segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pessoas transformando cidades...

No dia 16 de julho aconteceu, em Curitiba (PR), o TEDx Curitiba. O Departamento Socioambiental da Vina esteve presente no evento, na pessoa de Juliana Foini, que faz parte da equipe Vinavina.

Para quem não conhece o TED, ou o TEDx, este post veio para explicar o que eles são e como eles são realizados.


TED

O TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) surgiu em 1984. Todos os que participam, que comparecem e que apóiam o evento, acreditam no poder transformador das ideias para transformar atitudes, vidas e o mundo. O objetivo é fazer com que essas boas ideias se incorporem, cada vez mais, à nossa realidade. 


TEDx

O TEDx, um pouco diferente do TED, é um programa local, auto-organizado, que proporciona um debate profundo e uma conexão entre as ideias. O conceito é o mesmo do TED, porém, tudo é feito por voluntários, sem cobrança de taxas ou qualquer forma de pagamento. 
O evento não gera renda e não possui nenhum tipo de fim lucrativo. Desde a comissão organizadora até a plateia, são todos voluntários. Os palestrantes, os fotógrafos, os patrocinadores, todo mundo mesmo! Neste ano, o tema do TEDx Curitiba foi “Pessoas transformando cidades”

Entre 17 palestrantes, 40 voluntários, 5 organizadoras e pouco mais de 300 pessoas selecionadas para participar da plateia, estava também presente um desejo comum: o desejo de transformação e formação de rede. O TEDx possibilita aos seus participantes estarem com idealizadores de projetos e ações interessantes, mostrando que é possível pessoas transformarem cidades. 

Se quiser saber mais, neste link  você encontra vídeos com pedacinhos de algumas palestras e uma entrevista realizada com a organizadora do TEDx Curitiba e com dois voluntários que trabalharam no evento.


Em agosto, o vinavina vai postar ideias, ações, projetos e iniciativas vistas no TEDx Curitiba. Fique atento e não deixe de conferir...


Nós somos a sociedade, nós somos as cidades, nós somos a mudança. 
E você? O que tem feito para mudar a sua rua, o seu bairro, a sua vida?






Pessoal, ainda estamos com problemas técnicos na sessão INdica.
Em breve, este problema será solucionado. 
Desculpem a falha.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Viaje sem sair do lugar


As férias de julho chegaram e o vinavina traz para você um post reunindo o que há de melhor em Belo Horizonte, feito especialmente para quem quer aproveitar as férias sem gastar muito e sem ir muito longe.

Colônia de Férias
  
Para a meninada


A Livraria Corre Cotia preparou muita diversão para as crianças. Estão programadas oficinas de artes, culinária, jardim, música, show de mágica, contação de história, brincadeiras e jogos.

Para saber mais, clique aqui.
 

 Para vovôs e vovós


Colônia de Prata: colônia de férias destinada àqueles que têm mais de 60 anos. Iniciativa do Programa Cabeça de Prata do Minas Tênis Clube.

Para saber mais sobre a colônia de férias, clique aqui.
  Para conferir toda a agenda do Programa Cabeça de Prata, clique aqui.


Museus

Muitos museus da capital vão oferecer programação especial de férias. São oficinas, exposições, palestras e brincadeiras. Confira a programação dos principais museus de BH e da região metropolitana:

O Museu dos Brinquedos oferece colônia de férias e programação especial para o mês de julho. O destaque são as Oficinas Ecológicas, com oficinas de papel reciclado, confecção de cartão ecológico, integrando arte e meio ambiente.
 Para saber mais, clique aqui.
Para conferir a programação completa do museu, clique aqui.



No mês de julho, entre os dias 19 e 22, o Museu das Minas e do Metal (MMM) promoverá Oficinas de Férias para crianças acima de cinco anos de idade. Serão realizadas quatro oficinas de diferentes temas: Cristais, Pigmentos, Fotografia e Criação.
Para conferir a programação completa, clique aqui.



Museu Histórico Abílio Barreto 
Nas férias de julho, o Museu oferece aos visitantes uma programação repleta de novidades, com shows musicais, espetáculos de teatro e muita brincadeira!  
Para ver a programação, clique aqui.



Parques 


Muitos parques da capital vão oferecer programação especial de férias. São oficinas, trilhas ecológicas, debates e brincadeiras.
Clique aqui para conferir a programação.


