A chegada do mês de agosto traz lindas cores para Belo Horizonte (MG). A cidade se enche com as cores das flores dos ipês, que transbordam uma beleza simples, mas, ao mesmo tempo, exuberante!
Foto: Cristina Araújo
O ipê é uma árvore do gênero Tabebuia, pertencente à família das bignoniáceas, podendo ser encontrada em seu estado nativo por todo o Brasil. As diversas variedades de ipê recebem os respectivos nomes de acordo com as cores de suas flores ou da sua madeira. Vale ressaltar que, de uma maneira geral, as bigoniáceas estão distribuídas em 120 gêneros, com cerca de 800 espécies.
Se você é de BH ou se a sua cidade também está enfeitada, fotografe e envie pro Vinavina!
As fotos acima foram enviadas por Cristina Araújo.
Clique nas imagens para ampliar e ver melhor a beleza dos ipês.
Tempo seco
Para muita gente, a baixa umidade do ar nesta época do ano causa desconforto e até problemas de saúde, como o ressecamento dos olhos, da boca, do nariz e com o agravamento das doenças respiratórias.
Confira aqui algumas dicas para lidar com o clima seco!
As férias de julho chegaram e o vinavina traz para você um post reunindo o que há de melhor em Belo Horizonte (MG), feito especialmente para quem quer aproveitar as férias sem gastar muito e sem ir muito longe.
Para a meninada!
Corre Cutia
A Livraria Corre Cutia é um espaço de valorização da infância. Aqui as crianças podem soltar a imaginação, brincar pra valer, descobrir novas cores, formas e sabores, inventar histórias e criar um mundo de diversões.
A livraria abrirá duas turmas: uma para crianças de 2 a 4 anos e outra para maiores de 5. Além de brincadeiras, os pequenos serão convidados a ler livros do acervo e ouvir histórias.
Quando: de 15 de julho a 2 de agosto (seg. a sex., das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30). Preço: R$ 45,00 (manhã) e R$ 55,00 (tarde). Indicação: de 2 a 10 anos.
Educadores vão acompanhar as crianças em oficinas de arte. No fim da tarde, os trabalhos produzidos serão compartilhados com os pais.
Quando: terças, sábados e domingos de julho, das 11h às 16h. Preço: R$ 28,00 (por dia) e entrada franca na terça. Criança até 5 anos não paga. Indicação: de 4 a 7 anos.
O Museu dos Brinquedos reúne educação, cultura e lazer, com objetivo de pesquisar, preservar e divulgar o patrimônio cultural lúdico da infância, fazendo-o de um instrumento de construção de identidades coletivas e de requalificação das experiências culturais, educativas e cidadãs da criança e do adulto.
Na Colônia de Férias, o Museu irá se transformar em um grande ateliê com oficinas de arquitetura, música, literatura, teatro, dança, pintura, escultura, fotografia e cinema.
Quando: 22 a 26 de julho, das 13h as 17h30. Preço: R$ 55,00 dia - R$ 225,00 (semana) + R$ 15,00 (camiseta)
Faixa etária: de 3 a 6 anos *Irmãos e primos têm 10% de desconto *as crianças devem trazer lanche
Para mais dicas de programas e passeios para levar as crianças, clique aqui.
Programação especial nos parques de BH
Recreação e educação ambiental para toda a família! A programação faz parte do projeto Férias nos Parques, desenvolvido pela Fundação de Parques Municipais (FPM) em nove parques da Capital.
Para visualizar a lista completa dos parques de BH, clique aqui.
Programação cultural
Quem ainda não conhece os museus de BH, pode aproveitar as férias para conhecer e entender um pouco mais sobre a história da cidade! E para os apreciadores da arte, uma boa oportunidade para conhecer as galerias de Belo Horizonte.
Clicando aqui, você confere todos os museus, com horários e endereços.
Clicando aqui você confere todas as informações sobre as galerias de arte em BH.
