para o trabalho que executam. No Brasil, os catadores, muitos deles filhos de catadores, no sol, na chuva e em ruas movimentadas transportam seus carrinhos de mão, ou puxam sacos repletos de materiais recicláveis, usando sua força física com a tração humana. Com esse trabalho precário, contribuíram para transformar o Brasil no campeão mundial em reciclagem de alumínio.

É preciso acreditar na cidadania do catador, do cidadão, e na gestão pública de qualidade. Devem ser oferecidas aos catadores opções dignas de trabalho e renda compatível com a nobre, antiga e moderna tarefa que executam e que tantos benefícios traz para o País.






Não deixe de visitar: 
Exposição temporária: Seu Lixandre – Narrativas de Catação
Onde: no segundo andar do Espaço do Conhecimento UFMG, localizado na Praça da Liberdade, s/n
Quando: De terça a domingo - 10h às 17h / Às quintas-feiras - 10h às 21h
Entrada gratuita
www.espacodoconhecimento.org.br


Para ler e se informar
Essa postagem foi baseada nos artigos e informações abaixo:

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Descartando o consumo!

Atualmente, a humanidade consome mais recursos renováveis do que a Terra consegue regenerar. Apenas 16% da população mundial é responsável por 78% do total do consumo no planeta e essas mesmas pessoas são também responsáveis pelo descarte dos resíduos daquilo que consomem. 

É urgente que o nosso consumo se torne mais consciente e que o modelo de produção seja mais sustentável. Quanto maior a vida útil de um produto, menor será a necessidade de descartá-lo. Se a  reutilização ou o conserto não forem opções possíveis, a reciclagem dos resíduos é o caminho. 

Assim, será possível alcançar o bem-estar desejado pela sociedade com um uso muito menor de recursos naturais do que o atual por meio de, ao mesmo tempo, uma produção mais responsável e um consumo mais consciente.




No Brasil, cada habitante gera em média 1,1 kg de resíduos por dia. 
O que fazer com eles? 

A coleta seletiva surgiu como uma possibilidade para a destinação dos materiais que podem ser reciclados. Esse processo consiste na separação e no recolhimento dos resíduos descartados, que são destinados à reciclagem, que é a utilização, como matéria-prima, de um produto que seria considerado lixo.

É ei. Desde 2011, está em vigor a norma da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A Lei nº 12 305, que tramitou no Congresso por 21 anos, determina que todos os municípios do Brasil devem fazer a separação do lixo corretamente, através da coleta seletiva. O objetivo é dar um destino correto para os mais de 57 milhões de toneladas de lixo que o Brasil produz por ano, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Desse total, apenas 2,4% dos resíduos sólidos são reciclados.




Belo Horizonte (MG) descarta por volta de 3.500 toneladas de lixo diariamente. A coleta seletiva na cidade existe desde 1993 e ocorre em duas modalidades: ponto a ponto, em que a pessoa deve destinar seu lixo reciclável a contêineres específicos disponíveis na cidade; e porta a porta, em que o caminhão da Prefeitura recolhe os recicláveis na porta da casa de cada um. O programa BH Recicla, lançado em 2007, é uma expansão do serviço de coleta seletiva. 

Coleta Seletiva Porta a Porta
Neste tipo de coleta, os materiais recicláveis são separados pelos moradores, colocados no passeio para serem coletados por um caminhão baú. Atualmente, a coleta porta a porta está presente em apenas 30 bairros de Belo Horizonte, que possui, no total, 284 bairros. É muito pouco!
Para ter o seu lixo recolhido, basta separar os materiais recicláveis (papel, metal, plástico e vidro), higienizá-los e colocá-los no mesmo saco plástico, no passeio, às 8h, no dia definido para a coleta seletiva da sua rua. Confira aqui os bairros atendidos. 


Coleta seletiva ponto a ponto
Nesse tipo de coleta, são instalados contêineres nas cores padrão definidas pela Resolução do Conama para os materiais recicláveis: azul para o papel, vermelho para o plástico, amarelo para o metal e verde para o vidro. A população separa os recicláveis em sua residência ou local de trabalho e os deposita nos contêineres instalados pela Prefeitura. Cada endereço é chamado de Local de Entrega Voluntária (LEV). Confira aqui os endereços dos LEVs.