Outras atividades



Para quem curte aventuras radicais, foi montado, em local fechado, um circuito adequado para crianças a partir de 4 anos e adultos.
Para saber mais, clique aqui. 


Vai vai vai começar a brincadeira...


Apresentações diárias e gratuitas de espetáculos circenses, oficinas e atividades recreativas para o público infantil e juvenil. 
Para saber mais, clique aqui.


Templo do Faraó


Entre as atividades disponíveis para a garotada, está um circuito de aventuras que desafia os pequenos a construir amuletos protetores, fazer pinturas em “papiros”, abrir sarcófagos, achar o caminho em meio a um labirinto e atravessar o rio Nilo repleto de “crocodilos".
Para saber mais, clique aqui.  


43º Festival de Inverno UFMG
De 08 de julho a 07 de agosto de 2011 


Em 2011, o Festival quer ampliar sua rede de ação, por isso terá seu funcionamento alterado, passando a contar com atividades em cinco municípios: Belo Horizonte, Brumadinho (Inhotim), Tiradentes, Cataguases e Diamantina.

Clique aqui para ver a programação completa.




Pessoal, estamos com problemas técnicos na sessão INdica. Por este motivo, as boas dicas das férias não serão disponibilizadas. 
Em breve, este problema será solucionado. 
Desculpem a falha.





 Até breve! Bom descanso...

sábado, 2 de julho de 2011

Na Lata



Nova seção deste blog, o Na Lata vai trazer, mensalmente, uma entrevista ou um texto interessante - sempre inéditos - que abordem o universo das boas idéias, das melhores práticas e das pequenas e grandes soluções para as questões atuais que envolvem a relação da sociedade com o meio ambiente. Repensar, junto com vocês, será sempre a nossa proposta.

Segue abaixo a nossa segunda entrevista.


A sustentabilidade é tridimensional

Profa. Teresa na sua sala no campus da UFMG: produzida com reutilização e inclusão social.

O blog Vinavina integra uma grande rede mundial – diversa, livre, pacífica e consciente - que se dedica a refletir e a divulgar as pequenas e grandes iniciativas socioambientais. Durante o mês de junho – em que celebramos o dia 5 como o Dia Mundial do Meio Ambiente inúmeros eventos em todo o planeta estão voltados justamente para refletir, divulgar, denunciar, promover, avançar e celebrar a relação do homem com a natureza e com o ambiente em que vive. Assim, para encerrar o mês de junho, entrevistamos a Profa. Doutora Maria Teresa Paulino Aguilar, Professora Associada da UFMG e coordenadora do Grupo NOC (Novos Olhares sobre a Construção e o Cidadão).  O tema escolhido por ela reúne todas as difíceis questões que, hoje, envolvem o indivíduo, a sociedade e a natureza. Vamos falar e refletir sobre sustentabilidade.

Instalações feitas de resíduos que projetam imagens surpreendentes.
Criadas por Tim Noble e Sue Webster.

O cuidado com o meio ambiente reflete a forma como as pessoas se relacionam com o lixo, com os vários tipos de resíduos produzidos e descartados diariamente. Como você percebe a relação atual do ser humano com o lixo?
Profa. Teresa Aguilar: O ser humano tem um repúdio natural em relação ao lixo e aos próprios resíduos que produz. Já está introjetado nas pessoas que o lixo deve ser descartado, deve ser jogado fora. É preciso trabalhar para uma mudança desse conceito. Os resíduos também podem apresentar encantamento, podem ser transformados em materiais úteis. O lixo pode e deve ser visto e trabalhado de forma positiva. O desafio é mudar o conceito de “resíduo” para “subproduto”, com um destino útil e favorável para melhorar o ambiente em que vivemos.

E o que pode ser feito para conseguir essa mudança de conceito?
Profa. Teresa Aguilar: Considerando que tudo está relacionado, é impossível separar o ser humano do meio ambiente. Assim, como educadora, procuro provocar nos alunos um novo olhar para os resíduos, procuro despertar nos alunos de engenharia um encantamento pelos resíduos e para as inúmeras possibilidades de trabalhar considerando que fazemos partes do meio ambiente, que devemos promover, literalmente, a construção de um ambiente melhor, mais confortável e que seja ainda melhor no futuro que estamos construindo. E isso não é fácil. Para mudar um conceito é preciso estar com a cabeça mais aberta e, na área das ciências exatas, com uma visão muito focada na técnica - essa é uma tarefa ainda mais difícil. O aluno precisa ser motivado a descobrir outras maneiras de olhar o mundo e de se relacionar com o meio ambiente.

