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terça-feira, 8 de novembro de 2016

NASCENDO NOSSA HORTA E POMAR




Esta é uma daquelas atitudes dignas de reconhecimento e admiração: uma horta e um pomar desenvolvidos espontaneamente pela equipe Vina de Sete Lagoas (MG) e com a colaboração de amigos do entorno. Uma ação que colabora com a natureza, melhora a saúde de todos e nos enche de orgulho. Leia o depoimento do nosso Gerente Zezinho, um dos idealizadores e coordenador do projeto:

7 de setembro de 2016, um dia que amanheceu lindo, com um sol mais radiante ainda...

Conforme o costume, a Equipe Vina de Sete Lagoas iniciou mais um dia de trabalho, mesmo sendo feriado. Por volta das 11 horas da manhã os caminhões começaram a chegar ao aterro sanitário para descarga do lixo. Os colaboradores fizeram um intervalo nas suas atividades e se uniram à equipe da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis - ACMR e, também, aos amigos da matriz, amigos da comunidade e duas convidadas mais do que especiais: Sofia e Julia, ambas de 4 anos, Garizinhas amiguinhas dos coletores que, juntamente com a mamãe Fabiana e o papai Renan, aceitaram o convite dos amigos coletores de lixo e foram ao Aterro nessa data importante.




Ao todo, 73 pessoas começaram a quebrar mais um paradigma e iniciaram o plantio da Horta dos Garis, a horta da VINA, com 60 canteiros e numa área que foi dividida em três partes, totalizando 3.753m², que não foram utilizadas para receber lixo, mas, sim, receberam mudas de hortaliças, legumes e frutas das mãos de cada um ali presente. 





Foram plantadas 3.470 mudas, tais como: alface americana, alface crespa, beterraba, cenoura, coentro, salsa, cebolinha, cebola de cabeça, couve, ora pro nobis, tomate, pimentão, jiló, repolho, mandioca, abacate, banana Prata, banana Caturra, laranja Pera Rio, laranja Serra d'água, laranja Seleta, laranja Bahia, laranja Abacaxi, limão, mexerica, tamarindo, goiaba, manga e cambucá, além de ervas medicinais como hortelã e manjericão.





A ideia é que os produtos dessa horta e do pomar sejam distribuídos entre os colaboradores da VINA e da ACMR, os quais serão incentivados a consumirem mais hortaliças, legumes e frutas, seja como alimento ou suco. Dessa forma, estaremos contribuindo para que todos tenham uma alimentação mais saudável e com mais qualidade. Estaremos também de certa forma, desmitificando a imagem do aterro sanitário que não será apenas o local de destino final de lixo, mas também um local agradável aos olhos, seja pela presença de flores, árvores, verduras e frutos, transformando-o em uma verdadeira área verde, ou seja, mais um ponto verde no Meio Ambiente.






A Vina agradece à equipe de Sete Lagoas e seus colaboradores por esse exemplo de cooperação e corresponsabilidade que traduz perfeitamente a nossa filosofia.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Você conhece a Casa Imaginária?

Um espaço onde a imaginação tira ideias do papel, cria colaborativamente, valoriza o que é local e acredita na força dos encontros. [santo antônio, bh]


Sabe aquelas pessoas que olham para problemas e enxergam oportunidades? Belo Horizonte está cheia delas. Gente de diferentes condições sócioeconômicas, regiões da cidade ou crenças que decide se unir para transformar cenários de marginalização e pobreza em empoderamento e solidariedade. 

Transformando escassez em abundância: 
4 projetos que você precisa conhecer em BH

TRANSENEM
#equidadedegênero #educação

Pessoas transexuais e travestis estão entre as alunas e os alunos que mais abandonam a escola, na maioria das vezes por não conseguirem viver em uma situação de exclusão e violência. O Transenem surgiu para reduzir essa que é uma das muitas formas de marginalização das pessoas trans. Com aulas gratuitas e professores voluntários, o cursinho preparatório para a prova do ENEM aumenta as chances de entrada na universidade, além de oferecer uma rede de apoio e valorização da autoestima para as alunas e os alunos. Desde o início do projeto, em 2015, o time já conquistou três aprovações: Raul e Sofia agora estudam Filosofia e Biblioteconomia na UFMG e Nathan alcançou o sonho de estudar Engenharia Ambiental, no CEFET. Cada vitória é um grande incentivo para quem um dia possa ter achado impossível vencer esse desafio.

Como ajudar?
A continuidade do projeto depende de doações financeiras e de tempo, seja de professores para o cursinho ou voluntários para oferecer oficinas e cursos em outra áreas. Além disso, os integrantes do Transenem também vendem produtos em feiras e outros eventos para arrecadar recursos para o projeto. Eles já estiveram duas vezes na Casa Imaginária (e foi um sucesso!). Para entrar em contato, envie uma mensagem pela página do Transenem no Facebook.