Pertinho de BH
E para quem gosta de colocar o pé na estrada, mas não quer ir muito longe, os arredores de Belo Horizonte também oferecem passeios e programas para relaxar, se aventurar e curtir as férias.
Clique aquie confira informações sobre cidades, grutas e montanhas, todas ao lado de BH.
E como ninguém é de ferro, o vinavina também entra de férias! Voltamos na primeira semana de agosto...
No post passado, divulgamos boas novas sobre a prática da agricultura urbana no Brasil! Essa semana, você confere atitudes e iniciativas positivas, sobre o mesmo tema, na cidade de Belo Horizonte (MG).
Centros de Vivência Agroecológica
CEVAE Capitão Eduardo - Regional Nordeste de BH.
Os Centros de Vivência Agroecológica - CEVAEs, são equipamentos públicos comunitários de política de meio ambiente e segurança alimentar do Município de Belo Horizonte com atuação específica em programas de intervenção socioambiental, através de ações nas áreas de Educação Ambiental, Segurança Alimentar e Saúde, Agroecologia e Geração Alternativa de Renda.
Tem como foco principal temas ambientais ligados ao desenvolvimento de uma agricultura urbana. Sua principal característica é a proposta de gestão compartilhada entre o poder público e a sociedade civil com a participação popular em suas decisões.
Para encontrar o CEVAE mais próximo de você, clique aqui
Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana
A AMAU é um coletivo de pessoas, grupos comunitários, organizações, pastorais e movimentos sociais que desenvolvem e apoiam iniciativas de agroecologia na Região Metropolitana de Belo Horizonte - RMBH.
Objetivos da AMAU:
Apoiar as iniciativas populares e fortalecer a organização das/os agricultoras/es da RMBH.
Dar visibilidade às experiências de agricultura e agroecologia existentes na RMBH, mostrando a diversidade de atividades e espaços e as diferentes funções que podem ter na região.
Aprofundar o debate político com diferentes movimentos e organizações sociais e setores do poder público sobre a relação campo-cidade; o papel da agricultura e da agroecologia em regiões metropolitanas na construção de um projeto popular para o Brasil e a implementação de políticas públicas necessárias para o seu fortalecimento.
Uma horta com mais de 100 tipos de plantas, que são vendidas a um valor inferior ao de mercado, funciona desde 2005 na Associação de Moradores da Vila Cafezal, no Aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de BH. Neste espaço, de cerca de 700 metros quadrados, os alimentos são cultivados de acordo com os princípios da agroecologia: justiça social, ambiental e econômica.
Oficinas populares
Além de diversos cursos oferecidos para a comunidade, na Associação de Moradores da Vila Cafezal também acontecem oficinas de técnicas e práticas relacionadas à agricultura urbana, a cada 15 dias, que são abertas ao público e gratuitas. Essas oficinas têm reunido mais de 30 pessoas por turma. Os interessados em participar das próximas oficinas podem obter mais informações pelo e-mail: aroeiraufmg@gmail.com.
Por meio do decreto 15.215, de 20 de maio de 2013, a Prefeitura de Belo Horizonte criou a Feira de Agricultura Urbana. No espaço, serão comercializados hortifrutigranjeiros, cereais, grãos, flores, produtos processados artesanalmente e produtos de manejo florestal urbano e da agricultura rural em processo de conversão do sistema de produção convencional para a produção orgânica.
A feira será realizada às sextas-feiras, das 7h às 13h, na Rua Goiás, entre a Avenida Augusto de Lima e a Rua da Bahia. O processo seletivo para a permissão remunerada de uso do espaço público aos feirantes será conduzido pela Secretaria Municipal Adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional. O regulamento da Feira de Agricultura Urbana será elaborado no prazo de 90 dias a partir da publicação do decreto de criação, e a estimativa é de que a feira seja aberta em 120 dias.