Obra de arte de Vik Muniz, feita com resíduos. Da série "Lixo".

Como seria esse processo para um novo olhar sobre o meio ambiente?
Profa. Teresa Aguilar: Precisamos mudar o nosso olhar de maneira geral. Só uma mente aberta é capaz de aceitar a mudança de um conceito. E são muitos os olhares. Tem o olhar mais consumista, tem o olhar mais social, o olhar ecológico, o olhar do ponto de vista da saúde, do ponto vista do conforto material... Não sei qual o seria o mais importante. Mas, de todos esses, o olhar mais pobre é, sem dúvida, o econômico. O caminho para qualquer mudança é a educação. Assim, de minha parte, posso orientar o aluno para olhares que privilegiem e considerem o meio ambiente. Nossa orientação inclui oferecer esses novos olhares para os resíduos, para as inúmeras possibilidades de seu aproveitamento como subproduto, para a importância de pensar a construção de um ambiente cada vez mais favorável para todos, agora e no futuro. Acredito que, nesse sentido, o nosso trabalho na Escola de Engenharia já tem surtido efeitos positivos.

Recentemente, a sua sala de trabalho, na Escola de Engenharia da UFMG, foi reformada e transformada em uma sala totalmente diferente dos padrões da escola: tudo nela foi construído com material reciclado. Como é ser diferente em um universo tão técnico, tão formal? Qual é o olhar que os alunos e demais profissionais têm para a sua nova sala e para a sua proposta?
Profa. Teresa Aguilar: Primeiramente, os alunos ficam curiosos por uma sala diferente: colorida, enfeitada e querem saber o porquê daquilo. Quando descobrem que toda a sala foi montada com resíduos, ficam encantados e querem saber mais. Alguns trazem até mimos para a sala, feitos por eles ou por familiares. A sala atende ao nosso objetivo: sensibilizar os alunos para a presença e a possibilidade de reaproveitamento dos resíduos. A sala também encanta ou desperta a curiosidade de outros professores.

Detalhes da sala. Parceria Vina e Escola de Engenharia UFMG.

Professora Teresa, o tema da sustentabilidade vem sendo debatido e cada vez mais considerado nos projetos e nas ações voltadas para garantir um futuro equilibrado na convivência da humanidade com o ambiente em que vivemos. Como você vê essa questão?
Profa. Teresa Aguilar: A sustentabilidade é uma questão de vida. É uma utopia. É quando se consegue o equilíbrio entre o social, o econômico e o ambiental. É o caminho do meio. É um processo que exige decisões individuais equilibradas. É uma nova maneira de olhar o mundo procurando acertar. Por exemplo, quando usamos o copinho de papel descartável: não precisa usar um novo copo a toda hora; você pode usar um mesmo copo o dia inteiro e, no final do dia, você o descarta. Se é um copo de louça, você tem que lavar, vai gastar água. Mas é possível lavar o copo sem gastar muita água. Se levarmos tudo com muito rigor, vamos ficar doidos. Por isso, a sustentabilidade pede bom senso.

E você acredita que as pessoas estão preparadas para entender e praticar o conceito de sustentabilidade?
Profa. Teresa Aguilar: O ser humano não gosta de mudanças, não gosta de sair da sua zona de conforto; só sai quando isso representa um ganho ou uma perda muito grande. É preciso convencer as pessoas de que suas atitudes individuais afetam as outras pessoas e interferem diretamente no mundo. Tudo está relacionado. E existem muitas maneiras de nos relacionarmos com o meio ambiente. Porém não estamos ainda devidamente preparados. Na área da construção civil, por exemplo, isso é evidente. Tivemos muitos avanços, mas as pessoas não estão preparadas para usar devidamente as tecnologias oferecidas. Já existem pessoas investindo em construções “inteligentes”, que utilizam a tecnologia para economizar energia, para captar a água da chuva... Mas do que adianta recolher a água da chuva para molhar plantas ou lavar carros em um lugar em que não chove? Por isso, eu digo que só existem duas maneiras de implantar ações transformadoras: a primeira, em curto prazo, é pela regulamentação das práticas, as leis – ambientais, sociais e econômicas - que orientam as pessoas e determinam posturas. E a outra forma, em longo prazo, é a educação. O olhar ainda é muito estreito, é preciso ampliar o campo de visão e isso só é possível com a educação. Tenho muito claro, para mim, que criar e educar uma pessoa equilibrada é uma forma de praticar a sustentabilidade. E isso é muito difícil de realizar. Agora, eu digo uma coisa: as mudanças só virão de fato quando virarem lei. A lei é capaz de promover, socialmente, uma mudança de fato. A soma da educação com a conscientização e com a regulamentação pode acelerar esse processo evolutivo de respeito ao ser humano e à natureza.