Como você pode ajudar

• Não jogue lixo ou entulho nas vias públicas, córregos, lotes vagos, bueiros e encostas. Além de poluir a cidade, o lixo nas ruas entope bocas de lobo e pode provocar enchentes.

• Embale corretamente seu lixo, em sacolas resistentes, bem fechadas e de tamanho adequado, para evitar que elas se abram e espalhem o lixo nas vias públicas. Lixo não embalado, além de exalar mau cheiro, atrai animais que podem ser portadores de doenças.

• Proteja o vidro e outros materiais pérfuro-cortantes (estiletes, pregos, lâminas) com material resistente antes de colocá-lo na sacola e pressione as tampas das latas para dentro. Esses materiais desprotegidos podem ferir os garis e os catadores, mesmo que eles estejam usando as luvas protetoras.

• Agulhas de seringas não devem ser jogadas no lixo, entregue-as em um posto de saúde devidamente acondicionadas.

• No trânsito, respeite os cones de sinalização. Eles estão ali para proteger os varredores, que estão trabalhando para deixar a cidade mais limpa para todos nós.

• Zele pela conservação dos cestos coletores e dos contêineres de coleta seletiva. A depredação é prejudicial a todos.

• Respeite os dias e horários de exposição do lixo para coleta, evite deixar seu lixo na rua por mais tempo que o necessário.

• Também não devem ser jogados no lixo domiciliar resíduos como pilhas, baterias, lâmpadas, pneus, etc. Esses materiais constituem os chamados Resíduos Especiais, e devem ter destinação especial. Pilhas e baterias, por exemplo, devem ser encaminhadas aos fabricantes, que são responsáveis pela sua destinação correta. Veja aqui mais detalhes sobre esse tipo de descarte.

• Não queime o lixo. Essa prática é proibida.

• É dever do proprietário do imóvel preservar e manter limpa a calçada em frente ao seu estabelecimento ou residência.

• Quem produz entulho de construção civil deve dar a destinação adequada para eles. O caminhão da SLU não recolhe entulho.

• Restos de poda, entulho e móveis velhos não são recolhidos pelo caminhão. Leve-os para uma Unidade de Recebimento de Pequenos Volumes (URPV). Consulte aqui a mais próxima de sua casa.

• Lugar de lixo é no lixo. Use as lixeiras. Não jogue lixo no chão.

• O caminhão da coleta seletiva recolhe só o material reciclável. O lixo comum não é recolhido por ele. Portanto, não misture os materiais recicláveis com o lixo comum.



SE-PA-RA-DO
Tudo fica novo, de novo!


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Comida: você tem desperdiçado?


Você sabia que o Brasil é o 4º maior produtor de alimentos, mas desperdiça 20% do que produz? Sabia que 19 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas por esses 20%? O vídeo abaixo foi criado em 2012, pela equipe da EcoBenefícios, com o objetivo de conscientizar a população brasileira sobre o desperdício. Assista e saiba mais! 



Dia Mundial da Alimentação
Comemorado todos os anos no dia 16 de outubro, data da fundação da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Dia Mundial da Alimentação tem como objetivo chamar atenção para as questões relacionadas com a produção de alimentos, assim como ampliar a consciência social sobre o problema da fome no mundo. Em 2013, o foco é a importância dos sistemas alimentares e a sustentabilidade para garantir segurança alimentar e nutricional.

Pessoas saudáveis dependem de sistemas alimentares saudáveis. E um sistema alimentar é constituído por pessoas, instituições, o meio ambiente e processos pelos quais os produtos agrícolas são produzidos, processados e entregues aos consumidores. Tudo isso tem um enorme impacto no meio ambiente e na saúde das pessoas. E é essa a discussão proposta este ano pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como tema para o Dia Mundial da Alimentação.

Artista austríaco Friedensreich Hundertwasser (1928-2000) usou cores vivas e formas orgânicas para expressar a reconciliação dos seres humanos com a natureza, noções que ecoam o tema do Dia Mundial da Alimentação deste ano.

Uma das questão mais discutidas é o desperdício alimentar, principal razão para que 842 milhões de pessoas continuem privadas de quantidades suficientes de alimentos. Para marcar a data, na sede da FAO, em Roma, foi oferecido um almoço totalmente feito com produtos que iriam para o lixo.

Cerca de 1/3 dos alimentos produzidos em todo o mundo - ou 1,3 bilhão de toneladas e mais de US$ 750 bilhões - por ano são atualmente desperdiçados, de acordo com dados da FAO.



