quinta-feira, 14 de julho de 2016

Corresponsabilidade e Meio Ambiente

A mais nova criação dos surfistas espanhóis Andrew Turton e Pete Ceglinski – que também é ex-designer – visa tentar resolver um grande problema: o acúmulo de lixo nos mares. A Seabin, nome dado ao projeto, é uma lixeira com mecanismo de sucção que, ao ser posicionada na água, faz a limpeza da região ao redor, puxando todo o lixo que ali está – incluindo substâncias como combustível e petróleo.





Esses exemplos nos mostram que qualquer pessoa pode contribuir para ajudar na preservação dos nossos recursos naturais e proporcionar um futuro mais promissor para nossos filhos e netos.
Faça a sua parte, mesmo que pareça muito pouco pode fazer a diferença se cada um colaborar com o que pode.

CURTA A VINA NO FACEBOOK


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Jardineiros do Planeta

Durante o mês de junho, foram realizados encontros que promoveram discussões sobre as atividades humanas no meio ambiente. 



No dia 3 de junho, foi realizado um bate papo sobre as relações humanísticas e as consequências da nossa herança egoísta e consumista. Na ocasião, foram expostos pontos de vista sobre o paradigma ambiental, em que o ser humano esquece que faz parte da natureza e a utiliza como bem entende, elevando a importância de se buscar um modelo sustentável de bem viver. 




A proposta da Vina - de pensar global e agir localmente - sempre motivou ações de educação ambiental junto à comunidade e à equipe da Vina, provocando ações e atitudes para uma mudança de visão de mundo e sua repercussão em nossas vidas e de todos. 




Esse bate papo foi, de certa forma, uma introdução para as ações que aconteceram no dia 24 de junho na empresa. Nesse dia, a equipe se reuniu novamente para discutir sobre algumas relações ecológicas existentes no ecossistema da Vina e a importância de se preservar essas relações. Durante o encontro, aproveitamos para conhecer de perto as ações de conservação do meio ambiente, curtindo uma trilha ecológica pelas áreas verdes da sede. A trilha foi sinalizada por placas que destacam as espécies-chave na conservação do bioma, como já apresentado anteriormente (na postagem de setembro de 2015).



Além da trilha, foi realizada uma dinâmica sobre a teia da vida que envolveu a equipe da Vina em uma vivência que, de modo prático, demonstrou a complexidade das relações entre diferentes formas de vida e ambientes da natureza, os impactos sofridos quando elas não são respeitadas e a importância para nós em preservá-las. 




A tarde foi realmente especial. Um dia lindo, com um friozinho bom. E não houve nada melhor do que nos reunirmos em uma grande roda e refletirmos sobre o papel de cada ser vivo em seus ecossistemas, motivando a apropriação da questão ambiental e fomentando a troca de ideias. Aproveitando o clima de pertencimento a esse meio ambiente integrado, boas ideias foram discutidas e subsidiadas com a distribuição de mudas de ervas e condimentos para toda a equipe.





sexta-feira, 17 de junho de 2016

Moda e Sustentabilidade: Emma Watson no Met Gala

A eterna Hermione Granger da saga “Harry Potter” fez questão de revelar que apoia a moda sustentável.



No mês passado aconteceu o tradicional baile do museu Metropolitan, o Met Gala, na cidade de Nova York, nos EUA, que reuniu várias celebridades da música, cinema e televisão, os quais desfilaram ternos e vestidos criativos e exuberantes.

Um dos looks que mais chamaram atenção foi o da atriz Emma Watson, mas não por conta do modelo escolhido para a ocasião, um lindo Calvin Klein, e sim por conta do discurso ecológico por trás dele: o vestido foi feito de garrafas de plástico recicladas.

O vestido foi feito através de uma parceria da Calvin Klein e Livia Firth, criadora da Eco Age, organização que trabalha na criação de soluções sustentáveis e que não agridam o meio ambiente para outras empresas.




“O corpo do vestido é feito de três tecidos diferentes e todos os fios da costura são feitos de garrafa PET. O plástico é um dos maiores poluentes de nosso planeta. Poder reaproveitar esse material e incorporá-lo no meu vestido do Met mostra o poder que a criatividade, tecnologia e magia têm trabalhando junto.”

“Cada parte desse lindo vestido foi produzido com a sustentabilidade em mente, até mesmo os componentes que você não consegue ver”, acrescentou Emma Watson. “Os zíperes foram feitos de materiais recicláveis e o bustiê foi feito de algodão orgânico.”