Lixão Brasília (Por Francisco Stuckert, 2007)
 
Em que momento desse processo evolutivo nós estamos agora?
Profa. Teresa Aguilar: Acredito que estamos entrando em uma nova era. Agora a preocupação tem que ser com o outro, com o mundo, com o ambiente inteiro. O homem precisa tomar consciência de que faz parte do meio natural e que vai ter que tomar decisões que vão afetar a vida das outras pessoas. O homem atual precisa voltar a se integrar com a natureza e, sem jogar fora os valores construídos, buscar um equilíbrio que inclua os outros homens e o meio em que vive. A natureza não está fora da gente. Nós fazemos parte dela. É o momento de estabelecer uma relação mais amigável com a natureza. Cada um precisa enxergar o seu papel nesse processo.

Qual é a sua sugestão? Existe uma boa receita para atuarmos nessa transformação em curso?
Profa. Teresa Aguilar: De fato, essa é uma equação dificílima. As alterações são socioculturais e exigem mudanças profundas. Não existe receita para a sustentabilidade: temos que praticar. A sustentabilidade é tridimensional. Cada decisão que tomarmos deverá ser ponderada no sentido de contemplar as três áreas: a social, a econômica e a ambiental. E seremos exigidos a tomar decisões individuais, equilibradas e permanentes, em favor dessa sustentabilidade.  Se conseguirmos convencer as pessoas que têm filhos e netos de que elas têm que se preocupar agora com o ambiente a ser preservado para o futuro, poderemos mostrar que esta é uma preocupação de amor pelo próximo. Pois a herança que vamos deixar é a de um ambiente que deve favorecer a vida. O meio ambiente afeta a nossa maneira de agir. Ele é tudo, inclusive você. Assim, é preciso cuidar de você, cuidar das suas relações pessoais e, depois, cuidar do ambiente à sua volta. 



Maria Teresa Paulino Aguilar
Graduada em Engenharia com doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais. É Professora Associada da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem trabalhos de pesquisa e extensão em Estrutura e Comportamento Mecânico dos Materiais Cimentícios e Metálicos, e Sustentabilidade das Edificações. Coordena o Grupo NOC (Novos Olhares sobre a Construção e o Cidadão).

Entrevista realizada em 9.6.2011
por Élida Murta.



 
Não deixe de conferir as boas dicas do INdica.
Sugestões da Profa. Teresa e de Élida Murta. 




“Grandes realizações são possíveis quando se dá atenção aos pequenos começos.”
(Lao-Tsé, Século VII a.C.)


segunda-feira, 27 de junho de 2011

O ambiente e a natureza

O ar
Estados engajados para evitar emissão de gases por veículos


A partir de agora, os passageiros de ônibus poderão saber quais veículos estão engajados no Projeto Procon Fumaça Preta, por meio de um selo verde colado no vidro dianteiro. O projeto tem como objetivo principal reduzir a emissão de gases na atmosfera.

O selo atesta, por meio do adesivo colocado voluntariamente nos veículos, sobre o atendimento dos padrões de controle de emissão de gases poluentes. A iniciativa ganhou a mídia e a simpatia da população, ajudando a expandir a campanha.
Até 30 de junho, os Planos de Controle de Poluição Veicular (PCPVs) devem ser entregues aos conselhos estaduais de meio ambiente. O documento é obrigatório, mas todos terão autonomia para decidir sobre as medidas a serem tomadas para a redução de gases que saem do escapamento de carros, motos, ônibus e caminhões.

Clique aqui para ler mais.


O solo
Protesto musical na orla de Copacabana (RJ) em favor das matas brasileiras!