Agricultura urbana é a prática de culturas agrícolas de uma cidade ou metrópole realizada geralmente em pequenas áreas, destinando-se sobretudo à produção para utilização e consumo próprio ou para a venda em pequena escala, em mercados locais. Pode ser praticada em quintais, em terraços, em pátios, ou, ainda, em hortas urbanas – espaços comunitários ou espaços públicos não urbanizados.
Na onda de notícias positivas, o vinavina selecionou algumas boas novas sobre esse tema! Confira:
Quem disse que não tem espaço para plantar dentro da cidade?
Um mutirão organizado pelas redes sociais fez uma horta em pleno Centro de São Paulo (SP)! Na "Horta dos Ciclistas" plantaram abóbora, alface, manjericão, orégano e outros! A iniciativa surgiu da vontade de várias pessoas de transformar ideias e conceitos em ações práticas. "Mostrar que produzir alimentos nas cidades em espaços vazios e degradados é possível e melhora significativamente a qualidade de vida”, explica Ariel Kogan, um dos colaboradores da chamada Horta dos Ciclistas.
Subnutrição, desemprego e enchentes. Esses são três problemas gravíssimos da periferia da cidade de São Paulo, mas que podem ser resolvidos todos de uma vez só. Sabe qual é essa solução aparentemente mágica? A implantação de hortas comunitárias! Elas promovem capacitação profissional, geração de renda, alimentação mais nutritiva e espaço para absorção da água da chuva, entre outros benefícios.
Uma das propriedades mais incríveis da natureza é a sua capacidade de recomeçar. Você sabia que alguns vegetais são capazes de perpetuar sua espécie sem a utilização de sementes? Você vai se surpreender ao descobrir que muitos deles estão dentro da sua geladeira.
Que tal fugir um pouco da imagem negativa do mundo que os meios de comunicação insistem em mostrar todos os dias? As notícias boas se espalham com mais velocidade e chegam mais longe! Ler e compartilhar informações positivas faz a gente se sentir melhor, levanta o astral, mobiliza as pessoas, melhora o mundo!
Este post é uma homenagem e um incentivo à circulação de notícias positivas e de notícias felizes: descobertas científicas que sirvam para melhorar a saúde e/ou o bem estar das pessoas, medidas e leis que sejam boas de fato para as populações, acontecimentos legais, ações incríveis e boas intenções, no Brasil e no mundo.
"Um balanço"
São Paulo, região central. A rotina diária de carros, transeuntes, motos e pressa é perturbada pela inclusão de um simples balanço no caminho. Será esse pequeno ato capaz de modificar a relação dos moradores com uma praça, com a cidade? Intervenção urbana e convite à reflexão, o curta-metragem “Um Balanço” nos traz poucas respostas e muitas questões sobre o que, afinal, queremos de nossa cidade. Vamos balançar?
E você, já pensou o que faria diante de um balanço? E diante da sua cidade?
Letícia Matos 'veste' placas e árvores de São Paulo com tricô. 13 dias, 13 lugares, 13 pompons em cada intervenção. Assim o processo todo foi surgindo: o nome, as coincidências, os rituais da vida...
Primeiro portal de notícias positivas do Brasil, o AsBoasNovas.com publica diariamente conteúdos que inspiram uma realidade mais otimista e a construção de um mundo melhor. Chega de ver o lado negativo. Aqui você só encontra o lado bom do mundo!
O ambiente inteiro comporta a natureza e o homem que age sobre. A questão ambiental se amplia na realidade da condição humana e nos processos que são desencadeados na relação do homem com os seus semelhantes e com o nosso planeta. Nesta Semana do Meio Ambiente queremos destacar ações individuais que, positivamente, fazem grande diferença nos lugares em que vivem e atuam.
'Sucata tecnológica' vira arte
Armando Oliveira, 50 anos, teve, há três anos, a brilhante ideia de transformar "sucata tecnológica" - peças velhas de computadores e eletroeletrônicos, modelos de câmeras fotográficas antigas, metal e plástico - em arte. Hoje, o artista de Fortaleza (CE) cria caranguejos, aranhas, besouros, pássaros, motocicletas e robôs utilizando esse tipo de material e muita criatividade.