A atriz explicou que não é usado nenhum produto químico na produção do algodão orgânico, sendo melhor para o meio ambiente e para as pessoas que precisam manuseá-lo. Ela contou ainda que o vestido pode ser separado em três partes, dando a possibilidade de criar novos looks e, portanto, ser reaproveitado.

Em uma entrevista à CNN, ela confessou que decidiu no ano passado usar somente moda sustentável nos tapetes vermelhos que comparecesse.

“A indústria da moda é a segunda maior poluidora de água no mundo. Isso tem um impacto muito grande na natureza e no ser humano”, justificou a atriz. “Não é mais o bastante, para mim, se é um item bonito ou uma roupa bonita. Eu preciso saber se não estou deixando uma marca negativa.”

Essa não é a primeira vez que Emma Watson defende uma mudança na indústria da moda. Além de fazer um apelo pela moda sustentável no Met Gala deste ano, em 2015, ela pediu por mais igualdade de gênero nesse meio, no qual apenas 1,7% das mulheres ocupam cargos de CEO nas empresas de varejo, além de ser um espaço de exclusão para mulheres e homens de minorias étnicas, gordos e trans.

“É hora de mudar. Precisamos dar uma mensagem melhor para as mulheres de todas as idades, formas e nacionalidades. Precisamos fazer com que as mulheres possam se sentir confortáveis com quem são”, afirmou a atriz.



Essa é Emma Watson: ela usa sua plataforma para criar mudanças necessárias para o mundo. E isso é algo que todos podemos apoiar*.

*Por Artur Francischi do "Prosa Livre"
Veja materia original aqui


Veja o que está rolando também no Brasil:

Um papo sobre moda e sustentabilidade 
com Oskar Metsavaht da Osklen





EcoSimple:
Tecidos sustentáveis
Aqui






segunda-feira, 30 de maio de 2016

Semana do Meio Ambiente

O meio ambiente - suas questões e as atuais ameaças à sua preservação - é, talvez, o assunto de maior relevância para nós do Vi na Vina. Por isso, fizemos uma seleção de textos, videos e afins para aprofundar a nossa reflexão neste mês, em que se comemora o Dia do Meio Ambiente, sobre nossos hábitos de consumo e de desperdício.

Para começar, reproduzimos aqui uma excelente reflexão da jornalista Eleonora Santa Rosa que foi publicada em 13/5/2016 no site domtotal.com. Confira abaixo:

Desperdiçamos nossos fracassos e até nossos êxitos.
Por Eleonora Santa Rosa*

Quantas chances são jogadas fora, postas de lado, diariamente?

Tema que há muito me invade na sua mais ampla abordagem.

Interessa-me a dimensão que extravasa o âmbito pessoal, embora, de toda forma, este seja um bom ponto de partida para tudo o mais.

Fico pensando em relação ao que assistimos hoje, quantas chances perdidas, quantas oportunidades relegadas, quantas vidas desperdiçadas, quantos amores descartados, quantas causas abandonadas, mote de um inventário sem fim.

Quantas chances jogadas fora, postas de lado, diariamente?

Quanto saber, experiência, conhecimento, deliberadamente perdidos e/ou deletados, por inveja, ciúme, poder, usura, fraqueza, perseguição, incompreensão, opressão.

Desperdiçamos muito, cada dia mais, desbragadamente, sem parar.

Dentro e fora de casa.

No território público.

Desperdiçamos tudo: alimento, sobras, saúde, amor, saber, crenças, recursos naturais, conquistas sociais, felicidade, dinheiro, tempo, amizades, esperanças, como se houvesse, sempre, à disposição, uma infinidade de novas possibilidades e chances, uma espécie de ciranda esquizofrênica, imatura, perversa, alimentadora de passivos sem fim.

Passivos, inclusive, assistimos à vigência da obsolescência programada, do descarte premeditado, das relações interditadas, do alastramento do refugo humano (mestre Bauman já bem apontava), do consumo estéreo e histérico.

Desperdiçamos nossos fracassos e até nossos êxitos, êxodo da dimensão humana da vida, corrupção dos valores básicos.

Desperdício, dispersão, destruição, dissipação, perda, raiz semântica que se enraíza por todos os troncos e galhos da vida brasileira, não só aqui, por suposto, mas arrasadoramente e furiosamente aqui!

Ressignificar, recuperar, restaurar, recompor, reabilitar, rever, retomar, recolocar, reaver.

Desarmar/desamar o desperdício e nutrir o seu oposto, SOS.