O verde coloriu a praia de Copacabana no último 19 de junho. Cerca de 3 mil pessoas acompanharam o carro de som que animou o desfile de blocos de rua do carnaval carioca em favor das nossas florestas. O clima foi de alegria, apesar do assunto ser sério: o evento tinha como objetivo reunir assinaturas para um manifesto em favor de um Código Florestal que respeite a riqueza natural brasileira.
 
“O evento foi um sucesso de público e mostrou que a população está mobilizada contra as mudanças do Código Florestal”, disse Leo Benjamin, do bloco Azeitona sem Caroço e um dos organizadores do evento carnavalesco. “O samba é a nossa forma de protestar”.

O manifesto que circulou durante a batucada pede ao Senado e à presidente que não permitam que nossa legislação florestal seja deturpada, abrindo brecha legal para mais devastação.

Não deixe de conferir o vídeo e as fotos da manifestação:






Leia mais aqui.


A água
Cada pessoa tem seu motivo para cuidar da água. Qual é o seu?


 Para comemorar o Dia Mundial da Água em 2011, a COPASA pensou em algo diferente: deflagrar um movimento de amor à água. Para que isso se concretizasse, foi necessária a participação de toda a sociedade. A Campanha “Água da Gente” partiu de um convite a todas as pessoas para que cada um declarasse seu amor pelo recurso natural mais importante do planeta, a água.


Cada instituição ou pessoa que aderiu à campanha construiu a sua maneira de homenagear a água: vídeos criativos, fotos, textos, caminhadas, serestas e celebrações. O resultado foi surpreendente e pessoas de todas as regiões do Estado registraram o seu amor pela água no site da campanha.



 " Trate bem a Terra.  
Ela não foi doada a você por seus pais. 
Ela foi emprestada a você por seus filhos."
 (Provérbio Africano)

sábado, 18 de junho de 2011

O ambiente e a sociedade

Mínimas que são o máximo:
de BH para o mundo.


Cidades Sustentáveis – Nossa BH

A Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis tem como missão comprometer a sociedade e sucessivos governos com comportamentos éticos e com o desenvolvimento justo e sustentável de suas cidades, tendo como valor essencial a democracia participativa. Os movimentos e organizações que integram a rede são totalmente apartidários e inter-religiosos, concentrando suas ações e propostas nos interesses públicos, sempre preservando sua autonomia e independência face aos governos de todos os níveis.

A rede hoje conta com movimentos em cerca de 40 cidades brasileiras e tem dado passos significativos para qualificar o controle social dos poderes públicos, assim como para elaborar ferramentas de conhecimento e monitoramento sobre a qualidade de vida nos municípios.
Em Belo Horizonte, a rede é representada pelo movimento Nossa BH que busca a educação cidadã, a incidência e o controle social sobre as políticas públicas urbanas, baseando-se na democracia participativa, na pluralidade de ideias e no apartidarismo para articular os cidadãos em torno de um desejo maior: viver numa cidade justa e sustentável. O movimento já conta com a participação de aproximadamente 60 organizações da sociedade civil e está a um turno da aprovação da Lei do Programa de Metas.


Instituto Ethos 


O Instituto Ethos tem promovido várias ações socioambientais envolvendo empresas, governo, sociedade e organizações do terceiro setor.
Um bom exemplo é o “Projeto Jogos Limpos Dentro e Fora dos Estádios”, que tem como objetivo garantir a integridade, transparência e legado socioambiental da realização, no Brasil, da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

Veja aqui ações desse projeto em BH.

TEDx – Ideias que merecem ser espalhadas 


O TEDx é um programa de eventos locais e organizados de forma independente, que reúne pessoas para dividir uma experiência ao estilo TED. O TED (Technology, Entertainment, Design; Tecnologia, Entretenimento, Design em português) surgiu em 1984 como uma conferência anual na Califórnia. Com 4 diferentes tipos de ações TED Conference, TED Talks, TED Prize e TEDx a organização pretende transformar seu mote “ideias que merecem ser espalhadas” cada vez mais em realidade.

“Acreditamos apaixonadamente no poder das ideias para mudar atitudes, 
vidas e, em última instância, o mundo”, dizem os organizadores do TED.
Nós também. E você?

No Brasil, o primeiro TEDx aconteceu em 2009. Em julho de 2011, o TEDx vai acontecer em Curitiba, com o foco: “Pessoas Que Transformam Cidades”

Um evento independente, que só sai do papel com ajuda de pessoas interessadas em fazer diferente. O TEDx é todo independente: organizado, criado, produzido e executado integralmente por voluntários. 