"Eu trabalho com manutenção de computadores e comecei a juntar muitas peças em casa. Depois de muito tempo vi que elas tinham utilidade e há três anos faço esse tipo de arte", explicou Armando Oliveira.
Ele afirmou ainda que, diante do resultado das peças criadas, passou a comprar materiais inutilizados de outras empresas que trabalham com computadores para ampliar a sua coleção. E o hobby acabou virando negócio: Armando já vende as suas obras na praia ou pela internet, que tem sido o meio 'mais rentável' de acordo com o artista. Ele publica fotos em seublog pessoal para divulgar as peças exclusivas e as vende em um site de comércio eletrônico.
Além de constituírem uma fonte de renda, as criações são, para Armando, uma forma de reciclar materiais que ficariam inutilizados por muitos anos. O artista conta que, em suas mãos, a sucata tecnológica é 100% reaproveitada. Até mesmo equipamentos grandes, como máquinas fotocopiadoras e computadores antigos são reaproveitadas por ele.
Projeto Meninas de Dora
"Tenho formado centenas de empreendedores que também são multiplicadores e ajudam outras pessoas a gerar renda e ter outras perspectivas de vida”.
Dora Alves
Dora Alves vive em Belo Horizonte, Minas Gerais. Seu trabalho e sua arte de trançar cabelos vem promovendo a profissionalização na área da beleza, mas a sua ação verdadeira está no resgate da autoestima, especialmente das meninas e meninos negros. Ela vem demonstrando e ensinando que é possível reconstruir a vida mesmo diante do preconceito e de grandes adversidades. “Grande parte dos afrodescendentes assimila o padrão de beleza europeu que está na mídia e não se aceita como é. Todos são belos e o cabelo do padrão negro é muito versátil, seja ele anelado, trançado em Black Power, Dread Lock, etc.”.
A ação individual iniciada em casa, hoje transformada em Projeto Meninas de Dora, cresceu, se multiplicou e ganhou reconhecimento nacional e internacional. O trabalho de resgate social e de identidade cultural desenvolvido por ela já foi tema de monografias e teses na área de educação em universidades renomadas como USP, UFMG e PUC. Em 2010, ela foi entrevistada pelo Professor Henry Louis Gates, da Universidade de Harvard, cujo tema girou em torno de políticas raciais e a matéria foi exibida nos Estados Unidos. A repercussão positiva do seu trabalho já rendeu a Dora inúmeros prêmios, entre eles o Valores Femininos (2002); Bom Exemplo e Prêmio Zumbi de Cultura, em 2010; o Troféu Reggae Favela e Cidadã do Mundo, em 2011; e Mineira de Ouro, em 2012.
Atualmente, além de cuidar pessoalmente do Projeto, Dora faz palestras em escolas, faculdades, albergues, casas de menores infratores, sempre com o objetivo de despertar na comunidade afrodescendente a descoberta e aceitação da sua descendência e beleza.
Para manter o Projeto e dar continuidade à sua arte de trançar cabelos, Dora se desdobra no trabalho em dois salões que ficam na av. Amazonas, 1049 – loja 59 - 2° andar, Centro - tel. 31 3224-4163; e na Av. Augusto de Lima, 655 – Loja 9 - Centro – tel. 31 2526-9452, ambos em Belo Horizonte (MG).
Se você deseja conhecer o Projeto Meninas de Dora, venha conhecer os salões e saiba como apoiar e colaborar com este projeto.
“Mudas, jardim e pomar. É sua. Pode levar.”