* Eleonora Santa Rosa – Jornalista, editora e empreendedora cultural, é considerada uma importante especialista na área de Projetos, Planejamento, Captação de Recursos, e Gestão Cultural, com larga experiência na formatação, negociação e implementação de iniciativas culturais de envergadura e repercussão. Ocupou vários cargos públicos ao longo de sua trajetória profissional, tendo sido Secretária de Cultura do Estado de Minas Gerais. É fundadora e diretora do Santa Rosa Bureau Cultural, no qual desenvolve ações referenciais nacionais no campo da Cultura.



Para ver, anotar e refletir:

Uma produção da BBC, fazendo uma linda reflexão sobre o tempo e a natureza. Imperdível!


Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os diaFeira de produtos orgânicos em BH




CURTA A NATUREZA!




quarta-feira, 18 de maio de 2016

Maio Amarelo: atenção pela vida.

MAIO AMARELO é um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito.

O Movimento nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.


     



Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o MAIO AMARELO estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.




O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o poder público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.




Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do MAIO AMARELO em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.




A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool; o excesso de velocidade; o não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.




Para saber mais e participar do movimento acesse maioamarelo.com



segunda-feira, 18 de abril de 2016

Dia de Índio

O dia 19 de abril foi sugerido pelos líderes indígenas do continente que participaram, no México, do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, em 1940.

No Brasil, o  Dia do Índio foi criado pelo Presidente Getúlio Vargas, com o decreto-lei nᵒ 5540 de 1943.

Infelizmente a violência e a covardia do agronegócio vêm destruindo os nossos recursos naturais e invadindo e dizimando nossas comunidades indígenas.

Outra grande preocupação é o atual avanço dos novos "evangelizadores", que vêm contribuindo para destruir o que ainda resta da cultura do índio brasileiro.

Para preservar a cultura indígena do Brasil é preciso conhecer as suas histórias e a sua triste realidade. Só assim, a sociedade moderna vai poder reconhecer e valorizar os costumes, a relação com o meio ambiente e a cultura dos povos nativos do Brasil e de todas as Américas.






Leia a letra e veja uma bela apresentação ao vivo da canção de Baby do Brasil, Todo Dia Era Dia de Índio, acompanhada do grande Jorge Bem Jor:



Curumim, chama Cunhatã
Que eu vou contar

Curumim, chama Cunhatã
Que eu vou contar

Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Curumim, Cunhatã
Cunhatã, Curumim

Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis

Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril

Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril

Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar

Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora

Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria

Da alegria de viver!
Da alegria de viver!

E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente

Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Curumim, Cunhatã


Cunhatã, Curumim

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Mulheres e a venda de produtos

O mês (considerado) das mulheres passou e muito se falou a respeito de suas conquistas, mas uma parte desse assunto ainda gostaríamos de abordar: o uso da imagem feminina na publicidade. Isso sempre levantou grandes polêmicas. E não é de hoje!

O preconceito e o machismo, principalmente, foram evidentes em décadas passadas. As mensagens eram diretas: os homens vão trabalhar e as mulheres cuidam da casa. Era nítida a desvalorização da imagem feminina, do papel social da mulher.

Recentemente, a Sony também entrou nessa discussão, utilizando a figura feminina numa propaganda da PlayStation Vita, em uma revista francesa. O anúncio mostra a imagem de uma mulher com seios na frente e atrás, em que aparecem os seguintes dizeres: “Duas faces táteis, o dobro de sensibilidade”, referindo-se à tela de toque frontal e ao painel de toque traseiro. O anúncio gerou muita polêmica.



Para traçar um panorama do uso da imagem feminina na publicidade para reforçar o ideal machista, apresentamos uma seleção de anúncios das décadas de 1950 e 1960 que se mostram, hoje, verdadeiras aberrações.

Me Leggs: “É muito bom ter uma garota em casa”.


Corbatas Van Heusen: “Mostre para ele que é um mundo de homens”


Fusca: Papéis bem definidos.


Electrolux: "Viseira de Cavalo... Porque ela recusa (recusa aceitar) novas ideias".


White: O sonho de toda mulher: uma máquina de costura.


Alcoa: O presente ideal, segundo este anúncio, é um ferro de passar.


Griffin: Não, este anúncio não está vendendo lingerie, mas sim a graxa do sapato.


Kenwood: “O chefe faz tudo, mas cozinhar… Para isso existem as esposas!”.


Vitaminas PEP: "Quanto mais duro uma esposa trabalha, mais bonita ela fica!".


Chase & Sanborn: Se não fizesse um bom café em casa… poderia receber ‘palmadas’ de seu marido.

Na sociedade brasileira atual, é inegável a conquista de direitos e de espaços pelas mulheres. Mas, infelizmente, a publicidade continua explorando a imagem feminina para promover e vender seus produtos.