"No normal, não se faz nada"
(Autor desconhecido)

sábado, 11 de junho de 2011

O ambiente e o indivíduo

Mínimas que são o máximo
de BH para o mundo. 


Vanilda de Jesus Pereira
  Ex-catadora de papel montou uma biblioteca com mais de 22 mil livros. 

Vanilda, na biblioteca.
No início, há 20 anos, os livros cabiam em poucas caixas embaixo da cama. Hoje, ela coordena a Biblioteca Comunitária Graça Rios, na entrada da favela Paquetá, em Belo Horizonte (MG), que tem um acervo de cerca de 22 mil livros. "Nada foi planejado. Fui fazendo o que era possível", diz Vanilda.
Na biblioteca, que funciona num galpão, também são dadas aulas de reforço escolar para as crianças mais novas e de preparação para os jovens que vão prestar vestibular. 


O local funciona ainda como uma espécie de creche. Diariamente, umas 30 crianças são deixadas de manhã pelas mães, que retornam no final do dia para buscá-las. O projeto conta com a ajuda de voluntários e o apoio de diversas empresas locais, além de eventos promovidos para arrecadar fundos.
Saiba mais aqui.

 
Jorge de Morais Quintão
Fotógrafo ensina crianças da Comunidade Santa Lúcia a ter um novo olhar para o mundo.

Aluno do projeto
  Em março de 2009, Jorge de Morais criou o projeto "Meu morro, meu olhar", que surgiu da vontade de mostrar às crianças moradoras do Aglomerado Santa Lúcia, em Belo Horizonte, outra forma de expressão artística, diferente das que elas já conheciam, como o desenho e a pintura.
As aulas são divididas entre teóricas e práticas, dentro da sala de aula, nos espaços cedidos na comunidade ou na própria escola, além de caminhadas pelo aglomerado, para que os alunos possam exercitar o olhar e aplicar a teoria apreendida. 
Para que os alunos pudessem ter acesso à sua produção, ele criou o site Olhar Coletivo.

Jorge Quintão é finalista do Prêmio Bom Exemplo, na categoria Cidadania. Esse prêmio tem o objetivo de destacar ações sociais que contribuem para a melhoria da qualidade de vida em Minas Gerais. 

Foto: Agno - www.olharcoletivo.org - 2011

 
Mônica Lopes Buono
Desenvolve um trabalho de integração entre o indivíduo e o meio ambiente, conciliando geração de renda com preservação da natureza, conscientização e inclusão social.

 
Fundadora e Presidente da OSCIP Amanhágua, organização rural socioambiental e de ações de políticas públicas, Mônica é médica veterinária formada pela UFMG, com pós graduação em Gestão e Manejo Ambiental de Sistemas Florestais, pela Universidade Federal de Lavras, e reside na região de Baependi (MG), onde se localiza a sede da Amanhágua.

Aulas de Educação Ambiental com crianças das escolas rurais.
 Saiba mais aqui.




 “Tente mover o mundo - 
o primeiro passo será mover a si mesmo.”
 (Platão)



  Se você participa de alguma inciativa ou conhece alguma ação como as que acabou de ver, compartilhe com o vinavina. Quanto mais gente souber dessas histórias positivas, melhor para todos nós.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Meio Ambiente?


 No dia 05 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, começa a semana dedicada a este tema. O vinavina escolheu três temas para comentar. Hoje vamos apresentá-los e, durante o mês de junho, cada tema será postado separadamente. 
Uma homenagem, um convite à reflexão!

O que é “meio ambiente” para você?



O ambiente e o indivíduo
Somos o ambiente: tudo começa de dentro para fora... 

E se o mundo tivesse 100 pessoas?


O ambiente e a sociedade
Das mudanças individuais para as transformações sociais. 

Depende de cada um...



O ambiente e a natureza 
A natureza somos nós.

O mundo é a nossa casa!


No INdica, confira a programação da 
Semana do Meio Ambiente na UFMG: 
Questões Socioambientais na Grande BH.




"A primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta: fazer alguma coisa."

(Campanha SWU - Começa com você: uma iniciativa que aponta caminhos para que todos juntos ajudem a construir um mundo sustentável, começando com pequenas atitudes.)