Ernani Façanha di Latella, 84 anos, advogado aposentado, morador do Bairro Anchieta, Região Centro-Sul de Belo Horizonte (MG) é um exemplo de gentileza urbana e de resistência à especulação imobiliária. Ele defende o seu espaço de casa e quintal, construídos com o próprio suor nos anos 1960. “Daqui, só saio morto. Para o céu ou para o outro lugar. Quem vai saber?”, diz bem-humorado.
Seu Ernani afirma que a pressão é grande e a sua casa já está sufocada por edifícios no quarteirão da Rua Grajaú. “Chegaram a comprar a casa ao lado, mas precisavam da minha para o tamanho do prédio que pretendiam levantar. Não vendi. Não vendo. Então, eles tiveram que passar o imóvel”, conta, orgulhoso da sua vitória contra a transformação radical pela qual o bairro vem passando nos últimos anos. Mas não é exatamente por sua brava resistência que esse descendente de italianos é famoso no bairro Anchieta. Sua fama vem da sua ação original de distribuir, de graça, mudas de árvores e flores.
Em uma placa improvisada, que fica à vista dos passantes, ele convida: “Mudas, jardim e pomar. É sua. Pode levar.” Desde 2010, Seu Ernani cultiva mudas para doação. Ele passa as tardes trabalhando em pequenos vasos recortados, feitos de caixas vazias, potes de margarina e garrafas de plástico, para, na manhã seguinte, deixá-los sobre o muro que divide o lote com a rua. “O pessoal pega. E quando não tem, eles tocam a campainha e pedem. Vem gente até de outras regiões da cidade. Já estão ficando acostumados”, conta, feliz com resultado da sua boa ação.
Dono de um pedacinho do mundo, o jardineiro-cidadão discorre com consciência sobre a importância da preservação da natureza. Mostra-se indignado com a devastação das matas: “Estão acabando com o planeta. O desmatamento na Amazônia é uma vergonha. E por que não tomam providências? Porque há muita gente se beneficiando disso. É uma roubalheira sem fim neste país. É corrupção para todos os lados”.
Se você quer ganhar uma muda ou conhecer o muro do Sr. Ernani, passe pela Rua Grajaú, em frente ao número 328. Nem precisa perguntar onde é a casa dele, o muro se destaca na rua cheia de prédios e a ação gentil e generosa desse “jardineiro” espalha seu perfume e contagia muitos dos que ainda apreciam plantar em vez de cortar e ainda acreditam na generosidade e na delicadeza como formas de melhorar a convivência entre as pessoas.
A questão da ocupação dos espaços públicos pela coletividade, que quer fazer valer os direitos adquiridos de defender a melhor qualidade de vida nas cidades, defendendo praças, árvores, rios, campos de futebol de várzea, patrimônios históricos e naturais, está na ordem mundial do dia. Seja em Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Istambul, Tóquio ou Nova York, o que estamos vendo nos últimos dias é um enfrentamento – em alguns casos, violentos - de cidadãos conscientes da importância de seus espaços públicos contra a imposição de uma ordem – orquestrada por governantes e grandes grupos econômicos – que quer promover a privatização dos espaços públicos de acordo com os interesses de uma minoria que, via de regra, são radicalmente contrários à qualidade de vida das cidades e das pessoas.
Selecionamos, para o post de hoje, duas iniciativas que buscam discutir a questão urgente dos espaços públicos e, também, algumas dicas dos eventos que estão programados para Belo Horizonte nesta Semana do Meio Ambiente.
Movimento Fica Fícus
Mexeu com uma árvore, mexeu com todas!