No Arraial que fizemos aqui na Casa Imaginária, os integrantes do Transenem ficaram por conta dos caldos e da canjica. Foto: Belisa Murta.


GRUPO DE MULHERES SEMEANDO ESPERANÇA
#empoderamentofeminino #organicos #moradia

A comunidade Paulo Freire, no Barreiro, é uma das várias ocupações que reúnem famílias em busca do direito a moradia digna em Belo Horizonte. A comunidade surgiu em maio de 2015, e, seis meses depois, algumas mulheres se mobilizaram para enfrentar juntas a situação de desemprego que viviam. Foi aí que surgiu o Grupo de Mulheres Semeando a Esperança. Hoje elas estão construindo uma horta na ocupação, com o apoio do Grupo Aroeira e do Coletivo Nossos Quintais, que auxiliam no processo de mobilização e ensinam técnicas de manejo. O plano é oferecer orgânicos a preço popular para os moradores da comunidade, fornecer alimentos para a creche da ocupação Eliana Silva, que fica ao lado, e até mesmo vender para outras pessoas do bairro do entorno, a Vila Pinho. Dá pra acompanhar os passos do grupo pela página no Facebook.

Como ajudar?
Atualmente o grupo precisa de doações financeiras para construir a cerca da horta, além de comprar ferramentas e realizar processos de formação em agroecologia. Para contribuir com o projeto, você pode entrar em contato com Cristiana (Nossos Quintais) 31 98785–3744 ou Cristina (Grupo Semeando a Esperança) 31 98943–2714.

As mulheres da Ocupação Paulo Freire e do Coletivo Roots Ativa também tiveram uma barraquinha no Arraial Imaginário. Foto: Belisa Murta.



ROOTS ATIVA
#economiasolidaria #nutricao

Você sabia que existe um centro de cultura Rastafari no Aglomerado da Serra? O coletivo Roots Ativa reúne agentes culturais, educadores, cozinheiros, oficineiros e artistas que fazem atividades de permacultura, culinária criativa, capoeira, música e artes com jovens, mulheres e outras pessoas em situação de vulnerabilidade na comunidade. A sede do grupo, construída com materiais reaproveitados como madeira, pneu e plástico, fica na casa mais alta do morro, na divisa com o Parque das Mangabeiras. Uma das fontes de renda para sustentar as atividades do coletivo é a produção artesanal e venda de deliciosos alimentos veganos e vegetarianos. Vale a pena ficar de olho na página do Facebook para descobrir os eventos que eles estarão presentes ou mesmo encomendar pedidos às quartas-feiras, que é o dia de entregas em BH.

Como ajudar?
O Roots Ativa acredita no poder da troca: a venda de produtos orgânicos e nutritivos é uma forma de gerar renda enquanto oferecem uma alimentação saudável para as pessoas. Os pedidos podem ser feitos pelo Facebook ou pelo tele-entrega: (31) 4137–0137. Os membros do coletivo também valorizam toda forma de envolvimento: voluntários para contribuir com as oficinas, realizar atividades com as crianças da comunidade ou cuidar da manutenção do espaço são bem-vindos. Além disso, aceitam doações de móveis e materiais que possam ser reutilizados no espaço.




AMAR É SIMPLES
#voluntariado #educação

Uma rede de pessoas que doam tempo e habilidades para ajudar o outro. O projeto acontece em creches, escolas, empresas, hospitais, asilos e também na APAC (Associação de Proteção e Assistência a Condenados). A APAC é um presídio muito diferente dos tradicionais: mais do que punir, a instituição existe para dar oportunidades de recuperação para as pessoas que estão cumprindo pena — é por isso que lá elas são chamadas de recuperandos. O tempo de detenção é dividido entre trabalho e estudo. Além do custo mensal de cada recuperando da APAC ser três vezes menor do que dos detentos de unidades tradicionais, as vantagens são claras: a taxa de reincidência da unidade de Santa Luzia nos últimos 10 anos foi de 28%, enquanto a média do sistema penintenciário brasileiro é de 70%. Os voluntários do Amar é Simples visitam a unidade de Nova Lima uma vez por mês e propõem atividades relacionadas a uma data comemorativa.

Como ajudar?
O Amar é Simples não aceita doações em dinheiro: tudo que interessa é o tempo que você tem para se dedicar e as habilidades que você quer compartilhar. Se ainda não existe um projeto dentro do AES que é a sua cara, não hesite: proponha!




A Casa Imaginária adora reunir pessoas que têm criatividade e disposição pra melhorar a cidade e a vida de outras pessoas. Pra ficar por dentro da programação, cadastre-se na lista de e-mails e acompanhe os perfis no Facebook e no Instagram.