Aproveitamento Integral dos Alimentos
Uma boa cozinha é aquela na qual nada é desperdiçado. Às vezes não percebemos, mas na nossa cozinha há muita coisa indo para o lixo sem necessidade. Grande parte dos alimentos pode e deve ser aproveitada para o preparo de várias receitas.

O Departamento Socioambiental da Vina, em uma das suas ações voltadas para a inclusão social e educação socioambiental, desenvolveu um Caderninho de Receitas para incentivar e divulgar o aproveitamento integral dos alimentos. Não deixe de conferir! 





Além de tornar a alimentação de toda a família mais saudável com um cardápio colorido e variado, você também estará economizando e ajudando a reduzir a fome e o lixo do planeta!


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Semana do Meio Ambiente

Mais uma vez, em quase todo o mundo, o dia 5 de junho é “celebrado” como o Dia Mundial do Meio Ambiente. Muitos de nós não encontram, diante da degradação crescente e evidente da Terra, motivos para comemorar. Por outro lado, o impacto que a questão ambiental vem causando sobre o nosso planeta tem mobilizado cada vez mais pessoas, que abrem olhos, corações e mentes para perceber a gravidade do que estamos realizando contra a nossa própria vida e sobrevivência. Movimentos de várias naturezas mobilizam a sociedade e governos e muitas vitórias vêm sendo alcançadas. A educação ambiental, por exemplo, é um instrumento valioso e poderoso que vem ganhando corpo no trabalho de promover uma nova atitude em relação à importância da proteção do meio ambiente com as atuais e as futuras gerações. Para além do discurso vazio de empresas e governantes, a sustentabilidade já é uma questão que está na ordem do dia e vem se tornando prioridade nos hábitos de milhares de pessoas em todo o mundo.

Dizer não ao desperdício, ao consumismo, à indiferença, ao desmatamento desenfreado (urbano e rural), ao uso de agrotóxicos pode ser difícil para muita gente. Aqui neste blog, acreditamos que as pequenas atitudes positivas fazem sempre uma grande diferença. Acreditamos nisso e agimos assim.


O dia 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Essa data foi escolhida porque marca a realização da primeira Conferência das Nações Unidas sobre o ambiente humano, que foi realizada em Estocolmo, na Suécia, em 1972.

Em muitos lugares, inclusive aqui no Brasil, realiza-se, na primeira semana de junho, a Semana do Meio Ambiente. Durante essa semana as questões ambientais ganham destaque, possibilitando a divulgação de boas e más notícias e promovendo oportunidades para que cada um de nós possa perceber não somente a responsabilidade, mas, também, o poder que temos de nos tornar agentes da mudança, apoiando e praticando uma forma mais justa e sustentável de desenvolvimento social, cultural, ambiental e econômico.

O tema para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2013 é:


A campanha nos convida a agir na nossa comunidade e a perceber o poder das decisões coletivas para reduzir o desperdício, economizar recursos, minimizar o impacto ambiental e forçar mudanças nos processos de produção de alimentos, tornando-os menos nocivos e mais eficientes.
Então PENSE antes de COMER e ajude a POUPAR o meio ambiente!

Site oficial (em inglês).


"Você compraria esses vegetais?"


Como o consumidor deixa de comprar os legumes feios, o supermercado não os coloca na prateleira, os distribuidores não os repassam para os supermercados e os produtores sequer colhem o produto que nasceu meio torto. Além do alimento propriamente dito, julgar pela aparência também leva ao desperdício de terra, água e combustível.

Uma boa dica é: “compre frutas divertidas — muitas delas são jogadas fora só porque seu tamanho, forma ou cor não são ‘certos’”.

Leia a matéria na íntegra aqui.


Alguns fatos sobre o desperdício de comida


Um deles é assustador: "A cada ano, aproximadamente um terço da comida produzida mundialmente para consumo humano — aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas — é perdida ou desperdiçada."
Leia mais aqui.

A cada ano, 70 milhões de pessoas morrem. 
Destas, 18 milhões morrem de fome.

Chegou a hora de revermos e repensarmos a nossa relação com a natureza e o desperdício desenfreado dos nossos  recursos naturais. Veja esse vídeo e reflita. 




Trate bem a Terra.
Ela não foi doada a você por seus pais. 
Ela foi emprestada a você por seus filhos.

(Provérbio africano)