O Movimento Fica Fícus foi criado em março de 2013. Ele surgiu em Belo Horizonte (MG) como reação indignada à ação de podas radicais nos Fícus da Av. Bernardo Monteiro, localizada na Região Centro-Sul da cidade. A Alameda dos Fícus da Av. Bernardo Monteiro é patrimônio paisagístico e cultural da cidade e já faz parte do roteiro cultural e afetivo de Belo Horizonte. Além da beleza das árvores centenárias, que completaram 112 anos em 2013, ali acontecem, há muitos anos as tradicionais Feira das Flores e Feira de Artesanato Solidário, sempre às sextas-feiras, e a Feira de Alimentação aos sábados. De março deste ano para cá, além das podas consideradas por especialistas como desnecessárias – e que novamente aconteceram na última semana de maio – e sob a alegação da PBH de que as árvores estavam sendo atacadas por uma praga, as Feiras foram transferidas para espaços próximos, sem qualquer consulta e aviso aos participantes e à comunidade do bairro. Indignados com a atitude arbitrária da Prefeitura, um grupo de cidadãos se reuniu e decidiu defender aquelas árvores e solicitou à Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SMA transparência nas informações sobre o que estava acontecendo. Nasceu assim o Movimento Fica Fícus, que já conta com o apoio da população, além do acompanhamento de diversos especialistas em biologia, botânica e engenharia florestal e de vereadores da cidade.
O Movimento Fica Ficus segue na sua ação em defesa dos Fícus da Av. Bernardo Monteiro, da Av. Barbacena, da Região Hospitalar e da Lagoa do Nado. E convida os cidadãos e cidadãs da cidade para participar e defender todas as árvores de Belo Horizonte.
Para conhecer os passos do Movimento até agora, clique aqui.
Para ler o Manifesto do Movimento Fica Fícus, clique aqui.
Uma revista sobre espaços públicos: existentes, urgentes e imaginários.
PISEAGRAMA é uma das quatro revistas aprovadas no edital Cultura e Pensamento 2010 do Ministério da Cultura. Com tiragem de 10.000 exemplares é distribuida gratuitamente em todo Brasil. Já em sua quarta edição, a revista abordou em cada uma delas os seguintes temas: ACESSO, PROGRESSO, RECREIO e VIZINHANÇA.
PISEAGRAMA é editada por Fernanda Regaldo, Renata Marquez, Roberto Andrés e Wellington Cançado. Além da publicação impressa, a revista mantém um site no qual oferecem a reprodução de todas as edições já publicadas, abre espaço para colaboradores que queiram escrever sobre o tema dos espaços públicos e promove uma campanha de interesse público e apartidária de outros imaginários para a vida na cidade.
A campanha, lançada em 2012, durante as eleições municipais da capital mineira, a equipe da PISEAGRAMA produziu adesivos, cartazes, bolsas e camisetas com cinco propostas para a cidade:
#CARROS FORA DO CENTRO | #NADAR E PESCAR NO ARRUDAS | #ÔNIBUS SEM CATRACA | #PARQUES ABERTOS 24H | #UMA PRAÇA POR BAIRRO
Com o sucesso da campanha, lançaram uma loja virtual que, em 3 meses de funcionamento, já comercializou mais de 5.000 produtos – bolsas, camisetas, adesivos e cartazes – e vem permitindo a divulgação e a ampliação de novas propostas para outras cidades Brasil afora.
Confira aqui os eventos que vão celebrar a semana:
Parques de Belo Horizonte
Começando essa semana, até o dia 16 de junho, a PBH oferece atividades de lazer e educação ambiental em oito parques da cidade para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente!!
O evento será realizado dia 12 junho, no Teatro Oi, das 8h30 às 17 horas, em Belo Horizonte. Nele, especialistas, ativistas ambientais, representantes de universidades, do poder público e da iniciativa privada se reúnem para a discussão de assuntos como os desafios enfrentados pelo Brasil diante do aquecimento global e o papel de cada um para a reversão do quadro atual de elevação da temperatura da Terra.
16º Seminário Internacional sobre Rejeitos em Pasta e Espessados, Rejeitos Empilhados, Espessados, Pastosos e Filtrados
O objetivo dos seminários anuais internacionais de Rejeitos Pastosos e Espessados é contribuir para o desenvolvimento sustentável da indústria de mineração, compartilhando avanços tecnológicos, e proporcionar um fórum para profissionais para apresentar e discutir as aplicações de campo.