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Semana do Meio Ambiente

O meio ambiente - suas questões e as atuais ameaças à sua preservação - é, talvez, o assunto de maior relevância para nós do Vi na Vina. Por isso, fizemos uma seleção de textos, videos e afins para aprofundar a nossa reflexão neste mês, em que se comemora o Dia do Meio Ambiente, sobre nossos hábitos de consumo e de desperdício.

Para começar, reproduzimos aqui uma excelente reflexão da jornalista Eleonora Santa Rosa que foi publicada em 13/5/2016 no site domtotal.com. Confira abaixo:

Desperdiçamos nossos fracassos e até nossos êxitos.
Por Eleonora Santa Rosa*

Quantas chances são jogadas fora, postas de lado, diariamente?

Tema que há muito me invade na sua mais ampla abordagem.

Interessa-me a dimensão que extravasa o âmbito pessoal, embora, de toda forma, este seja um bom ponto de partida para tudo o mais.

Fico pensando em relação ao que assistimos hoje, quantas chances perdidas, quantas oportunidades relegadas, quantas vidas desperdiçadas, quantos amores descartados, quantas causas abandonadas, mote de um inventário sem fim.

Quantas chances jogadas fora, postas de lado, diariamente?

Quanto saber, experiência, conhecimento, deliberadamente perdidos e/ou deletados, por inveja, ciúme, poder, usura, fraqueza, perseguição, incompreensão, opressão.

Desperdiçamos muito, cada dia mais, desbragadamente, sem parar.

Dentro e fora de casa.

No território público.

Desperdiçamos tudo: alimento, sobras, saúde, amor, saber, crenças, recursos naturais, conquistas sociais, felicidade, dinheiro, tempo, amizades, esperanças, como se houvesse, sempre, à disposição, uma infinidade de novas possibilidades e chances, uma espécie de ciranda esquizofrênica, imatura, perversa, alimentadora de passivos sem fim.

Passivos, inclusive, assistimos à vigência da obsolescência programada, do descarte premeditado, das relações interditadas, do alastramento do refugo humano (mestre Bauman já bem apontava), do consumo estéreo e histérico.

Desperdiçamos nossos fracassos e até nossos êxitos, êxodo da dimensão humana da vida, corrupção dos valores básicos.

Desperdício, dispersão, destruição, dissipação, perda, raiz semântica que se enraíza por todos os troncos e galhos da vida brasileira, não só aqui, por suposto, mas arrasadoramente e furiosamente aqui!

Ressignificar, recuperar, restaurar, recompor, reabilitar, rever, retomar, recolocar, reaver.

Desarmar/desamar o desperdício e nutrir o seu oposto, SOS.


* Eleonora Santa Rosa – Jornalista, editora e empreendedora cultural, é considerada uma importante especialista na área de Projetos, Planejamento, Captação de Recursos, e Gestão Cultural, com larga experiência na formatação, negociação e implementação de iniciativas culturais de envergadura e repercussão. Ocupou vários cargos públicos ao longo de sua trajetória profissional, tendo sido Secretária de Cultura do Estado de Minas Gerais. É fundadora e diretora do Santa Rosa Bureau Cultural, no qual desenvolve ações referenciais nacionais no campo da Cultura.



Para ver, anotar e refletir:

Uma produção da BBC, fazendo uma linda reflexão sobre o tempo e a natureza. Imperdível!


Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os diaFeira de produtos orgânicos em BH




CURTA A NATUREZA!




segunda-feira, 1 de julho de 2013

Plantando e colhendo em BH

No post passado, divulgamos boas novas sobre a prática da agricultura urbana no Brasil! Essa semana, você confere atitudes e iniciativas positivas, sobre o mesmo tema, na cidade de Belo Horizonte (MG). 

Centros de Vivência Agroecológica

CEVAE Capitão Eduardo - Regional Nordeste de BH.

Os Centros de Vivência Agroecológica - CEVAEs, são equipamentos públicos comunitários de política de meio ambiente e segurança alimentar do Município de Belo Horizonte com atuação específica em programas de intervenção socioambiental, através de ações nas áreas de Educação Ambiental, Segurança Alimentar e Saúde, Agroecologia e Geração Alternativa de Renda.

Tem como foco principal temas ambientais ligados ao desenvolvimento de uma agricultura urbana. Sua principal característica é a proposta de gestão compartilhada entre o poder público e a sociedade civil com a participação popular em suas decisões.

Para saber mais, clique aqui. 
Para encontrar o CEVAE mais próximo de você, clique aqui



Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana


A AMAU é um coletivo de pessoas, grupos comunitários, organizações, pastorais e movimentos sociais que desenvolvem e apoiam iniciativas de agroecologia na Região Metropolitana de Belo Horizonte - RMBH.

Objetivos da AMAU:
  • Apoiar as iniciativas populares e fortalecer a organização das/os agricultoras/es da RMBH.
  • Dar visibilidade às experiências de agricultura e agroecologia existentes na RMBH, mostrando a diversidade de atividades e espaços e as diferentes funções que podem ter na região.
  • Aprofundar o debate político com diferentes movimentos e organizações sociais e setores do poder público sobre a relação campo-cidade; o papel da agricultura e da agroecologia em regiões metropolitanas na construção de um projeto popular para o Brasil e a implementação de políticas públicas necessárias para o seu fortalecimento.
Para saber mais, clique aqui e aqui


Horta Comunitária do Cafezal 


Uma horta com mais de 100 tipos de plantas, que são vendidas a um valor inferior ao de mercado, funciona desde 2005 na Associação de Moradores da Vila Cafezal, no Aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de BH. Neste espaço, de cerca de 700 metros quadrados, os alimentos são cultivados de acordo com os princípios da agroecologia: justiça social, ambiental e econômica.

Oficinas populares
Além de diversos cursos oferecidos para a comunidade, na Associação de Moradores da Vila Cafezal também acontecem oficinas de técnicas e práticas relacionadas à agricultura urbana, a cada 15 dias, que são abertas ao público e gratuitas. Essas oficinas têm reunido mais de 30 pessoas por turma. Os interessados em participar das próximas oficinas podem obter mais informações pelo e-mail: aroeiraufmg@gmail.com.

Para saber mais, clique aqui e aqui. 


Feira de Agricultura Urbana


Por meio do decreto 15.215, de 20 de maio de 2013, a Prefeitura de Belo Horizonte criou a Feira de Agricultura Urbana. No espaço, serão comercializados hortifrutigranjeiros, cereais, grãos, flores, produtos processados artesanalmente e produtos de manejo florestal urbano e da agricultura rural em processo de conversão do sistema de produção convencional para a produção orgânica.

A feira será realizada às sextas-feiras, das 7h às 13h, na Rua Goiás, entre a Avenida Augusto de Lima e a Rua da Bahia. O processo seletivo para a permissão remunerada de uso do espaço público aos feirantes será conduzido pela Secretaria Municipal Adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional. O regulamento da Feira de Agricultura Urbana será elaborado no prazo de 90 dias a partir da publicação do decreto de criação, e a estimativa é de que a feira seja aberta em 120 dias.

Saiba mais aqui




segunda-feira, 24 de junho de 2013

Plantando e colhendo na cidade

Agricultura urbana é a prática de culturas agrícolas de uma cidade ou metrópole realizada geralmente em pequenas áreas, destinando-se sobretudo à produção para utilização e consumo próprio ou para a venda em pequena escala, em mercados locais. Pode ser praticada em quintais, em terraços, em pátios, ou, ainda, em hortas urbanas – espaços comunitários ou espaços públicos não urbanizados. 


Na onda de notícias positivas, o vinavina selecionou algumas boas novas sobre esse tema! Confira:


Quem disse que não tem espaço para plantar dentro da cidade?

Um mutirão organizado pelas redes sociais fez uma horta em pleno Centro de São Paulo (SP)! Na "Horta dos Ciclistas" plantaram abóbora, alface, manjericão, orégano e outros! A iniciativa surgiu da vontade de várias pessoas de transformar ideias e conceitos em ações práticas. "Mostrar que produzir alimentos nas cidades em espaços vazios e degradados é possível e melhora significativamente a qualidade de vida”, explica Ariel Kogan, um dos colaboradores da chamada Horta dos Ciclistas.

Para saber mais, veja a notícia na íntegra


Hortas Comunitárias


Subnutrição, desemprego e enchentes. Esses são três problemas gravíssimos da periferia da cidade de São Paulo, mas que podem ser resolvidos todos de uma vez só. Sabe qual é essa solução aparentemente mágica? A implantação de hortas comunitárias! Elas promovem capacitação profissional, geração de renda, alimentação mais nutritiva e espaço para absorção da água da chuva, entre outros benefícios. 

Para saber mais, veja a notícia na íntegra.


Cultivando sem semente

Uma das propriedades mais incríveis da natureza é a sua capacidade de recomeçar. Você sabia que alguns vegetais são capazes de perpetuar sua espécie sem a utilização de sementes? Você vai se surpreender ao descobrir que muitos deles estão dentro da sua geladeira.


Para saber mais, veja a notícia na íntegra.




Vamos nos unir e espalhar essa boa prática: 
na nossa casa, no nosso bairro e na nossa cidade!